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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Todas as escolas públicas fechadas no dia 13 de Maio


Todas as escolas públicas vão encerrar no dia 13 de Maio, devido à tolerância de ponto concedida pelo Governo por ocasião da visita do Papa Bento XVI, disse hoje à Lusa fonte oficial do Ministério da Educação.

Assim, encerrarão as escolas públicas de todos os níveis de ensino no dia 13 de Maio, bem como as de Lisboa na tarde de dia 11 de Maio e as do Porto na manhã de 14 de Maio, alturas em que o Papa visitará estas cidades.

O Governo decidiu dar tolerância de ponto a todos os trabalhadores da Administração Pública no dia 13 de Maio, estando ainda dispensados os funcionários públicos na tarde do dia 11 de Maio em Lisboa e na manhã do dia 14 no Porto.

Também na última visita de João Paulo II a Portugal, em 2000, as escolhas fecharam. Hospitais, tribunais, finanças e outros serviços públicos vão ter apenas os serviços mínimos garantidos.

SAPO/Lusa

MG2 - A caminho



30 Abril 2010 - 00h30

Educação: Prológica e JP Sá Couto vencem concurso público

Magalhães no fim do ano

As empresas Prológica e JP Sá Couto venceram um concurso público internacional para o fornecimento de 250 mil computadores, sucessores do Magalhães – versão MG2 – a distribuir no âmbito do programa e.escolinha. O valor global ascende a 49,4 milhões de euros.

Os computadores destinam-se aos alunos que frequentam o 1º ano e aos que se vão matricular em 2010/2011 na escola primária.

O Ministério da Educação tenciona distribuir os portáteis aos alunos do 1º ano até ao final de Junho e cada docente vai receber um, o que não aconteceu na primeira fase do programa. O despacho de adjudicação dos novos aparelhos foi assinado ontem pelo secretário de Estado da Educação, João Trocado da Mata.

À Prológica – Sistemas Informáticos foram adjudicados 88 888 computadores, enquanto à JP Sá Couto foram atribuídos 94 421 e à Prológica Solutions 66 691.

O arranque do e.escolinha gerou polémica após o fabrico dos Magalhães ter sido atribuído sem concurso público à JP Sá Couto.

Na sequência da polémica, a Fundação para as Comunicações Móveis, que gere o programa, está a ser alvo de uma comissão parlamentar de inquérito, para determinar os moldes em que foi atribuído o fabrico à JP Sá Couto.

PORMENORES

PRAZO DE ENTREGA

O presidente do conselho de administração da JP Sá Couto, Jorge Sá Couto, garantiu a capacidade da empresa para fazer a entrega dos computadores ainda durante o presente ano lectivo.

PROPOSTA A CONCURSO

Inforlândia, Prológica – Sistemas Informáticos, JP Sá Couto, Prológica Solutions e Bechtel Direct Portugal foram os concorrentes que apresentaram propostas.

CRITÉRIOS DE SELECÇÃO

A selecção das propostas regeu-se pelo critério da proposta economicamente mais vantajosa, informou o Governo.




Isabel Ramos com Lusa

Procurador do 'Face Oculta' quer revelar caso PT/TVI


por CARLOS RODRIGUES LIMA
  • Marques Vidal disse aos deputados que existe um "interesse objectivo" na divulgação de despachos que o PGR escondeu
  • O procurador do processo "Face Oculta", João Marques Vidal, defende que existe "um interesse objectivo" na divulgação de todos os documentos sobre a investigação ao caso da compra da TVI pela PT. Ao que o DN apurou, a opinião do magistrado consta da resposta enviada à Comissão Parlamentar de Inquérito. E contraria, em toda a linha, o que até agora tem sido dito pelo procurador-geral da República (PGR), Fernando Pinto Monteiro.
  • De acordo com informações recolhidas pelo DN junto de fontes parlamentares, João Marques Vidal transcreveu, na resposta a um primeiro pedido dos deputados para o envio de despachos e transcrições de escutas, parte de um despacho seu de Dezembro de 2009, no qual já defendia a publicitação de "todo o expediente" remetido em Junho de 2009 à Procuradoria-Geral da República. Isto é, a certidão para que se investigasse o crime de atentado contra o Estado de direito, imputado a José Sócrates.
  • Para sustentar a sua tese, João Marques Vidal alega que, apesar de o caso TVI ser lateral à investigação do processo "Face Oculta" (cujo objecto são os negócios do empresário Manuel Godinho), certo é que os magistrados de Aveiro têm sido alvo de várias críticas "sem qualquer possibilidade de defesa ou de prestação de esclarecimentos públicos". O magistrado lembrou ainda que o "caso TVI/PT" foi arquivado pelo procurador-geral.
  • Ora, comparando os argumentos de ambos, percebe-se que os argumentos de João Marques Vidal são diametralmente opostos ao do PGR. Recorde-se que, numa primeira fase, o PSD pediu os documentos, mas Pinto Monteiro negou. Ora estavam em segredo de justiça ora havia transcrições de escutas - argumentou. Depois, já com a Comissão de Inquérito em funcionamento, o procurador-geral voltou a negar o envio dos documentos na íntegra, remetendo só a parte final dos mesmos.
  • A Comissão Parlamentar de Inquérito ao caso Sócrates/PT/TVI já obteve bastantes documentos judiciais junto do Ministério Público, mas quer mais. Além de transcrições das escutas efectuadas no processo "Face Oculta" que levaram o procurador de Aveiro (João Marques Vidal) a considerar que o primeiro-ministro, José Sócrates, poderia ter cometido um crime de "atentado ao Estado de direito", agora também os documentos inseridos na investigação ao "caso Taguspark/Figo" (pela qual está acusado de corrupção passiva um ex-administrador da PT que teve um papel-chave na negociação da operadora com a Prisa para comprar uma quota da TVI, Rui Pedro Soares).
  • Relativamente a este processo, o MP já mandou para a CPI o despacho de acusação (chegou ontem). Mas agora, por solicitação do Bloco de Esquerda, a Comissão de Inquérito vai também solicitar aos titulares do processo (que corre termos na 9.ª secção do DIAP de Lisboa) "todos os documentos do processo e depoimentos dos inquiridos que fazem referência a uma eventual aquisição, por parte da Taguspark [empresa participada pela PT], de uma participação no capital do grupo Media Capital, detentor da TVI"

Passos Coelho ultrapassa Sócrates na corrida para primeiro-ministro






Francisco Teixeira 30/04/10 00:05

Pela primeira vez em três anos, o PSD lidera nas intenções de voto, revela a sondagem da Marktest para o Diário Económico/TSF.

Trinta e cinco dias depois de ter vencido as eleições directas no PSD com um resultado "inequívoco", a liderança de Pedro Passos Coelho dá os seus frutos. Segundo o barómetro de Abril da Marktest para o Diário Económico e TSF, se as eleições legislativas fossem hoje o PSD venceria com 40% dos votos (mais nove pontos do que no mês passado, ainda com Ferreira Leite como líder), deixando o PS pela primeira vez desde Janeiro de 2007 em segundo lugar, a seis pontos de distância. Mesmo tendo em conta a margem de erro da sondagem (3,46%), a supremacia do PSD de Passos Coelho face ao PS de Sócrates não sai beliscada.

"A sondagem tem um lado conjuntural que prova que sempre que um líder é consagrado em congresso há um estado de graça. Por outro lado, prova que o PSD tem uma grande capacidade de crescer à sua direita à custa do CDS e o PS uma enorme incapacidade de crescer à sua esquerda", diz o sociólogo Pedro Adão e Silva.

Mas as boas notícias que este estudo de opinião dá ao recém-eleito líder do PSD não se ficam por aqui: aparentemente esvaziou o CDS, que passou de 10% em Março para apenas cinco em Abril (o que acaba por facilitar qualquer negociação para uma hipotética coligação em caso de eleições antecipadas), e até a ascendência do Bloco de Esquerda sai afectada, dado que o partido de Francisco Louçã cai três pontos percentuais ao contrário do PCP de Jerónimo de Sousa que sobe uns residuais 0,8 pontos. "Parte do voto de protesto nos partidos da extrema-esquerda está a encontrar abrigo no novo PSD e deixou de procurar um castigo pela negativa ao Partido Socialista" diz Rui Ramos.

