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quinta-feira, 19 de julho de 2018

ESQUEMAS SUSPEITOS NA RECONSTRUÇÃO DE PEDROGÃO

CAPA DA VISÃO DESTA SEMANA

CCDR Centro confirma que os casos de reconstruções alegadamente fraudulentas noticiados pela VISÃO vão ser entregues para investigação

As alegadas reconstruções irregulares de casas em Pedrógão Grande, noticiadas esta quinta-feira na edição em papel pela VISÃO, vão ser encaminhadas para o Ministério Público.
Segundo fonte da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), entidade que centralizou os processos de candidatura a apoios financiados com donativos, será a própria Ana Abrunhosa (presidente do organismo) a fazer seguir os sete casos denunciados pela VISÃO para investigação judicial.
Além das situações de presumíveis intervenções indevidas já relatadas, outras que a CCDRC identifique e denúncias que venham a aparecer terão igualmente como destino o Ministério Público.
Na base desta decisão da CCDR, refira-se, está uma investigação da VISÃO que revelou que os critérios definidos pelo fundo Revita para reconstrução de casas nos concelhos afetados pelos incêndios de 17 de junho do ano passado terão sido contornados.
As normas previam que as obras prioritárias incidiriam em imóveis que fossem habitações próprias e permanentes, mas o expediente utilizado na instrução dos processos foi simples: a alteração das moradas fiscais, já depois da data dos fogos, para que habitações não permanentes fossem tratadas como primeiras casas - mesmo aquelas onde ninguém vivia há anos.
No concelho pertencente ao distrito de Leiria, há acusações de favorecimento e compadrio nas instruções dos processos (feita na autarquia) e, no total, cerca de meio milhão de euros terá sido canalizado para situações irregulares.
Ana Abrunhosa, disse à VISÃO que todo o trabalho foi feito com clareza e transparência, mas admitiu que possam ter sido recuperadas casas que até nem tenham ardido. O Governo garantiu não ter recebido qualquer denúncia e a Câmara Municipal de Pedrógão Grande não quis responder às perguntas.

UMA VERGONHA...


UMA VERGONHA

1. Especialistas ingleses e norte-americanos estudaram comparativamente o esforço das Nações envolvidas em vários conflitos em simultâneo, principalmente no que respeita à gestão desses mesmos conflitos, nos campos da logística geral, do pessoal, das economias que os suportam e dos resultados obtidos.

Um deles, o americano John P.Cann, aquele que mais escreveu sobre o esforço de guerra português num estudo financiado pelo Kings College de Londres, chegou a várias conclusões.

Assim chegou à conclusão que em todo o Mundo só havia 2 Países que mantiveram 3 Teatros de Operações em simultâneo; a poderosa Grã-Bretanha, com frentes na Malásia (a 9.300 Kms de 1948 a 1960); no Quénia (a 5.700 Kms de 1952 a 1956); e em Chipre (a 3.000 Kms de 1954 a 1959), e o pequenino Portugal. Com frentes na Guiné(a 3.400 Kms), Angola (a 7.300 Kms) e Moçambique (a 10.300 Kms) de 1961 a 1974 (13 anos seguidos).

Estes especialistas chegaram à conclusão que Portugal, dadas as premissas económicas, as dificuldades logísticas para abastecer as 3 frentes, bem como a sua distância, a vastidão dos territórios em causa, e a enormidade das suas fronteiras, foi aquele que melhores resultados obteve.

Consideraram por ultimo, que as performances obtidas por Portugal, se devem sobretudo à capacidade de adaptação e sofrimento dos seus recursos humanos, e à sobrecarga que foi possível exigir a um grupo reduzido de quadros dos 3 Ramos das Forças Armadas, comissão atrás de comissão, com intervalos exíguos de recuperação física e psicológica. Isto são observadores internacionais a afirmá-lo, nomeadamente John P. Cann no seu livro "Contra Insurreição em África"-1961/74. O modo português de fazer a Guerra".

Conheci em Lisboa oficiais americanos com duas comissões no Vietnam. Só que ambas com 3 meses em cada comissão, intervaladas de um descanso de outros 3 meses no Hawai.

Todos os que serviram a Pátria e principalmente as gerações de Oficiais, Sargentos e Praças dos 3 Ramos das Forças Armadas.

Que serviram durante 13 anos na Guerra do Ultramar, nos 3 Teatros de Operações, só pelo facto de aguentarem este esforço sobre-humano que se reflete necessariamente em debilidades de saúde precoces, mazelas para toda a vida, invalidez total ou parcial, e morte, tudo ao serviço da Pátria, merecem o reconhecimento da Nação, que jamais lhes foi dado.

2. Em todo o mundo civilizado, e não só, em Países Ricos, cidadãos protagonistas dos grandes conflitos e catástrofes com eles relacionados, vencedores ou vencidos, receberam e recebem por parte dos seus Governos, tratamentos diferenciados do comum dos cidadãos, sobretudo nos capítulos sociais da assistência na doença, na educação, na velhice, e na morte, como preito de homenagem da Nação àqueles que lutaram pela Pátria, com exposição da própria vida.

