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terça-feira, 23 de agosto de 2016

CHEFES vs COZINHEIRAS


Um texto de Ruy Vieira Nery sobre as cozinheiras à antiga e os chefes da moda:

"Antigamente as cozinheiras dos bons restaurantes portugueses eram umas Senhoras rechonchudas e coradas, em geral já de idade respeitável, com nomes bem portugueses ainda a cheirar a aldeia – a D. Adozinda, a D. Felismina, a D. Gertrudes – e por vezes com uma sombra de buço que parecia fazer parte dos atributos da senioridade na profissão. Tinham começado por baixo e aprendido o ofício lentamente, espreitando por cima do ombro dos mais velhos. E tinham apurado a mão ao longo dos anos, para saberem gerir cada vez com mais mestria a arte do tempero, a ciência dos tempos de cozedura, os mistérios da regulação do lume. A escolha dos ingredientes baseava-se numa sabedoria antiga, de experiência feita, que determinava o que “pertencia” a cada prato, o que “ia” com quê, os sabores que “ligavam” ou não entre si. Traziam para a mesa verdadeiras obras de arte de culinária portuguesa, com um brio que disfarçavam com a falsa modéstia dos diminutivos – “Ora aqui está o cabritinho”, “Vamos lá ver se gosta do bacalhauzinho”, “Olhe que o agriãozinho é do meu quintal”. Ficavam depois a olhar discretamente para para nós, para nos verem na cara os sinais do prazer de cada petisco, mesmo quando à partida já tinham a certeza do triunfo, porque cada novo cliente satisfeito era como uma medalha de honra adicional. E a melhor recompensa das boas Senhoras era o apetite com que nos viam: “Mais um filetezinho?” “Mais uma batatinha assada?”.

Hoje em dia, ao que parece, nestes tempos de terminologias filtradas, já não há cozinheiros, há “chefes”, e a respectiva média etária ronda a dos demais jovens empresários de sucesso com que os vemos cruzarem-se indistintamente nas páginas da “Caras” e da “Olá”. Os nomes próprios seguem um abcedário previsivel – Afonso, Bernardo, Caetano, Diogo, Estêvao, Frederico, Gonçalo, … – e os apelidos parecem um anuário do Conselho de Nobreza, com uma profusão ostensiva de arcaismos ortográficos que funcionam como outros tantos marcadores de distinção – Vasconcellos, Athaydes, Souzas, Telles, Athouguias, Sylvas… Quase nunca os vemos, claro, porque os deuses só raramente descem do Olimpo, mas somos recebidos por um exército de divindades menores cuja principal função é darem-nos a entender o enorme privilégio que é podermos aceder a semelhante espaço tão acima do nosso habitat social natural. A explicação da lista é, por isso, um longo recitativo barroco, debitado em registo enjoado, em que, mais do que dar-nos uma ideia aproximada das escolhas possíveis, se pretende esmagar-nos com a consciência da nossa pressuposta inadequação à cerimónia em curso.

A regra de ouro é, claro, o inusitado das propostas culinárias em jogo e, preferivelmente, a sua absoluta ininteligibilidade para o cidadão comum. Mandam, pois, o bom senso e o próprio instinto de auto-defesa que se delegue na casa a escolha do menu, sabendo-se, no entanto, que não vale a pena sonhar com que pelo meio nos apareça um pobre cabrito assado no forno, um humilde sável com açorda, ou uma honesta posta de bacalhau preparada segundo qulquer das “Cem Maneiras” santificadas das nossas Avós. Seja o que Deus quiser! E começam então a chegar a “profiterolle de anchova em cama de gomos de tangerina caramelizados, com espuma de champagne”,  o “ceviche de vieira com molho quente de chocolate branco e raspa de trufa”, a “ratatouille de pepino e framboesa polvilhada com canela e manjericão”, e por aí fora, em geral com largos minutos de intervalo entre cada prato e o seguinte, para nos dar tempo de meditar sobre a experiência numa espécie de retiro espiritual momentâneo…

E é de experiência que se pode aqui falar no sentido mais fugaz do termo. Deliciosa ou intragável, a oferta tende a ser, por princípio, “one time only”, porque quando o empregado anuncia, na sua meia voz enfadada, o “camarão salteado em calda de frutos silvestres e açafrão”, o uso do singular não é metafórico – é mesmo um exemplar único da espécie que se nos apresenta em toda a sua glória, ainda que possa reinar isolado no meio de um prato em que em tempos caberia um costeletão de novilho com os respectivos acompanhamentos.