O trabalho de campo da Marktest foi realizado ainda antes de Pedro Passos Coelho ter tomado a iniciativa de ligar a José Sócrates dando conta da disponibilidade do PSD para ajudar o Governo a combater a voragem dos mercados financeiros, um gesto que todos assumiram como benéfico para o novo líder da oposição.


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Adrian Rogers, 1931



"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."


A MAIOR LAVANDARIA DE DINHEIRO DO MUNDO AMEAÇA FALIR...



A maior lavandaria de dinheiro do mundo ameaça falir e poderá arrastar consigo, um país inteiro !!!

União de Bancos Suíços, a coisa está muito feia! Está pegando fogo!

Agoniza o segredo bancário suíço. Artigo de Gilles Lapouge - Paris.


A Suíça tremula. Zurique alarma-se. Os belos bancos, elegantes, silenciosos de Basileia e Berna estão ofegantes. Poderia dizer-se que eles estão assistindo na penumbra a uma morte ou estão velando um moribundo. Esse moribundo, que talvez acabe mesmo morrendo, é o segredo bancário suíço.
O ataque veio dos Estados Unidos, em acordo com o presidente Obama. O primeiro tiro de advertência foi dado na quarta-feira.

A UBS - União de Bancos Suíços, gigantesca instituição bancária suíça - viu-se obrigada a fornecer os nomes de 250 clientes americanos por ela ajudados para defraudar o fisco. O banco protestou, mas os americanos ameaçaram retirar a sua licença nos Estados Unidos. Os suíços, então, passaram os nomes. E a vida bancária foi retomada, tranquilamente.


Mas, no fim da semana, o ataque foi retomado. Desta vez os americanos golpearam forte, exigindo que a UBS forneça o nome dos seus 52.000 clientes titulares de contas ilegais!

O banco protestou. A Suíça está temerosa. O partido de extrema-direita, UDC (União Democrática do Centro), que detém um terço das cadeiras no Parlamento Federal, propõe que o segredo bancário seja inscrito e ancorado pela Constituição federal.
Mas como resistir!

A União de Bancos Suíços não pode perder sua licença nos EUA, pois é nesse país que aufere um terço dos seus benefícios.
Um dos pilares da Suíça está sendo sacudido. O segredo bancário suíço não é coisa recente.

Esse dogma foi proclamado por uma lei de 1934, embora já existisse desde 1714. No início do século 19, o escritor francês Chateaubriand escreveu que neutros nas grandes revoluções nos Estados que os rodeavam, os suíços enriqueceram à custa da desgraça alheia e fundaram os bancos em cima das calamidades humanas.
Acabar com o segredo bancário será uma catástrofe económica.

Para Hans Rudolf Merz, presidente da Confederação Helvética, uma falência da União de Bancos Suíços custaria 300 biliões de francos suíços ou 201 milhões de dólares.
E não se trata apenas do UBS. Toda a rede bancária do país funciona da mesma maneira. O historiador suíço Jean Ziegler, que há mais de 30 anos denuncia a imoralidade helvética, estima que os banqueiros do país, amparados no segredo bancário, fazem frutificar três triliões de dólares de fortunas privadas estrangeiras, sendo que os activos estrangeiros chamados institucionais, como os fundos de pensão, são nitidamente minoritários.


Ziegler acrescenta ainda que se calcula em 27% a parte da Suíça no conjunto dos mercados financeiros "offshore" do mundo, bem à frente de Luxemburgo, Caribe ou o extremo Oriente.

Na Suíça, um pequeno país de 8 milhões de habitantes, 107 mil pessoas trabalham em bancos.

O manejo do dinheiro na Suíça, diz Ziegler, reveste-se de um carácter sacramental. Guardar, recolher, contar, especular e ocultar o dinheiro, são todos actos que se revestem de uma majestade ontológica, que nenhuma palavra deve macular e realizam-se em silêncio e recolhimento..

Onde param as fortunas recolhidas pela Alemanha Nazi? Onde estão as fortunas colossais de ditadores como Mobutu do Zaire, Eduardo dos Santos de Angola, dos Barões da droga Colombiana, Papa-Doc do Haiti, de Mugabe do Zimbabwe e da Mafia Russa?

Quantos actuais e ex-governantes, presidentes, ministros, reis e outros instalados no poder, até em cargos mais discretos como Presidentes de Municípios têm chorudas contas na Suíça?

Quantas ficam eternamente esquecidas na Suíça, congeladas, e quando os titulares das contas morrem ou caem da cadeira do poder, estas tornam-se impossíveis de alcançar pelos legítimos herdeiros ou pelos países que indevidamente espoliaram?

Porquê após a morte de Mobutu, os seus filhos nunca conseguiram entrar na Suíça?

Tudo lá ficou para sempre e em segredo...

A agora surge um outro perigo, depois do duro golpe dos americanos.

Na minicúpula europeia que se realizou em Berlim, em preparação ao encontro do G-20 em Londres, França, Alemanha e Inglaterra (o que foi inesperado) chegaram a um acordo no sentido de sancionar os paraísos fiscais.

"Precisamos de uma lista daqueles que recusam a cooperação internacional", vociferou a chanceler Angela Merkel.
No domingo, o encarregado do departamento do Tesouro britânico, Alistair Darling, apelou aos suíços para se ajustarem às leis fiscais e bancárias europeias. Vale observar, contudo, que a Suíça não foi convidada para participar do G-20 de Londres, quando serão debatidas as sanções a serem adoptadas contra os paraísos fiscais.

Há muito tempo se deseja o fim do segredo bancário. Mas até agora, em razão da prosperidade económica mundial, todas as tentativas eram abortadas.

Hoje, estamos em crise.

Viva a crise!!!
Barack Obama, quando era senador, denunciou com perseverança a imoralidade desses remansos de paz para o dinheiro corrompido. Hoje ele é presidente. É preciso acrescentar que os Estados Unidos têm muitos defeitos, mas a fraude fiscal sempre foi considerada um dos crimes mais graves no país.

Nos anos 30, os americanos conseguiram laçar Al Capone.

Sob que pretexto? Fraude fiscal.


Para muito breve, a queda do império financeiro suíço!

José António Saraiva FALA dos Provincianos

José António Saraiva FALA dos Provincianos que não se libertaram, mas que se deslumbraram

O PROCESSO chamado 'Face Oculta'

José António Saraiva

O PROCESSO chamado 'Face Oculta' tem as suas raízes longínquas num fenómeno que podemos designar por 'deslumbramento'.

Muitos dos envolvidos no caso, a começar por Armando Vara, são pessoas nascidas na Província que vieram para Lisboa, ascenderam a cargos políticos de relevo e se deslumbraram.

Deslumbraram-se, para começar, com o poder em si próprio. Com o facto de mandarem, com os cargos que podiam distribuir pelos amigos, com a subserviência de muitos subordinados, com as mordomias, com os carros pretos de luxo, com os chauffeurs, com os salões, com os novos conhecimentos.

Deslumbraram-se, depois, com a cidade. Com a dimensão da cidade, com o luxo da cidade, com as luzes da cidade, com os divertimentos da cidade, com as mulheres da cidade.

Ora, para homens que até aí tinham vivido sempre na Província, que até aí tinham uma existência obscura, limitada, ligados às estruturas partidárias locais, este salto simultâneo para o poder político e para a cidade representou um cocktail explosivo.

As suas vidas mudaram por completo. Para eles, tudo era novo - tudo era deslumbrante.
Era verdadeiramente um conto de fadas - só que aqui o príncipe encantado não era um jovem vestido de cetim mas o poder e aquilo que ele proporcionava. Não é difícil perceber que quem viveu esse sonho se tenha deixado perturbar.

CURIOSAMENTE, várias pessoas ligadas a este processo 'Face Oculta' (e também ao 'caso Freeport') entraram na política pela mão de António Guterres, integrando os seus Governos.