Todos os que vestiram a farda da Grã-Bretanha, França, Rússia, Alemanha, Itália e Japão e sua descendência, têm tratamento diferenciado do comum dos cidadãos. Idem para a Polónia e Europa de Leste, bem como para os Brasileiros que constituíram o Corpo Expedicionário destacado na Europa durante a II Guerra Mundial. 

Idem para os Malaios, Australianos, Filipinos, Neo-Zelandes e soldados profissionais indianos.

Nos EUA a sua poderosíssima "Veterans War" não depende de nenhum Secretário de Estado, ou Ministro, nem do Congresso, depende directamente do Presidente dos EUA, com quem despacha quinzenalmente.

Esta prerrogativa referendada por toda uma Nação, permite que todos aqueles que deram a vida pela Pátria repousem em cemitérios espalhados por todo o Mundo, duma grandiosidade, beleza e arranjos impares, ou todos aqueles que a serviram, e sua descendência, tenham assistência médica e medicamentosa para eles e família, condições especiais de acesso às Universidades e ao emprego, bolsas de estudo, e outros benefícios sociais durante toda a vida.

Esta excepção que  o povo americano concedeu a este a este tipo de cidadãos  é motivo de orgulho de todos os americanos.  

O tratamento privilegiado que todo o Mundo concedeu aos cidadãos que serviram a Pátria em combates onde a mesma esteve representada, é sufragado por leis normalmente votadas por unanimidade.

Também os civis que ficaram sujeitos aos bombardeamentos, quer em Inglaterra, quer em Dresden, quer em Hiroshima e Nagasaki, têm tratamento diferenciado.

Conheço de perto o Irão. Até o Irão dá tratamento autónomo e especifico aos cidadãos que combateram na recente Guerra Irão-Iraque, onde morreram 1 milhão de Iranianos. Deste caso concreto resultou um gigantesco cemitério nos arredores de Teerão com tantas campas e jazigos, que até tem um bazar.

Até Países de Africa terceiro mundista e subdesenvolvida, como o Quénia, atribuiu aos ex-maus-maus, esquemas de proteccão social diferentes dos outros cidadãos.

Em todo o Mundo menos em Portugal.

No meu Pais, os Talhões de Combatentes dos vários cemitérios, estão abandonados, as centenas de cemitérios espalhados pela Guiné, Angola, Moçambique, Índia e Timor, abandonados estão, quando não, profanados. É simplesmente confrangedor ver o estado de degradação onde se chegou. Parece que o único que está apresentável e cuidado é o monumento do Bom Sucesso -Torre de Belem, possivelmente porque está à vista e porque é limpo uma vez por ano para a cerimónia publica que lá se realiza. O cemitério de Richbourg na Flandres vimos agora na tv, nos 100 anos de LaLys limpo e apresentável. Pergunta-se porem quem trata dele quem faz e paga a sua manutenção.? Até grande parte dos monumentos municipais aos Mortos da Guerra do Ultramar vão ficando abandonados.

O grande líder politico da Grã-Bretanha durante a Guerra, Wiston Churchil, disse "O carácter de uma Nação vê-se pela forma como trata os seus combatentes". Algum outro grande líder politico-militar, afirmou também que "Os homens só morrem quando a Pátria se esquece deles".

Valha-nos a constituição da direcção da Liga dos Combatentes, que possivelmente porque ainda foram contemporâneos  do camarada soldado ou sargento morto na Guerra do Ultramar, tudo tem feito para recuperar alguns levantamentos de cemitérios em Africa, e procedido a algumas transladações de ossadas para Portugal. Mas tudo comparticipado pelas famílias ou por elas totalmente pagas. A Direcção da Liga tem que mendigar junto das famílias as verbas necessárias para fazer uma trasladação. É miserável não haver no Orçamento de Estado as verbas necessárias para o efeito. Já que existe esta disponibilidade dos militares, porque não é o Estado a pagar?

No meu Pais, a pouco e pouco foi-se retirando a dignidade devida aos que combateram pela Pátria, abandonando os seus mortos, e retirando as poucas "migalhas" que ainda tinham diferentes do comum dos cidadãos, a assistência médica e medicamentosa, para ele e conjugue, alinhando-os "devidamente" por baixo.

ATÉ NISTO CONSEGUIMOS SER DIFERENTES DE TODOS OS OUTROS

No meu Pais, os políticos confundem dum modo ignorante ou acintoso, militares com policias, GNR, ou outros funcionários públicos (sem desprimor para estas profissões, bem entendido).

Por ignorância ou leviandade os políticos permanentemente esquecem que o Estatuto dos militares não lhes permite, nem o direito de manifestação, nem de associação sindical, além de ser o único que obriga o cidadão a dar a vida pela Pátria.

Até na 1ª Republica, onde grassava a indisciplina generalizada, a falta de autoridade, o parlamentarismo balofo, as permanentes dificuldades financeiras e as constantes crises económicas, não foram esquecidos todos aqueles que foram mandados combater pela Pátria na 1ª Guerra Mundial (1914-18), decisão politica muito difícil, mas patriótica, pois tinha a ver com a defesa estratégica das possessões ultramarinas. 