Se se detestar, há pelo menos a consolação de que não haverá qualquer hipótese de reincidência do crime; se se adorar – o que há que reconhecer que muitas vezes acontece – ficará apenas a memória fugidia do prazer inesperado. A função do “chefe” é proporcionar-nos no palato esta sucessão de sensações momentâneas  irrepetíveis, todas elas em doses cuidadosamente homeopáticas, um pouco como as configurações sempre novas de um caleidoscópio – ou, se se preferir uma imagem mais forte, como a versão gastronómica de uma poderosa substância alucinogénea, daquelas que faziam as delícias da geração hippie dos anos 60 quando lhe davam a ver, ora elefantes cor-de-rosa, ora hipopótamos azul-celeste. Wow!


Que saudades das Donas Adozindas, das Donas Felisminas, das Donas Gertrudes, mais camponesas ainda do que citadinas, com a sua sabedoria, as suas receitas de família, a sua simplicidade, a sua fartura, o seu gosto de servir bem, o seu sentido de tradição e de comunidade!"

terça-feira, 16 de agosto de 2016

DiskFiltration

A nova técnica, que foi batizada de DiskFiltration, vem juntar-se muitas outras que comprovam que, tecnicamente, é possível aceder a dados armazenados num dispositivo eletrónico, através da criação de vias de comunicação alternativas à Internet.
De acordo com os investigadores da universidade israelita, é possível aceder aos dados armazenados num computador através da captação dos ruídos produzidos durante o funcionamento dos discos rígidos.

Como funciona o DiskFiltration?

Os investigadores de segurança que criaram o DiskFiltration basearam-se em trabalhos similares, mas desta vez o foco foram os discos dos computadores e os seus motores, elementos que conseguem produzir som em frequências abaixo do que é possível ao ouvido humano ouvir.
O vírus criado conseguiu tomar conta do actuador do disco e assim controlar o motor deste elemento, acelerando-o ou abrandando-o consoante necessitava de produzir os diferentes sons.

Como funciona o Fansmitter?

A segurança informática pode tomar várias formas, consoante o grau de protecção que se quer dar aos dados. Se o limite se julgava ser o isolamento da Internet e de qualquer rede de computadores, essa ideia terá de ser repensada.
Investigadores de uma universidade israelita criaram nova uma forma de roubar dados de um computador, o Fansmitter, usando apenas as ventoinhas presentes nessas máquinas.
Artigo 1

Portugal - Quadrilhas ...

 Paulo Novais / Lusa
 14 Junho, 2016 por ZAP
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) tem mais de 2,3 mil milhões de euros de empréstimos que correm o risco de não serem pagos. Uma auditoria coloca em causa a forma como foram concedidos vários créditos sem garantias suficientes.

Os resultados desta auditoria, que terminou em Agosto de 2015, são divulgados pelo Correio da Manhã num artigo intitulado “Crédito a amigos afunda Caixa”.

O diário faz referência ao facto de Armando Vara e Carlos Santos Ferreira, que foram nomeados para a administração da CGD, em 2005, pelo então ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, terem alegadamente autorizado “os créditos mais complicados”.

Entre os nove maiores devedores da CGD estão os grupos Espírito Santo, Lena e Efacec e o grupo do angolano António Mosquito com dívidas da ordem dos 912 milhões de euros, conforme avança o CM.

A auditoria citada pelo CM atesta que a Caixa concedeu empréstimos com “deficiente análise de risco” ou “com garantias claramente insuficientes“, salientando que estão em causa “mais de 2,3 mil milhões de euros de empréstimos em risco de não serem pagos”.