Armando Vara começou por ser secretário de Estado da Administração Interna, José Sócrates foi secretário de Estado do Ambiente, José Penedos foi secretário de Estado da Defesa e da Energia, Rui Gonçalves foi secretário de Estado do Ambiente.
Todos eles tiveram um percurso idêntico. E alguns, como Vara e Sócrates, pareciam irmãos siameses: Naturais de Trás-os-Montes, vieram para o poder em Lisboa, inscreveram-se na universidade, licenciaram-se, frequentaram mestrados. Sentindo-se talvez estranhos na capital, procuraram o reconhecimento da instituição universitária como uma forma de afirmação pessoal e de legitimação do estatuto.

A QUESTÃO que agora se põe é a seguinte: por que razão estas pessoas apareceram todas na política ao mais alto nível pela mão de António Guterres?

A explicação pode estar na mudança de agulha que Guterres levou a cabo no Partido Socialista.
Guterres queria um PS menos ideológico, um PS mais pragmático, mais terra-a-terra. Ora estes homens tinham essas qualidades: eram despachados, pragmáticos, activos, desenrascados.
E isso proporcionou-lhes uma ascensão constante nos meandros do poder.
Só que, a par dessas inegáveis qualidades, tinham também defeitos. Alguns eram atrevidos em excesso. E esse atrevimento foi potenciado pelo tal deslumbramento da cidade e pela ascensão meteórica.

QUANDO o PS perdeu o poder, estes homens ficaram momentaneamente desocupados. Mas, quando o recuperaram, quiseram ocupá-lo a sério. Montaram uma rede para tomar o Estado.

José Sócrates ficou no topo, como primeiro-ministro, Armando Vara tornou-se o homem forte do banco do Estado - a CGD -, com ligação directa ao primeiro-ministro, José Penedos tornou-se presidente da Rede Eléctrica Nacional, etc.

Ou seja, alguns secretários de Estado do tempo de Guterres, aqueles homens vindos da Província e deslumbrados com Lisboa, eram agora senhores do país.

MAS, para isso ser efectivo, perceberam que havia uma questão decisiva: o controlo da comunicação social. Obstinaram-se, assim, nessa cruzada. A RTP não constituía preocupação, pois sendo dependente do Governo nunca se portaria muito mal.

Os privados acabaram por ser as primeiras vítimas.

O Diário Económico, que estava fora de controlo e era consumido pelas elites, mudou de mãos e foi domesticado. O SOL foi objecto de chantagem e de uma tentativa de estrangulamento através do BCP (liderado em boa parte por Armando Vara). A TVI, depois de uma tentativa falhada de compra por parte da PT, foi objecto de uma 'OPA', que determinou a saída de José Eduardo Moniz e o afastamento dos ecrãs de Manuela Moura Guedes. O director do Público foi atacado em público por Sócrates - e, apesar da tão propalada independência do patrão Belmiro de Azevedo, acabou por ser substituído.

A Controlinvest, de Joaquim Oliveira (que detém o JN, o DN, o 24 Horas, a TSF) está financeiramente dependente do BCP, que por sua vez depende do Governo.


SUCEDE que, na sua ascensão política, social e económica, no seu deslumbramento, algumas destas pessoas de quem temos vindo a falar foram deixando rabos de palha. É quase inevitável que assim aconteça. O caso da Universidade Independente, o Freeport, agora o 'Face Oculta', são exemplos disso - e exemplos importantes da rede de interesses que foi sendo montada para preservar o poder, obter financiamentos partidários e promover a ascensão social e o enriquecimento de alguns dos seus membros. É isso que agora a Justiça está a tentar desmontar: essa rede de interesses criada por esse grupo em que se incluem vários "boys" de Guterres. Consegui-lo-á?

Não deixa de ser triste, entretanto, ver como está a acabar esta história para alguns senhores que um dia se deslumbraram com a grande cidade.

Esta é a forma mais eloquente de definir um parolo provinciano com tiques de malandro ,,,mas sempre de mão estendida ,,pior que os arrumadores que uma vez na vida se revelam minimamente úteis independentemente do ar miserável como se apresentam e se comportam quando não se lhes dá a famigerada moedinha.

PS:
Que rico texto para ser reencaminhado a Portugal inteiro.

a menos que toque a alguns que estão a comer do mesmo prato pago por nós, mas não vai ser por muito mais tempo não vai não ...

(... e porque não reencaminhar também para fora do País ?!!! O que está a acontecer à Grécia, não tarda muito a acontecer a Portugal também).

Governo não deu a conhecer à Confap, Cnipe e sindicatos o diploma sobre estatuto do aluno aprovado em conselho de ministros



Mau sinal:


"Espero que a Assembleia da República faça o que o Governo prometeu e não fez, para que se cumpra um objectivo que deve ser de todos: a construção de um documento consensual, não susceptível de ser mudado a cada legislatura e que leve às escolas a estabilidade de que tanto precisam", disse Albino Almeida. Joaquim Ribeiro lamentou "o secretismo" em que o ME envolve a proposta que, à semelhança de outras, da oposição, será discutida no dia 28, na Assembleia da República. Público, 23/4/2010

Terá sido descuido ou foi intencional? Por que razão se cometem erros desta magnitude? Por que razão não se observam as regras e as normas que promovem a transparência e alargam a participação de todos na procura de soluções?

O país parece em estado de guerra e a confiança nas instituições políticas não pára de descer. Numa altura em que se torna cada vez mais necessário a reconstrução da confiança entre os parceiros e as instituições, o Governo dá um sinal negativo.

Esta tarde, o primeiro-ministro grego accionou o plano da UE e do FMI para salvar a Grécia da bancarrota. Só um empréstimo de 45 biliões de euros pode salvar Atenas da insolvência. Portugal, é o senhor que se segue. Se não forem tomadas medidas sérias para restaurar a confiança e reduzir a dívida pública, o próximo país a accionar o plano de salvação é Portugal. Isto, se os alemães não se cansarem da má governação dos países do Sul da Europa.

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Fenprof marca manifestação nacional para Maio



Depois de bater forte no primeiro-ministro e de acusar a ministra da educação de mentir, Mário Nogueira aumenta a pressão com marcação de manifestação nacional de professores para Maio. Em causa a consideração da avaliação para efeitos de graduação profissional no concurso de professores.

Perdida a esperança numa solução parlamentar, devido à objecção do PS ao agendamento urgente de um projecto de diploma do PCP, resta agora aos sindicatos mobilizarem os professores para acções de luta nas ruas.

Está por saber se as tropas se deixam mobilizar. Uma leitura pelas caixas de comentários dos blogues de professores dá a entender que não. Há demasiado ressentimento e acusações contra os sindicatos. Com insultos e má educação à mistura. Pegou moda fazer dos sindicatos os bodes expiatórias das incapacidades e fragilidades de um grupo profissional que nunca foi coeso.

A situação dos cerca de 30 mil docentes contratados melhorou nos últimos dois anos em consequência das aposentações antecipadas de mais de 15 mil docentes do quadro. As perspectivas de colocação são agora maiores e, por isso, estes docentes não serão facilmente mobilizáveis.

Os professores viram, ma generalidade, as condições de progressão melhoradas em consequência do novo estatuto da carreira docente, aprovado, em conselho de ministros, na quinta-feira passada.

E o fim da categoria de professor titular apaziguou muitos professores.

Quem diz que o novo estatuto da carreira docente é pior do que o anterior ou vive no mundo da Lua ou está de má fé.

Quer isto dizer que os professores não têm razões para lutar? Têm. Mas não é pelas razões que se lêem por aí. As razões continuam a ser fortes: encobrimento da indisciplina, bullying e violência na escola, autoritarismo de alguns directores e falta de democracia nas escolas, excesso de burocracia e reuniões e avaliação de desempenho que estimula o compadrio e as injustiças.

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Como viver com menos. Para Jovens Professores




Quinze anos de socialismo, com um interregno de dois anos de social democracia barrosista, atiraram o país para a bancarrota. E você teve o azar de ter dez anos quando o pesadelo da governação socialista começou. Enquanto foi criança e adolescente, não deu por nada. Quando entrou na vida activa, o pesadelo de um país mal governado, esbanjador e corrupto caiu-lhe em cima. Agora, vai ter de aprender a viver com menos do que aquilo que os seus pais tiveram e bem menos do que aquilo a que foi habituado.
Quando o Barroso fugiu para Bruxelas aos gritos de "o país está de tanga!", os socialistas que o substituíram no Governo chamaram-no alarmista e irresponsável. Seguiram-se cinco anos de despesismo, corrupção e mau governo e o resultado está à vista: o país não tem como pagar os juros da dívida pública que consome 80% do PIB e não pára de subir exponencialmente.
Chegou a altura de você aprender a viver com menos.
Algumas dicas que o podem ajudar…

Dica #1: Por favor, não caia na asneira de comprar uma casa. Se o fizer, fica amarrado ao mesmo lugar para toda a vida, escravizado por juros que não tardarão a subir, e impossibilitado de se deslocar para onde houver um sítio para leccionar.
Dica #2: Por favor, não caia na asneira de comprar um carro. Ficará a pagá-lo durante o tempo de vida dele e amarrado a um seguro, imposto de circulação, revisões periódicas e inspecções anuais. Ganhe juízo, faça as contas e ande a pé, de comboio, de autocarro ou de táxi. Verá que ainda lhe sobra dinheiro para fazer uma viagem de avião por ano a um destino exótico.
Dica #3: Por favor, não se arme no lambe-botas do director que tudo faz - até perder a dignidade - para alcançar um excelente ou um muito bom. Jovens morreram de ataque cardíaco, AVC e doenças provocadas pelo stress por muito menos. Lembre-se de que vai ter de leccionar até aos 70 anos. Se não for um pouco mais. Tem muito tempo para subir na carreira sem andar a pôr a sua saúde em risco.
Dica #4: Por favor, não case nem tenha filhos. Se cair na asneira de fazer um filho e não tiver uns avós dedicados e disponíveis, irá ter uma carga de trabalhos que o acompanhará durante décadas. Ganhe juízo. Lembre-se de que este país não é para jovens pais. É para solteiros irresponsáveis.

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Papa Loiça pintada a ouro a bordo do avião de Bento XVI

Um serviço de 24 peças de porcelana para seis pessoas - num total de cerca de 100 peças, todas "bordadas" a tinta de ouro - está a ser elaborado pela Vista Alegre para a viagem de regresso de Bento XVI. Foi uma encomenda da TAP para usar no serviço de bordo.



















Cinzeiro = Preço: 37,50 €

Peças comemorativas da visita de Bento XVI a Portugal, à venda nas lojas Vista Alegre

OTÁRIOS



QUALIDADE DE VIDA DO RENDIMENTO MINIMO
Qualidade de vida é receber 800 € mensais (ou mais) para não fazer nada.
Qualidade de vida é levantar à hora que se quer porque os outros trabalham para ele.
Qualidade de vida, é ter como única preocupação escolher a pastelaria onde vai tomar o pequeno-almoço e fumar as suas cigarradas, pagos com os impostos dos outros.
Qualidade de vida é ter uma casa paga pelos impostos dos outros, cuja manutenção é paga pelos impostos dos outros, é não ter preocupações com o condomínio, com o IMI, com SPREAD´S, com taxas de juro, com declaração de IRS.
Qualidade de vida é ter tempo para levar os filhos á escola, é ter tempo para ir buscar os filhos à escola, é poder (não significa querer) ter todo o tempo do mundo para acarinhar, apoiar, educar e estar na companhia dos seus filhos.
Qualidade de vida é não correr o risco de chegar a casa irritado, porque o dia de trabalho não correu muito bem e por isso não ter a paciência necessária para apoiar os filhos nos trabalhos da escola.
Qualidade de vida é não ter que pagar 250€ de mensalidade de infantário, porque mais uma vez é pago pelos impostos dos outros.
Qualidade de vida, é ainda receber gratuitamente e pago com os impostos dos que trabalham o computador Magalhães que de seguida vai vender na feira de Custóias, é receber gratuitamente todo o material didáctico necessário para o ano escolar dos seus filhos, e ainda achar que é pouco.
Qualidade de vida é ter as ditas instituições de solidariedade social, que se preocupam em angariar alimentos doados pelos que pagam impostos, para lhos levar a casa, porque, qualidade de vida é também nem se quer se dar ao trabalho de os ir buscar.
Qualidade de vida é não ter preocupação nenhuma excepto, saber o dia em que chega o carteiro com o cheque do rendimento mínimo.
Qualidade de vida é poder sentar no sofá sempre que lhe apetece e dizer “TRABALHAI OTÁRIOS QUE EU PRECISO DE SER SUSTENTADO”.
Qualidade de vida é não ter despesas quase nenhumas, e por isso ter mais dinheiro disponível durante o mês, do que os tais OTÀRIOS que trabalham para ele.
Qualidade de vida é ainda ter tempo disponível para GAMAR uns auto-rádios, GAMAR uns carritos e ALIVIAR umas residências desses OTÀRIOS que estão ocupados a trabalhar OU ASSALTAR uma ourivesaria.
Qualidade de vida é ter tudo isto, e ainda ter uma CAMBADA DE HIPÓCRITAS a defende-lo todos os dias nos tribunais, na televisão, nos jornais.
Isto sim, isto é qualidade de vida.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Strawberry fields forever


[AQUI]
Os homens europeus descem sobre Marrocos com a missão de recrutar mulheres.
Nas cidades, vilas e aldeias é afixado o convite e as mulheres apresentam-se no local da selecção.
Inscrevem-se, são chamadas e inspeccionadas como cavalos ou gado nas feiras. Peso, altura, medidas, dentes e cabelo, e qualidades genéricas como força, balanço, resistência. São escolhidas a dedo, porque são muitas concorrentes para poucas vagas. Mais ou menos cinco mil são apuradas em vinte e cinco mil.
A selecção é impiedosa e enquanto as escolhidas respiram de alívio, as recusadas choram e arrepelam-se e queixam-se da vida. Uma foi recusada porque era muito alta e muito larga.
São todas jovens, com menos de 40 anos e com filhos pequenos. Se tiverem mais de 50 anos são demasiado velhas e se não tiverem filhos são demasiado perigosas. As mulheres escolhidas são embarcadas e descem por sua vez sobre o Sul de Espanha, para a apanha de morangos. É uma actividade pesada, muitas horas de labuta para um salário diário de 35 euros. As mulheres têm casa e comida, e trabalham de sol a sol. É assim durante meses, seis meses máximo, ao abrigo do que a Europa farta e saciada que vimos reunida em Lisboa chama Programa de Trabalhadores Convidados. São convidadas apenas as mulheres novas com filhos pequenos, porque essas, por causa dos filhos, não fugirão nem tentarão ficar na Europa. As estufas de morangos de Huelva e Almería, em Espanha, escolheram-nas porque elas são prisioneiras e reféns da família que deixaram para trás. Na Espanha socialista, este programa de recrutamento tão imaginativo, que faz lembrar as pesagens e apreciações a olho dos atributos físicos dos escravos africanos no tempo da escravatura, olhos, cabelos, dentes, unhas, toca a trabalhar, quem dá mais, é considerado pioneiro e chamam-lhe programa de "emigração ética".
Os nomes que os europeus arranjam para as suas patifarias e para sossegar as consciências são um modelo. Emigração ética, dizem eles. Os homens são os empregadores. Dantes, os homens eram contratados para este trabalho. Eram tão poucos os que regressavam a África e tantos os que ficavam sem papéis na Europa que alguém se lembrou deste truque de recrutar mulheres para a apanha do morango. Com menos de 40 anos e filhos
Pequenos.
As que partem ficam tristes de deixar o marido e os filhos, as que ficam tristes ficam por terem sido recusadas. A culpa de não poderem ganhar o sustento pesa-lhes sobre a cabeça. Nas famílias alargadas dos marroquinos, a sogra e a mãe e as irmãs substituem a mãe mas, para os filhos, a separação constitui uma crueldade. E para as mães também. O recrutamento fez deslizar a responsabilidade de ganhar a vida e o pão dos ombros dos homens, desempregados perenes, para os das mulheres, impondo-lhes uma humilhação e uma privação. Para os marroquinos, árabes ou berberes, a selecção e a separação são ofensivas, e engolem a raiva em silêncio. Da Europa, e de Espanha, nem bom vento nem bom casamento. A separação faz com que muitas mulheres encontrem no regresso uma rival nos amores do marido.
Que esta história se passe no século XXI e que achemos isto normal, nós europeus, é que parece pouco saudável. A Europa, ou os burocratas europeus que vimos nos Jerónimos tratados como animais de luxo, com os seus carrões de vidros fumados, os seus motoristas, as suas secretárias, os seus conselheiros e assessores, as suas legiões de servos, mais os banquetes e concertos, intermédios e viagens, cartões de crédito e milhas de passageiros frequentes, perdeu, perderam, a vergonha e a ética. Quem trata assim as mulheres dos outros jamais trataria assim as suas.
Os construtores da Europa, com as canetas de prata que assinam tratados e declarações em cenários de ouro, com a prosápia de vencedores, chamam à nova escravatura das mulheres do Magreb "emigração ética". Damos às mulheres "uma oportunidade", dizem eles. E quem se preocupa com os filhos?
Gostariam os europeus de separar os filhos deles das mães durante seis meses?
Recrutariam os europeus mães dinamarquesas ou suecas, alemãs ou inglesas, portuguesas ou espanholas, para irem durante seis meses apanhar morango? Não. O método de recrutamento seria considerado vil, uma infâmia social. Psicólogos e institutos, organizações e ministérios levantar-se-iam contra a prática desumana e vozes e comunicados levantariam a questão da separação das mães dos filhos numa fase crucial da infância. Blá, blá, blá. O processo de selecção seria considerado indigno de uma democracia ocidental. O pior é que as democracias ocidentais tratam muito bem de si mesmas e muito mal dos outros, apesar de querem exportar o modelo e estarem muito preocupadas com os direitos humanos. Como é possível fazermos isto às mulheres? Como é possível instituir uma separação entre trabalhadoras válidas, olhos, dentes, unhas, cabelo, e inválidas?