A mesma análise apurou que, entre 2011 e 2015, os créditos da CGD dados como perdidos chegaram aos 6,1 mil milhões de euros, com uma margem financeira a situar-se no zero.

O maior devedor da CGD é o Grupo Artlant, com empréstimos de 476,4 milhões de euros e 214,4 milhões em créditos perdidos (imparidades). Este grupo tinha planos para a construção, em Sines, do maior projecto industrial de Portugal, para produzir ácido tereftálico purificado, a matéria-prima das embalagens de poliéster, mas teve que abandonar a ideia depois da falência do seu principal accionista, os espanhóis do La Seda.

O Grupo Efacec, vendido pelo Grupo Mello e pela Têxtil Manuel Gonçalves a Isabel dos Santos, obteve 303,2 milhões de euros de créditos da CGD e tem 15,2 milhões de créditos perdidos.

Segue-se o empreendimento do Vale de Lobo com 282,9 milhões de euros de exposição e 138,1 milhões em imparidades. O papel de Armando Vara como administrador da CGD, no âmbito do empreendimento turístico no Algarve, já lhe valeu a constituição como arguido na Operação Marquês, processo onde José Sócrates é também suspeito.

A Auto Estradas Douro Litoral, com 271,3 milhões de exposição e 181,4 milhões de imparidades, está também entre os principais devedores da CGD, tal como o Grupo Espírito Santo com 237,1 milhões de euros em créditos e 79 milhões de imparidades.

O Grupo Lena tem 225 milhões de créditos e 76,7 milhões de imparidades na CGD, enquanto o grupo de António Mosquito tem 178 milhões de euros de empréstimos e 49,2 milhões de euros de créditos perdidos.

Reyal Urbis tem 166,6 milhões de euros de empréstimos e 133,3 milhões de imparidades, enquanto a Finpro SCR conta com 123,9 milhões de euros e 24,8 de imparidades na CGD.

CUIDADO COM ELE - "Pokemon Go"

Pokemon, o jogo que traz espiões para dentro de casa
Pode falar de "Pokemon Go"? 
·  
Tem que aprofundar nas fontes primárias.
·   Programador do jogo: Niantic Labs. É uma start-up da Google. Os laços da Google com o Big Brother são bem conhecidos, mas irei um pouco mais fundo.
·   A Niantic foi fundada por John Hanke, o qual fundou a Keyhole, Inc. – um projecto de mapeamento de superfícies cujos direitos foram comprados pela mesma Google e utilizados para criar o Google-Maps, o Google-Earth e o Google Streets.
·   E agora, atenção, observe as mãos! A Keyhole, Inc. foi patrocinada por uma empresa de capital de risco chamada In-Q-Tel , que é uma fundação oficialmente da CIA estabelecida em 1999.
As aplicações mencionadas acima resolvem desafios importantes:
·   Actualização do mapeamento da superfície do planeta, incluindo estradas, bases [militares] e assim por diante. Outrora tais mapas eram considerados estratégicos e confidenciais. Os mapas civis continham erros propositais.
·   Robots nos veículos da Google Streets olhavam tudo por toda a parte, mapeando nossas cidades, carros, caras...
Mas havia um problema. Como espiar dentro dos nossos lares, porões, avenidas com árvores, quartéis, gabinetes do governo e assim por diante?
Como resolver isso? O mesmo estabelecimento, Niantic Labs, divulgou um brinquedo genial que se propagou como um vírus, com a mais recente tecnologia da realidade virtual.
Uma vez descarregada a aplicação e dadas as permissões adequadas (para acessar a câmara, microfone, giroscópio, GPS, dispositivos conectados, incluindo USB, etc) o seu telefone vibra de imediato, informando acerca da presença dos três primeiros pokemons! (Os três primeiros aparecem sempre de imediato e nas proximidades).
O jogo exige que você dispare para todos os lados, atribuindo-lhe prémios pelo êxito e ao mesmo tempo obtendo uma foto da sala onde está localizado, incluindo as coordenadas e o ângulo do telefone.
Parabéns! Acaba de registar imagens do seu apartamento! Preciso explicar mais?
A propósito: ao instalar o jogo você concorda com os termos do mesmo. E não é coisa pouca. A Niantic adverte-o oficialmente:   "Nós cooperamos com agências do governo e companhias privadas. Podemos revelar qualquer informação a seu respeito ou dos seus filhos...". Mas quem é que lê isso?
E há o parágrafo 6:   "Nosso programa não permite a opção "Do not track" ("Não me espie") do seu navegador". Por outras palavras – eles o espiam e o espiarão.
Assim, além do mapeamento alegre e voluntário de tudo, outras oportunidades divertidas se apresentam.
Por exemplo: se alguém quiser saber o que está a ser feito no edifício, digamos, do Parlamento? Telefones de dúzias de deputados, pessoal da limpeza, jornalistas vibram: "Pikachu está próximo!!!" E cidadãos felizes agarrarão seus smartphones, activarão câmaras, microfones, GPS, giroscópios... circulando no lugar, fitando o écran e enviando o vídeo através de ondas online...
Bingo! O mundo mudou outra vez, o mundo está diferente.


Bem vindo a uma nova era

Túmulo do Rei D. Dinis foi aberto em 1938

Domingo, 16 Novembro, 2014  
O Rei D. Dinis escolheu a Igreja do Mosteiro Cisterciense de Odivelas para sua última morada. Indicou mesmo o local – a meio, entre a capela-mor e o coro. Para que a sua vontade fosse cumprida, fez essa declaração no seu testamento. Assim se cumpriu. Naquele local e naquele Igreja foi depositado o seu corpo quando o cortejo fúnebre chegou, vindo de Santarém. Era um mausoléu majestoso. O primeiro a ter uma estátua jacente. O primeiro a ficar dentro de um lugar sagrado. Estava cercado de grades altas de ferro terminando em escudetes nas pontas dos balaústres com as armas de Portugal, e cruzes da Ordem de Cristo. Um dossel cobria-o em toda a sua dimensão.
O sismo de 1755 precipitou sobre o túmulo do Rei D. Dinis a abóbada da igreja do Mosteiro Cisterciense de Odivelas deixando-o gravemente arruinado.
Reconstruída a Igreja, foi o túmulo encostado à teia do corredor lateral direito e ali esteve até 1938, ano em que se fizeram novamente obras na Igreja. Em consequência dessas obras, foi necessário mudá-lo de lugar e para facilitar o trabalho transportaram primeiro a tampa, pelo que, logo que a levantaram, ficaram à vista os restos mortais do Rei.
Removida a tampa viu-se um manto de brocada vermelho a cobrir o corpo do Rei, da cabeça aos pés. Este manto era tecido com fios de ouro. A todo o cumprimento tinha faixas alternadas, separadas com fios dourados e onde se tinham executado bordados com os seguintes motivos: numa das faixas estavam bordadas pinhas em toda a sua extensão; na faixa seguinte bordaram açores e na última viam-se flores de Liz.
Na opinião dos que assistiram a este acontecimento, as pinhas são uma referência ao pinhal de Leiria. Os açores, sendo o Rei um amante da caça de volataria, lembram-nos a aves de caça que muito estimava. Conta-se que até mandou construir uma capela a São Luís em Beja, porque este santo lhe ressuscitou um falcão.
As flores de Liz são uma afirmação da sua ascendência real francesa.
Retirado o manto, ficou à vista o esqueleto do Rei, que estava completo e coberto pela pele ressequida. Tinha vestido um colete de lã branca muito macia, sobre a túnica.
A cabeça repousava numa almofada e estava inclinada como quem dorme sobre o lado esquerdo, posição que o corpo acompanhava ligeiramente. O braço direito dobrado sobre o peito e o esquerdo descaído ao longo do corpo. Apenas os ossos dos pés estavam separados uns dos outros. Nos maxilares a pele estava um pouco separada e apresentava uma longa barba ruiva. Na cabeça a pele não se apresentava solta do crânio e tinha tufos de cabelos ruivos. O Rei tinha 64 anos quando faleceu, o que para a época era uma idade avançada. Apesar da idade, conservava todos os dentes.
Perante os restos mortais do Rei, os pintores dos seus retratos não se podiam ter enganado mais. Foi uma surpresa a verificação que era ruivo, o que se deve ao facto de ter antecedentes germânicos.
Afirma-se que soldados franceses terão tentado profanar o túmulo pensando que o Rei teria sido sepultado com esporas de ouro. De facto alguém partiu o túmulo no sítio dos pés , e terão introduzido um objecto que puxasse as esporas. Não garanto que tivesse sido assim, mas o facto de os ossos dos pés estarem espalhados pode ter essa explicação.
Não há sinais de ter sido aberto o túmulo antes de 1938, nem notícia de ter sido aberto depois.
Posteriormente foi levado para o segundo absidíolo esquerdo, por decisão dos técnicos das obras, decisão que não foi aprovada pelo presidente do Conselho, que ordenou a sua remoção para dentro da Igreja, por saber que essa era a vontade do Monarca. Foi então colocado onde hoje se encontra – na capela do lado do Evangelho.
Para que conste que o Rei D. Dinis está sepultado no seu túmulo, depositado na Igreja do Mosteiro Cisterciense feminino de São Dinis e São Bernardo em Odivelas, o que tenho vindo a afirmar continuadamente desde 1980.
:: ::
«Por Terras de D. Dinis», crónica de Maria Máxima Vaz