Alguns dos filhos destas mulheres lembrar-se-ão.
Alguns dos filhos destas mulheres serão recrutados pelo Islão.
Esta Europa que presume de humana e humanista com o Sr. Barroso à frente, às vezes mete nojo.
Um excelente texto da Clara Ferreira Alves sobre a Europa.
Dá que pensar sobre o rumo que a sociedade vem tomando.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Formação e consolidação do reino


Formação e consolidação do reino

Muito antes de Portugal conseguir a sua independência, já tinha havido algumas tentativas de alcançar uma autonomia mais alargada, e até mesmo a independência, por parte dos condes que governavam as terras do Condado da Galiza e de Portucale. Para terminar com esse clima independentista da nobreza local em relação ao domínio leonês, o Rei Afonso VI entregou o governo do Condado da Galiza ao Conde Raimundo de Borgonha, e ao primo deste, o Conde D. Henrique, o governo do Condado Portucalense. Com o governo do Conde D. Henrique, o Condado Portucalense conheceu não só uma política militar mais eficaz na luta contra os mouros, como também uma política independentista mais activa. Só após a sua morte, quando o seu filho D. Afonso Henriques subiu ao poder, Portugal conseguiu a sua independência com a assinatura em 1143 do Tratado de Zamora, ao mesmo tempo que conquistou localidades importantes como Santarém, Lisboa, Palmela e Évora aos mouros.[27]

Terminada a Reconquista do território português em 1249, a independência do novo reino viria a ser posta em causa várias vezes por Castela. Primeiro, na sequência da crise de sucessão de D. Fernando I, que culminou na Batalha de Aljubarrota, em 1385.[28]


DEPOIS DE 1300
BRINDAMOS COM VINHO DO PORTO

DEPOIS DE 2010, O QUE NOS ESPERA DO OUTRO LADO.




In Portugal, Train Drivers Begin Rush-Hour Strikes



April 26, 2010, 12:39 pm
In Portugal, Train Drivers Begin Rush-Hour Strikes
By ASSOCIATED PRESS

A morning rush-hour strike by train drivers caused widespread travel disruption in Portugal on Monday as the workers protested a government pay freeze at publicly owned companies.

About one in four of the national rail company’s scheduled services ran during the five hours of the walkout, the Train Engineers Union said. All intercity services and most suburban commuter trains were canceled.

The drivers are to repeat their actions on Tuesday and Thursday mornings. Bus divers, meanwhile, plan a 24- hour strike Tuesday, and postal workers are preparing for stoppages this week.

Nem tudo é dizer mal...senão vejam.





Добро пожаловать в Португалию!

Приглашаем Вас в восхитительную Португалию - государство, расположенное на западе Пиренейского полуострова. Ни для кого не секрет, что великолепные природные условия, мягкий климат и богатейшее историческое прошлое делают Португалию великолепным местом для полноценного отдыха и познавательных экскурсий для туристов со всех уголков планеты.

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Приятных впечатлений!

Le Portugal se défend "d'être dans une situation aussi critique que la Grèce"



Le Portugal n'est pas dans une situation aussi compliquée que la Grèce, même si la pression exercée par les marchés financiers est préoccupante, a déclaré lundi 26 avril le ministre des affaires étrangères portugais, Luis Amado. "Nous n'avons pas menti sur nos statistiques. Elles sont fiables et nos déséquilibres macroéconomiques ne sont pas aussi profonds", a-t-il expliqué en marge d'une réunion avec ses homologues de l'Union européenne à Luxembourg. "Le gouvernement fait tout ce qui peut être fait pour éviter une situation comme celle (de la Grèce)".

Lundi, la Bourse de Lisbonne s'est enfoncé à plus de 3 % en milieu d'après-midi, tandis que les taux de rendement de la dette portugaise à long terme s'envolaient à plus de 5 % dans le sillage des taux grecs, qui évoluent toujours à un niveau record. Les primes de risque exigées par les investisseurs pour détenir des obligations grecques et portugaises plutôt que des bunds allemands, qui servent d'étalon, ont atteint un nouveau niveau historique, à respectivement plus de 700 et 200 points de base.

Luis Amado a d'ailleurs rappelé que le Portugal ferait partie des pays qui viendraient en aide à la Grèce dans le cadre du dispositif d'aide mis en place par l'Eurogroupe. Ce dispositif prévoit de mettre à disposition d'Athènes un total de 30 milliards d'euros de prêts bilatéraux, complétés par 10 à 15 milliards de la part du Fonds monétaire international (FMI).

UN PROBLÈME DE COMPÉTITIVITÉ

Tout en reconnaissant une "problème de compétitivité portugais" et des anticipations de croissance basses, le ministre de affaires étrangères a insisté sur le fait que le Portugal s'était d'ores et déjà engagé sur la voie de profondes réformes structurelles, liées notamment à son système de sécurité sociale. "Cela devrait avoir un impact sur la manière dont les marchés lisent la situation à long terme du Portugal", a-t-il fait valoir, avant d'appeler à ce qu'une solution politique soit trouvée au niveau européen afin d'éviter toute contagion.

Confronté à un déficit record de 9,4 % du PIB pour une dette de 126 milliards d'euros (76,6 % du PIB) l'an dernier, le gouvernement socialiste portugais s'est engagé à ramener le déficit à 8,3 % en 2010, puis sous la limite européenne autorisée de 3 % du PIB d'ici à 2013, grâce à un plan d'austérité drastique axé sur une réduction des dépenses.

Memórias



PORTUGAL: Western Europe's First Communist Country?


"A Happy Revolution!" proclaimed the slogans hastily scrawled on the walls in Lisbon. So it seemed to many Portuguese, as optimism and euphoria marked the weeks immediately following the coup of April 25, 1974, when a group of young military officers ended nearly five decades of fascist dictatorship in Portugal. Jubilant citizens lionized the soldiers, plopping long-stemmed red carnations into the muzzles of their rifles. Political exiles returned home to tumultuous welcomes. Amnestied political prisoners walked out of their jails to the embraces of ecstatic relatives and friends. Freedom of the press and assembly was proclaimed, the hated secret police was abolished and a reign of democracy was vowed. At mass rallies, crowds roared, "The people united shall never be vanquished!"