Nota - "conhecimentos porque uma pessoa com saber e responsável soube transmitir-nos o que viu. Era então Director do Instituto de Odivelas um grande Militar e Pedagogo, Coronel Ferreira Simas.
Assistiu à abertura e ordenou a uma professora de desenho que reproduzisse os bordados do manto. Mais tarde teve conhecimento de um artigo que fazia uma descrição cheia de atropelos. Então ele fez um relatório dos factos, com a descrição do que viu. Merece todo o crédito a sua descrição e foi aí que obtive as informações que aqui vos deixei com enorme satisfação."

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

COMO INICIAR UM DISCURSO INTELIGENTE.

Um exemplo de oratória e habilidade política, ocorrido recentemente na ONU, fez sorrir toda a comunidade mundial ali presente.
Falava Benjamin Nataniau,  representante de Israel na ONU:

"Antes de começar o meu discurso, quero contar-lhes algo inédito sobre Moisés. (todos ficaram muito curiosos).
Quando Moisés golpeou a rocha com seu cajado e dela saiu água, pensou imediatamente":
“Que boa oportunidade para tomar um banho!
Tirou a roupa, deixou-a junto da pedra e entrou n’água.
Quando acabou de banhar-se e quis vestir-se, a sua roupa tinha desaparecido!
Os palestinos tinham-na roubado!"
O presidente do Irão levantou-se furioso e bradou:

"Que mentira boba e descabida! Nem havia palestinos naquela época", gritou o presidente e todos os palestinianos presentes concordaram, aplaudindo.
O representante de Israel então sorriu e afirmou:


"Muito bem... então, agora que ficou bem claro quem chegou primeiro a este território e quem foram os invasores, posso enfim começar o meu discurso..."

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Bug Android em 900 milhões de telefones