Fading Dream. Those buoyant days are now long gone. Literally and symbolically, the carnations have wilted. The wall slogans have grown strident. A revolution that began by freeing Portugal from a dictatorship of the far right is rapidly evolving into a dictatorship of the far left. In Portugal, the dream that the April revolution would lead to a democratic and pluralistic society is fast fading, and the nation's 8 million people have only sum hope of seeing a centrist or even moderately socialist civilian government. As a mechanic in the rural town of Benedita recently put it: "The revolution is being betrayed!"

The troika of generals that has just assumed unlimited power in Lisbon could well transform Portugal into Western Europe's first Communist nation. It might be an orthodox Marxist state, as envisaged by one of the Continent's few remaining Stalinist Communist Party bosses, Alvaro Cunhal. It might also evolve into a different kind of radically leftist society, borrowing inspiration from Fidel Castro's Cuba, Houari Boumedienne's Algeria and Mao's China. Either way, the Red threat in Portugal vitally affects the political stability of the western Mediterranean and the future of the North Atlantic Alliance.

For the moment, at least, Portugal's fate rests with the three generals who constitute the ruling Directory: President Francisco da Costa Gomes, Premier Vasco dos Santos Gonçalves and Internal Security Forces Commander Otelo Saraiva de Carvalho (see box page 26). Last week the Directory was installed by the Armed Forces Movement (M.F.A.), the revolution's founding group, and assumed powers previously wielded by the M.F.A.'s 30-man Revolutionary Council. There were immediate signs that the new triumvirate's opponents could expect tough treatment. Arriving back in Lisbon after a visit to Cuba, Saraiva de Carvalho warned: "The M.F.A. is prepared to take the path of very hard repression. It is becoming impossible to have a socialist revolution by completely peaceful means."

Los mercados apuestan a que Portugal será la próxima Grecia



La primera crisis del euro
Los mercados apuestan a que Portugal será la próxima Grecia
El Gobierno de Sócrates rechaza que haya semejanzas con la crisis helena

FRANCESC RELEA - Lisboa - 25/04/2010
Portugal ha vivido una semana bajo el fuego intenso en los mercados financieros. Una presión que ha llevado a la economía lusa a ingresar en el grupo maldito de los diez países con seguros de protección al incumplimiento de la deuda pública (en inglés, credit default swaps) más costosos, lista negra donde sólo le acompañan Grecia e Islanda entre los países europeos. La prima de riesgo respecto al bono alemán también alcanzó máximos desde la creación de la zona euro. Y sólo tras la petición de ayuda de Grecia del viernes, que dará paso al paquete de rescate de la UE y el Fondo Monetario Internacional, amainó el temporal.La profundidad de la crisis y el peligro de que Portugal siga los pasos de Grecia configuran el debate de estos días. Algunos economistas advierten que la situación no es tan grave y arremeten contra los ataques especulativos, mientras el Gobierno y la oposición están enzarzados en la eterna discusión sobre recorte del gasto o subida de impuestos para cumplir el objetivo de reducción del déficit establecido en el Plan de Estabilidad y Crecimiento presentado a Bruselas. "Portugal está en una situación incomparablemente mejor que Grecia", pero los especuladores "se vuelven contra nosotros porque huelen sangre", ha dicho José Silva Lopes, ex gobernador del Banco de Portugal.

Por su parte, Vítor Bento, consejero de Estado y presidente de la Sociedad Interbancaria de Servicios (SIBS), considera que "Portugal está más cerca de Alemania que de Grecia si se tiene en cuenta la calificación y los vencimientos de deuda".

El Gobierno socialista de José Sócrates propone un aumento de la presión fiscal para reducir este año el déficit del 9,4% al 8,3%. El plan gubernamental incluye un incremento del 20% a las plusvalías inmobiliarias; aumento del Impuesto a las Personas Físicas (IRS) del 42% al 45% para los ingresos colectivos superiores a 15.000 euros; congelación de las prestaciones sociales no contributivas hasta 2013 (bono a la familia, subsidio de desempleo, complemento social para ancianos, entre otras); y aumento de la edad de jubilación de los funcionarios a 65 años. Actualmente puede jubilarse con 62 años y seis meses quienes cuentan con 25 años de servicio.

El Partido Social Demócrata (conservador), principal fuerza de la oposición, propone como alternativa al aumento de impuestos un recorte de lo que llama "gastos inútiles del Estado" de 1.700 millones de euros, que significaría el 1% del PIB, aunque de momento no ha dado mayores precisiones sobre dicho reajuste.

Los pronósticos de diferentes gurús sobre la situación portuguesa han ido de mal en peor desde que el pasado 15 de abril, Simon Johnson, antiguo economista jefe del Fondo Monetario Internacional, y Peter Boone, investigador de la London School of Economics escribieran en el New York Times que la situación de Portugal es tan dramática como la de Grecia. Ambos autores dibujaron un cuadro tremendo al afirmar que los dos países "están económicamente al borde de la bancarrota", y su situación es igual o más grave que la que padeció Argentina en 2001 con la suspensión de pagos y la crisis del corralito. En referencia a Portugal, reprocharon el excesivo gasto de los últimos años hasta acumular una deuda del 78% del PIB a finales de 2009, que en 2012 podría llegar al 108% si aplica su plan de estabilización.

La conclusión de Johnson y Boone es para salir corriendo. Portugal esperará a que la situación vaya a peor y entonces irán a Bruselas a pedir dinero. La UE tendrá, nuevamente, que acudir al rescate hasta que alguien se canse de ser el salvavidas de los países más débiles. "Los alemanes serán, probablemente, los primeros".

Ferreira Leite tem a “certeza absoluta” que Sócrates mentiu no Parlamento

26.04.2010 - 18:57 Por Maria José Oliveira

Manuela Ferreira Leite reitera que teve a “certeza absoluta” de que o primeiro-ministro “não estava a falar a verdade” no Parlamento, quando disse desconhecer o negócio PT/TVI, porque, de outra forma, teriam existido “consequências”.
A ex-presidente do PSD, ouvida esta tarde na comissão de inquérito sobre o negócio PT/TVI, justificou que as suas “suspeitas” sobre a eventual mentira de José Sócrates foram suscitadas pela resposta do primeiro-ministro à questão colocada pela bancada do CDS: “Fiquei surpreendida com a resposta. A resposta fez-me pressentir que alguma coisa de pouco transparente se estava a passar. Quando se mente, interessa saber por que é que se mente”, afirmou.

Ferreira Leite lembrou ainda que era “inadmissível” José Sócrates desconhecer o negócio atendendo às notícias publicadas no dia 23 de Junho e à comunicação feita à CMVM. Foi aliás nesse dia 23 de Junho que Ferreira Leite diz ter tomado conhecimento do negócio através dos jornais "i" e "Diário Económico". Além disso, notou, “tendo o Estado uma ‘golden share’ na PT é evidente que o primeiro-ministro tinha conhecimento” das negociações.

Se assim não fosse, acrescentou, “teríamos visto consequências” junto do Ministério das Obras Públicas ou dos administradores nomeados pelo Governo.

Manuel Ferreira Leite acusou ainda José Sócrates de ter agido de modo desastroso no negócio entre a PT e a TVI para salvaguardar a sua imagem pessoal. “Este assunto é exemplo do que não deve ser feito. O primeiro-ministro invocou a sua imagem pessoal para evitar um negócio bom para a empresa”, disse a ex-líder social democrata.

Granadeiro mandou cortar publicidade da PT no 'Sol' e 'Expresso'



27 Abril 2010 - 11h40
Aqui
Comissão de Inquérito PT/TVI

Carlos Barbosa, presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP) que desempenhou o cargo de administrador da PT Compras, revelou esta terça-feira que Herique Granadeiro, 'chairman' da PT, mandou cortar publicidade nos jornais 'Sol' e 'Expresso'.