Foram descobertas falhas de segurança graves que podem permitir o acesso aos dados de alguns telemóveis com o sistema operativo Android. As quatro vulnerabilidades ou erros (bugs) num programa (software) que corre em milhões de dispositivos que utilizam processadores — chamados LTE chipsets — fabricados pela empresa norte-americana Qualcomm.
As falhas afetam dispositivos que contenham chips Qualcomm
Alguns dos modelos mais recentes de algumas marcas de telemóveis que utilizam estes processadores são os seguintes:
  • BlackBerry Priv
  • Blackphone 1
  • Blackphone 2
  • Google Nexus 5X
  • Google Nexus 6
  • Google Nexus 6P
  • HTC One
  • HTC M9
  • HTC 10
  • LG G4
  • LG G5
  • LG V10
  • New Moto X da Motorola
  • OnePlus One
  • OnePlus 2
  • OnePlus 3
  • Samsung Galaxy S7
  • Samsung S7 Edge
  • Sony Xperia Z Ultra
Se uma destas quatro vulnerabilidades for explorada por intrusos ouhackers, estes podem ganhar acesso aos dispositivos e aceder progressivamente aos dados dos utilizadores.
As falhas foram encontradas no software que lida com gráficos e no código que controla a comunicação entre os diferentes processos em execução no telefone, refere a BBC. No entanto, até ao momento não existem provas de que alguma destas vulnerabilidades seja conhecida doshackers.

Quem paga impostos em Portugal?


A Direcção Geral do Orçamento publica dados interessantes sobre a colecta de impostos na sua apresentação do Orçamento de Estado, dados esses úteis para desmistificar a ideia falsa, muito propagada pela esquerda, de que os ricos não pagam o que deviam.
1. Quem paga o IRS em Portugal?


Como é fácil de constatar, o top 9% da distribuição de rendimentos paga 70% de todo o IRS. E o top 1% é responsável por 28%, um quarto de toda a receita fiscal proveniente do IRS.
2. Quem paga o IRC em Portugal?
 
De forma ainda mais acentuada é o top 9% das empresas que paga a parte mais substancial do IRC, o que neste caso vai até aos 83%. Convém recordar que uma empresa, não obstante ter figura jurídica, não existe: não come, não dorme, não fala. E, no entanto, paga impostos por duas vias: taxando os lucros, um péssimo desincentivo ao reinvestimento; taxando os seus accionistas, através dos dividendos. Esta percentagem refere-se somente ao IRC, sendo que os dividendos estão incorporados no IRS.
3. O que é ser rico em Portugal?

Segundo a distribuição de rendimentos, alguém que aufira 1600€ por mês (+ de 20 000€ por ano) está no top 20% dos mais ricos de Portugal (medida em % dos rendimentos e não da riqueza).
4. E o IVA?
Não é tão fácil determinar quem paga o IVA por escalão de rendimento, mas um simples exercício teórico poderá ajudar a elucidar. Consideremos uma família pobre de parcos rendimentos que consome, sujeito a IVA, cerca de 400€/mês, e paga um aluguer de 500€/mês. Embora a maior parte desse consumo seja em bens de primeira necessidade, sujeitos à taxa mínima de 6%, consideremos que a média é de 13%. Assim sendo, essa família pagará de IVA, no final do mês, cerca de 52€ do consumo mais cerca de 115€ do arrendamento. Totaliza 167€ mensais, aproximadamente.
Agora consideremos uma família abastada que adquire um Mercedes Classe S no valor de 120 000€. Pagará de IVA aproximadamente 27 600€. Ora, serão precisos quase 14 anos para que a família pobre pague tanto de IVA quanto pagou a família abastada numa só compra, excluindo todas as outras despesas.

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

A IMPUNIDADE !

Porra! Começa a ser demais!

​IDEIAS DE BRONCOS DO GOVERNO QUE VÃO AO FUTEBOL, VIAJAM À CONTA DA GALP E NÃO SÓ...​

Todos os dias chegam ao mercado de trabalho novos “boys” e, como trabalhar não é com eles, é preciso sustentá-los; logo, são precisos novos “tachos” nos  observatórios, institutos, fundações, secretarias e todo um rol de entidades que só existem para os sustentar; então inventam-se novos impostos: para já o sol e a vista (quem é que vai definir o que é uma boa vista? E se o proprietário for cego?), amanhã vai ser a qualidade do ar, depois, depois, … ter ou não ter piolhos… e, mais tarde ou mais cedo, o ser ou não ser FDP!

"A ideia de tributar um património já de si é gravíssima, porque o património pode não gerar qualquer rendimento e as pessoas em última análise até podem perder os seus imóveis, em consequência de estarem a ser tributados por um património que não gera rendimentos, designadamente quando é para habitação própria".