'Quando nasceu o jornal 'Sol' houve uma ordem directa do Dr. Henrique Granadeiro para a equipa de meios no sentido de apoiar o jornal com publicidade', explicou Carlos Barbosa, adiantando que 'um ano depois, a equipa da PT Meios propôs uma redução porque as vendas não estavam a corresponder às expectativas e o Dr. Henrique Granadeiro deu ordem expressas para cortar mais 20 por centoao plano do 'Sol' e mais 20 por cento ao Expresso”.


Carlos Barbosa afirmou ainda aos deputados da comissão de inquérito parlamentar ao negocio PT/TVI que 'quem manda na PT é o Estado e o BES'. 'Nada se passa na PT sem o beneplácito do Governo e do grupo BES'.

O antigo administrador da PT Compras revelou também que Henrique Granadeiro saiu da Lusomundo Media 'não porque se demitiu, mas porque a Comisão Eexecutiva da PT, num acto de gestão puro, o demitiu”.

Carlos Barbosa destacou ainda o ex-administrador da PT, Rui Pedro Soares, 'nunca escondeu a sua amizade com o engenheiro José Sócrates nem a sua amizade, talvez até mais forte, com o engenheiro Mário Lino'.




Diana Ramos

quinta-feira, 22 de abril de 2010

AR subsidia viagens de Inês de Medeiros a Paris

Parlamento aprovou hoje um parecer favorável ao pagamento de uma parte da viagem semanal da deputada Inês de Medeiros a Paris.


Humberto Costa (www.expresso.pt)
19:00 Quarta-feira, 21 de Abril de 2010



Conselho de Administração (CA) do Parlamento aprovou hoje um parecer favorável ao pagamento de uma parte da viagem semanal da deputada Inês de Medeiros a Paris, com os votos contra do PSD e Bloco de Esquerda, a abstenção do CDS, as ausências de PCP e PEV e o voto favorável do PS.

Perante o empate, José Lello, presidente do CA, exerceu o voto de qualidade. A decisão caberá agora ao presidente da Assembleia da República.

O pagamento das viagens semanais de Inês de Medeiros suscitou posições divergentes nos diversos representantes dos partidos no Conselho de Administração da Assembleia da República, presidido pelo deputado socialista José Lello.

Comparticipação aprovada


A questão prendia-se com o facto de Inês de Medeiros, apesar de ter sido eleita pelo círculo eleitoral de Lisboa, residir efectivamente em Paris. Se, por um lado nenhum cidadão pode ser impedido de ser eleito por um círculo eleitoral diferente do círculo eleitoral da sua residência, por outro o estatuto dos deputados contempla o pagamento das viagens semanais do deputado à sua residência. Acontece que o regimento não faz qualquer alusão aos deputados que residem no estrangeiro, mas concorrem por um circulo nacional.

A solução encontrada, por parecer do auditor jurídico, aprovada agora no Conselho de Administração do Parlamento, aponta para o pagamento de uma "comparticipação nas despesas de deslocação entre a residência, em Paris, e Lisboa, (...) tendo como limite máximo o montante mais elevado correspondente a uma viagem aérea semanal" de ida e volta, nos termos em que são pagas as "despesas de transportes dos deputados residentes nas Regiões Autónomas (...) e em avião, na classe mais elevada praticada".

O voto favorável do PS empatou com os votos contra de PSD e Bloco de Esquerda. O CDS absteve-se e o PCP, que em anteriores reuniões do Conselho de Administração tinha-se oposto ao pagamento das viagens, desta vez não esteve presente, bem como os Verdes. Isso permitiu o voto de qualidade do presidente do CA, José Lello.

PCP ausente, mas abster-se-ia


José Soeiro, do PCP, explicou a ausência - "estive num colóquio com uma delegação dos Negócios Estrangeiros de Cabo Verde" - , mas sustentou que "mesmo que estivesse presente, o resultado daquela votação não se alteraria" já que o PCP se iria "abster".

Para o deputado comunista, tratava-se de esclarecer se efectivamente Inês de Medeiros residia em Paris, "já que existia um documento que dava como residência Lisboa e o seu cartão eleitoral também apontava nesse sentido".

Agora que "a situação foi esclarecida", sustenta José Soeiro, a posição do PCP é que esta solução deve "resolver um caso concreto face à lacuna da lei", defendendo que esta deve ser alterada.

PSD fala em caixa de Pandora


Para Jorge Costa, do PSD, a solução encontrada "é uma excepção" e poder-se-á, assim, estar a abrir "uma caixa de Pandora".

Segundo Jorge Costa, qualquer situação futura "não pode ser ignorada" à luz desta decisão, ainda que o parecer do auditor refira, claramente, "a situação preconizada como mera integração de lacuna legal (...) adequada ao caso em apreço (caso omisso), não assumindo carácter vinculativo para o futuro".

Também o Bloco de Esquerda, pela voz de Helena Pinto, insurge-se contra uma decisão que trata "excepcionalmente" uma deputada.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Godinho rompe silêncio e quer contar toda a verdade



AQUI[Face Oculta]
Manuel Godinho quer contar tudo aos investigadores do processo, depois de ter estado seis meses remetido ao silêncio

Manuel Godinho, o principal arguido do processo "Face Oculta", quer voltar a prestar declarações ao Ministério Público (MP), e está disposto a contribuir para a descoberta da verdade. Esta mudança na estratégia de defesa apanha de surpresa os restantes arguidos acusados de usarem empresas públicas para favorecerem os negócios do empresário de Ovar.

Ao que o DN apurou, Manuel Godinho já informou o procurador da República da Comarca do Baixo Vouga, João Marques Vidal, sobre a sua intenção de romper o silêncio iniciado em Outubro, quando se recusou a responder a perguntas dos investigadores. Trata-se do maior volte-face do processo que investiga uma teia de tráfico de influências envolvendo Armando Vara, vice-presidente do Millennium bcp auto-suspenso, e vários gestores de empresas de capitais públicos. Godinho é o único que está detido.

Esta mudança de estratégia de defesa acontece quando várias empresas participadas pelo Estado já concluíram as suas auditorias internas, tendo detectado irregularidades nas relações comerciais com Manuel Godinho. A Galp foi das primeiras a terminar essas diligências, tendo, no seguimento, proposto o despedimento de dois dos arguidos do processo: Paulo Costa, director de relações institucionais do grupo, e João Tavares, responsável de armazém.

Também a Inspecção-Geral das Obras Públicas (IGOP) detectou irregularidades em concursos realizados pelo Metropolitano de Lisboa em 2002. A Inspecção-Geral das Finanças, por seu lado, detectou irregularidades nos contratos entre o empresário de Ovar e os Estaleiros Navais de Viana do Castelo. A IGOP concluiu que Manuel Godinho tinha um universo de pelo menos 19 empresas para fazer negócios com o Estado. Todas estão a ser passadas a pente fino. Armando Vara já negou ter recebido dez mil euros do empresário, conforme acusa o MP Ao DN, em entrevista a 6 de Março, Godinho garantiu: "Nunca paguei a ninguém para obter favorecimentos." Mas o seu silêncio preocupa muita gente.

domingo, 18 de abril de 2010

PEDEM SACRIFÍCOS ....vejam...e divulguem.