"Era inevitável que estes crânios que provocam estas alterações, viessem também a tributar o sol de que nós dispomos"; "Portugal é um país com sol, 365 dias por ano, e, portanto, eles puseram-se a magicar e verificaram que era mesmo daí que iam conseguir aumentar a receita fiscal." "Todas as casas em Portugal têm exposição solar, porque somos um país meridional e sol é uma coisa que abunda. Era fatal que isto acontecesse. A fase seguinte, tudo indica, vai ser taxar o oxigénio que a gente respira".

Até o sol paga imposto
 1. Parecem sem fim as possibilidades que o Estado encontra para ir ao bolso dos portugueses. A imaginação não podia ser mais fértil. Quando julgamos impossível obrigarem-nos a contribuir mais ainda para o bolo comum, eis uma ideia curiosa, surpreendente. Se vive numa casa bem exposta ao sol, virada para uma bela paisagem, prepare-se: haverá um agravamento do valor a pagar pelo imposto municipal sobre imóveis (IMI). 
Como quase tudo proveniente da Autoridade Tributária, a medida é algo indecifrável para o comum cidadão. Neste caso, trata-se de um coeficiente de localização e operacionalidade relativa, que, por sua vez, integra ainda um coeficiente de qualidade e conforto. Pois bem, se vive numa casa confortável, terá de pagar, é essa, em suma, a sustentação do imposto. Perante isto, teremos também de ser imaginativos. Antes de os diligentes funcionários da Autoridade Tributária reavaliarem a casa, não percamos tempo. Convoque-se, com urgência, uma reunião de condomínio ou promova-se um encontro de vizinhos: e avance-se com a plantação, o mais rápido possível, de uma barreira de árvores. Atenção aos pormenores. Só valem árvores de folha perene, para que a sombra se mantenha ao longo de todo o ano. E, já agora, talvez seja boa ideia optar por árvores de crescimento célere, de modo a tapar rapidamente a paisagem.2. A Autoridade Tributária faz escola na administração pública nacional. Hoje em dia, entrar numa igreja deixou de ser um ato de fé. Confesso o desconforto quando, a meio de uma jornada de lazer, tento entrar num templo com o simples propósito de estar [só], e sou barrada por um cobrador de bilhetes. Os edifícios, eu sei, têm de ser preservados. Aceito, sem qualquer reserva, que num edifício como a Sé de Évora, por exemplo, se cobre ingresso para visitar os claustros, ou uma área musealizada. Não aceito pagar para ir à igreja. Antes de ser monumento nacional, o edifício é um local de culto, onde qualquer um deveria entrar e ficar em comunhão consigo próprio ou com uma entidade transcendente, num momento de recolhimento e paz.Admito as dificuldades financeiras inerentes à manutenção das igrejas. Mas sei também que os nossos impostos devem ser para aí encaminhados. O que pagamos pelo sol, pela paisagem magnífica que sirva, enfim, para preservar a talha dourada e os frescos dos nossos monumentos.
por John Wolf, em 01.08.16

O governo de Portugal está tão desorientado que já se guia pela boa ou má exposição solar. Faz sentido que apresentem esta novidade em plena época balnear.
 A maior parte dos portugueses está a banhos com o cu virado para a lua. Resta saber qual o factor UV do IMI.

Deve haver aqui uma coordenação com o ministério da saúde. Ou seja, um T3 com varanda e sol a irradiar pela sala, é mais propenso a cancros da pele do que uma vivenda insalubre - isso deve ser levado em conta. E as caves húmidas não contam para atenuar a carga do novo IMI?
E se a salinha de estar aquecer no Inverno, porque está exposta a Marte, não merece um desagravo? A conta do aquecimento de certeza que será mais baixa. E as roulottes de campismo viradas a sul? E olhar para o sol com um par de binóculos? António Costa e seus muchachos devem ter apanhado uma insolação das boas.
Está tudo louco. Estão doidos.

A neo-austeridade ainda nos vai surpreender muito mais.

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Código IRC 2016

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Versão consolidada do Código IRC 2016 ainda sem as alterações a seguir enunciadas.

O Código do IRC 2016 sofreu ligeiras alterações com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 42/2016. Este decreto-lei concentra a consequência prática das alterações legislativas que o Orçamento do Estado concedeu ao governo produzindo alterações no Código do IRS 2016, no Código do IVA 2016, e no Código do Imposto de Selo. Estas alterações estão em vigor desde 2 de agosto de 2016.
“No que concerne ao Código do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (Código do IRC), o Governo procede à alteração dos artigos 106.º e 122.ºRelativamente ao artigo 106.º do Código do IRC, cumpre clarificar as regras aplicáveis na determinação do pagamento especial por conta quando seja aplicado o regime especial de tributação dos grupos de sociedades, estabelecendo que aquele deve ser calculado por cada sociedade individualmente considerada, nas mesmas circunstâncias que seriam aplicáveis caso estas não pertencessem ao grupo, recaindo o pagamento especial por conta do somatório desses valores à sociedade dominante.Simultaneamente, é alterado o artigo 122.º do Código do IRC, estabelecendo -se que, quando seja aplicado o regime especial de tributação dos grupos de sociedades, e alguma das sociedades do grupo apresente declaração de substituição da declaração periódica de rendimentos individual, caiba à sociedade dominante proceder à substituição da declaração periódica de rendimentos do grupo, recaindo sobre esta o ónus de repercutir na liquidação do grupo os elementos constantes da declaração de substituição.Em conformidade com a autorização legislativa concedida é ainda atribuída natureza interpretativa às alterações a efetuar aos n.os 12 e 13 do artigo 106.º do Código do IRC.”

Maldivas

 Ilhas Maldivas
Depois de alguns dias pela Europa, gostaria de ir às Ilhas Maldivas, o menor país da Ásia. Procurei informações e na net encontrei estas lindas fotos que partilho com vocês:
Estação do Ano: Setembro de 2010
Ar/ Trem ou Mar: Aereo + Seaplane – Vôo de Roma para Maldivas (Male), a Cia área era a Meridiana Fly, bem fraca por sinal, mas não tinha opção de voo direto.
10 Horas de voo. Chegando lá, o aeroporto é muito, mas muito simples mesmo. Todas as malas passam pela esteira para verificarem se tem alguma bebida alcoólica. Do aeroporto segue de autocarro da agência de viagem para o porto, onde pegamos outro vôo, mas agora em um Seaplane.
 Vista do Seaplane

 A vista do avião é demais!
 O  Seaplane (hidroavião) 
 O  Seaplane é um avião que descola e pousa na água.
 Os pilotos descalços e cabem umas 15 pessoas lá dentro.
 Hotel: W Retreat Spa. O lounge do Hotel já foi um espetáculo. Existem muitas ilhas, e vários resorts com variados preços.
 Carrinho do Golfe - Ilha da Fantasia total!
O resort tem comida maravilhosa, a água muito clara, até com céu fechado. Todo dia pode fazer e muitos passeios, tudo depende de quanto você quer gastar.
 Aprecie esta vista.
 Entrada do Resort

 Um cantinho delicioso...
O quarto é um bangalo super estruturado, wi-fi, banheiro, banheira , super cama , piscina hidromassagem, churrasqueira, lounge no deck … o som da ilha inteiro era Boose, tudo é muito caprichado..
 O bongalô 
 Piscina
 Pequeno almoço
Atrações/Passeios: Mergulho, SeaBob, Passeio de Barco e tudo o que for relacionado a mar.
Restaurantes/Bares que vale a pena mencionar: todos do hotel – existem 4 restauramtes – um de churrasco FIRE, um de peixes FISH, um para tomar coqueteis e petiscos – SIPE e o restaurante que tem um cardapio variado para todas as ocasiões – KITCHEN
 Restaurante
 Comida diliciosa






A MINHA MÚSICA

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