REPASSEM POR FAVOR. . .
(MESMO QUE SEJAM SÓ TRÊS CONTATOS…)NOVO LUTO NACIONAL eremos de início dez, depois cem… mil… um milhão.....vista algo de cor preta...pendure algo desta cor na janela de sua casa... vamos conseguir!...nos DIAS 22 e 23 Maio( 2 dias)
TODOS DE LUTO CONTRA A VERGONHA!
Sabemos que sair às ruas é complicado devido aos compromissos diários, então estamos propondo que nos dias 22 e 23 de Maio todos ao saírem de casa vistam camisas/blusas pretas, e se você não tem, amarre um lenço preto no pescoço ou braço amarre um lenço preto no pescoço ou braço
MELHOR AINDA:
Pendure um pano preto na sua janela em sinal de luto pela morte da dignidade dos políticos.
Isto vai ser um sinal de repúdio à palhaçada que virou a política.
DEMONSTRE a sua indignação em todas as cidades !
Não tenha vergonha de participar!
Devemos ter vergonha de assistir à bandalheira de boca fechada e mãos atadas como um povo ignorante que não sabe comoprotestar!
Envie este texto ao maior número de pessoas.
Veja, analise e proteste !
Mais um roubo aos portugueses!
Leiam até ao fim e divulguem.
Isto não pode continuar!!!
Lista de Aposentados no ano de 2005 (Janeiro a Novembro)com pensões de luxo (mas em 2006 a lista continua imparável!): pode ser consultado em:
http://www.cga.pt/publicacoes.asp?O=3
Janeiro
Ministério da Justiça
€5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Março
Ministério da Justiça
€7148.12 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
€5380.20 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5484.41 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Empresas Públicas e Sociedades Anónimas
€6082.48 Jurista 5 CTT Correios Portugal SA
Abril
Ministério da Justiça
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5338.40 Procurador-geral Adjunta Procuradoria-Geral República
Antigos Subscritores
€6193.34 Professor Auxiliar Convidado
Maio
Ministério da Justiça
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
€5460.37 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5338.40 Procuradora-Geral Adjunta Procuradoria-Geral República
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
Junho
Ministério da Justiça
€5663.51 Juiz Conselheiro Supremo Tribunal Administrativo
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
Julho
Ministério da Justiça
€5182.91 Juiz Direito Conselho Superior Magistratura
€5182.91 Procurador República Procuradoria-Geral República
€5307.63 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
Agosto
Ministério da Justiça
€5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Conservadora Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5043.12 Notária Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Conservador 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5027.65 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
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€5173.46 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5173.46 Notário Direcção Geral Registos Notariado
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5159.57 Conservador Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Ajudante Principal Direcção Geral Registos Notariado
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€ 5173.46 Notário 1ª Classe Direcção Geral Registos Notariado
€5173.46 Notária Direcção Geral Registos Notariado
Setembro
Ministério dos Negócios Estrangeiros
€7284.78 Vice-Cônsul Principal Secretaria-Geral (Quadro Externo)
€6758.68 Vice-Cônsul mdash; Secretaria-Geral (Quadro Externo)
Ministério da Justiça
€5663.51 Juiz Conselheiro mdash; Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador mdash; Conselho Superior Magistratura
Ministério da Educação
€5103.95 Presidente Conselho Nacional Educação
Outubro
Ministério da Justiça
€5498.55 Procurador-Geral Adjunto Procuradoria-Geral República
Novembro
Ministério dos Negócios Estrangeiros
€7327.27 Técnica Especialista Secretaria-Geral (Quadro Externo)
Tribunal de Contas
€5663.51 Presidente
Ministério da Justiça
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5663.51 Juiz Conselheiro Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
€5498.55 Juiz Desembargador Conselho Superior Magistratura
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
€5015.16 Professor Coordenador Inst Superior Engenharia Lisboa

Boas Vidas!!!
Mas nem tudo vai mal nesta nossa República (Pelo menos para alguns) Com as eleições legislativas de 20/Fevereiro, metade dos 230 deputados não foram reeleitos. Os que saíram regressaram às suas anteriores actividades. Sem, contudo saírem tristes ou cabisbaixos. Quando terminam as funções, os deputados e governantes têm o direito, por Lei (feita e aprovada por eles) a um subsídio que dizem de reintegração:
- um mês de salário (3.449 euros) por cada seis meses de Assembleia ou governo.
Desta maneira um deputado que tenha desempenhado as suas funções durante uma Legislatura recebe seis salários (20.694 euros). Se o tiver sido durante 10 anos, recebe vinte salários ( 68.980 euros).
Feitas as contas aos deputados que saíram, o Erário Público desembolsou mais de 2.500.000 euros.
No entanto, há ainda aqueles que têm direito a subvenções vitalícias ou pensões de
reforma ( mesmo que não tenham 60 anos). Estas são atribuídas aos titulares de cargos políticos com mais de 12 anos.
Entre os ilustres reformados do Parlamento encontramos figuras como:
Almeida Santos.......................... 4.400, euros;
Medeiros Ferreira....................... 2.800, euros;
Manuela Aguiar.......................... 2.800, euros;
Pedro Roseta............................ .2.800, euros;
Helena Roseta........................... 2.800, euros;
Narana Coissoró……………….. .................2.800, euros;
Álvaro Barreto.......................... 3.500, euros;
Vieira de Castro........................ 2.800, euros;
Leonor Beleza………………….................... 2.200, euros;
Isabel Castro........................... 2.200, euros;
José Leitão............................. 2.400, euros;
Artur Penedos........................... 1.800, euros;
Bagão Félix............................. 1.800, euros.
Quanto aos ilustres reintegrados, encontramos, por exemplo, os seguintes exdeputados:
Luís Filipe Pereira . 26.890, euros / 9 anos de serviço;


Paulo Pedroso ........48.000, euros / 7 anos e meio de serviço
David Justino ........38.000, euros / 5 anos e meio de serviço;
Mª Carmo Romão ...... 62.000, euros / 9 anos de serviço;
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Luís Nobre Guedes.. . 62.000, euros / 9 anos e meio de serviço.
A maioria dos outros deputados que não regressaram estiveram lá somente na última legislatura, isto é, 3 anos, foi o suficiente para terem recebido cerca de 20.000, euros cada.
É ESTA A CLASSE POLÍTICA QUE TEM A LATA DE PEDIR SACRIFÍCIOS AOS PORTUGUESES PARA DEBELAR A CRISE!...
MAS... HÁ MAIS !!!
Apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco
Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado. A pensão mensal que lhe foi atribuída
ascende a 3.035 euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.
A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado – técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» - apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.
A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que
pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança
Social.
O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro. Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.
Triplicar o salário. Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi
convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de 4000 euros
mensais (800 contos). Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada
pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de
Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril.
O convite partiu do
reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária
de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um
período de 18 meses.
A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo,
o salário de administrador é reduzido em 50% - para 2000 euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.
Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de 5000 euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate (!?) em Moçambique já depois do 25 de Abril (????????), e cerca de 250 euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.
Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1200 contos limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e
telemóvel.
É BOM QUE TODOS SAIBAM COMO SE GOVERNA QUEM NOS GOVERNA.
MAS HÁ MUITO MAIS...
Vamos dar um basta e reagir como gente grande dizendo um grande BASTA!
Não se esqueça:
dias 21 + 22 de Maio BLUSA / CAMISA PRETA E PANO PRETO NA JANELA (…e divulgue este e-mail)

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Face Oculta



Nova escuta compromete Sócrates no caso Figo
Por Luís Rosa
Mensagens escritas e escutas aos telefones de Armando Vara mostram que José Sócrates estava a par das negociações com Luís Figo para este o apoiar publicamente nas legislativas, avança a edição do SOL esta sexta-feira
Uma intercepção telefónica a Armando Vara que consta do processo Taguspark/Luís Figo indicia que o primeiro-ministro acompanhou de perto as negociações de Rui Pedro Soares, administrador da PT, para obter o apoio eleitoral do ex-futebolista.
Trata-se de um sms enviado por Vara a Rui Pedro Soares no dia 6 de Agosto, véspera da publicação da entrevista de Figo no Diário Económico: «Rui, afinal não aconteceu nada. Anda uma grande irritação. Podes dizer-me o que se passa? AV».
Ora, no mesmo dia 6, Sócrates interpelou Vara – numa conversa em linguagem cifrada que o SOL revelou há três semanas – sobre algo («uns exames») que deveria ter acontecido «no dia 1» de Agosto.
Recorde-se que, na acusação que o Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa deduziu esta semana, conclui-se que a referida entrevista e um pequeno-almoço com Sócrates, em que Figo expressou o seu apoio à recandidatura do primeiro-ministro nas eleições legislativas, foram a contrapartida pela assinatura prévia de contratos entre o atleta e o Taguspark e a PT.
luis.rosa@sol.pt

A MINHA MÚSICA

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