Foram escassos 18 meses o tempo que durou a Guerra para os portugueses, mas todos aqueles que foram mobilizados, e honraram Portugal, tiveram medidas de apoio social suplementares diferentes de todos os outros cidadãos portugueses, além duma recepção impar por todo o Governo da Nação em ambiente de Grande Festividade Nacional.

Naquela altura os políticos portugueses dignificaram a sua função e daqueles que combateram pela Pátria.

Foram criados Talhões de Combatentes em vários cemitérios públicos, à custa e manutenção do Estado, foram construídos monumentos grandiosos em memória dos que deram a vida pela Pátria, foi concebido um Panteão Nacional para o Soldado Desconhecido na Sala do Capitulo do Mosteiro da Batalha com Guarda de Honra permanente, 24 sobre 24 horas, foram criadas pensões especiais para os mutilados, doentes e gaseados, foram criadas condições especiais de assistência médica e medicamentosa para os militares e famílias nos Hospitais Militares, numa altura em que ainda não havia assistência social generalizada como há hoje, foi criado um Lar especifico para acolher a terceira idade destes militares em Runa (é importante relembrar que em 1918 se decidiu receber e tratar os jovens, com 20 anos em 1918, quando estes tivessem mais de 65 anos de idade), e por último foi criada a Liga dos Combatentes que de certo corporizava todo este apoio especial aos combatentes, diferente de todos os outros cidadãos, e era o seu porta-voz junto das instâncias governamentais (uma espécie de Veterans War à portuguesa).

Foi toda uma Nação, com os políticos à frente, que deu tudo o que tinha àqueles que combateram pela Pátria, apesar da situação económica desesperada e de quase bancarrota.

Na altura seguimos naturalmente o exemplo das demais nações.

Agora somos os únicos que não seguem os exemplos generalizados do tratamento diferenciado aos que serviram a Pátria em combate.

É SIMPLESMENTE UMA VERGONHA.

Haveria muito mais para dizer para chamar a atenção deste Ministro da Defesa, e deste Primeiro-Ministro, ambos possivelmente com carências de referências desta índole nos meios onde se costumam movimentar, sobretudo no que respeita à comparação dos vencimentos, regalias e mordomias dos que expuseram ou deram a vida pela Pátria e aqueles, que antes pelo contrário, sempre fugiram a essa obrigação.

Vitor Santos
Coronel Reformado
Com 4 filhos
5 Comissões de Serviço no Ultramar
10 anos de trópicos
Quase 79 anos de idade
Deficiente das Forças Armadas por doença adquirida e agravada em Campanha.
Sem acumulação de cargos
Sem Seguro de Saúde pago pelo Estado
Sem direito a Subsidio de Reinserção
Sem cartão de credito dourado sem limite de despesas
Sem filhos empregados no Estado ou Autarquias por conhecimentos pessoais
Sem direito a reformas precoces de deputado ou autarca.
Sem Pensões de Reforma acima do ordenado do PR.
Sem subsídios de deslocamento em duplicado
Sem, pelo facto de ser deputado, ter toda a família empregada no Estado ou Autarquia
Com filhos desempregados

Nota: Sublinhados nossos
Créditos Aqui

quinta-feira, 14 de junho de 2018

67 MILHÕES SEM RASTO NO COMBATE AOS FOGOS


Auditoria revela um verdadeiro buraco negro no que diz respeito à informação financeira nas entidades responsáveis pelo socorro e combate aos fogos.



Na sequência das conclusões do Tribunal de Contas que afirma continuarem a existir procedimentos inadequados no sistema de gestão e controlo dos apoios financeiros concedidos pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) às associações humanitárias de bombeiros (AHB), verifica-se um verdadeiro buraco negro no que diz respeito à informação financeira nas entidades responsáveis pelo socorro e combate aos fogos.

Segundo o Correio da Manhã, que cita o relatório, "continuou a verificar-se inadequação de diversos procedimentos, quer na ANPC quer no sistema de gestão e controlo dos apoios financeiros concedidos às Associações Humanitárias de Bombeiros, que totalizou, em 2016, 67,9 milhões de euros".

O Tribunal de Contas (TdC) procurava saber se as recomendações deixadas em anteriores auditorias foram implementadas e concluiu que estas não foram acolhidas e outras que o foram apenas parcialmente.

O mesmo jornal avança que a falta de transparência nas verbas entregues aos corpos de bombeiros levou mesmo o Tribunal de Contas a verificar os dados do Instituto dos Registos e Notariado.

O que foi encontrado é preocupante: para a ANPC há 412 associações humanitárias de bombeiros às quais foram atribuídos subsídios, mas para o IRN são 437, o que "evidencia a existência de falhas na articulação legal entre estas entidades e, consequentemente, na garantia de que a ANPC fiscaliza o cumprimento do Regime Jurídico das Associações Humanitárias de Bombeiros".

Na prática "a documentação apresentada pela ANPC revelou inconsistência nos registos e informação insuficiente que não permite a compreensão das mesmas e das operações efectuadas".

PAULO PORTAS PODERÁ VIR A ESTAR EM "MAUS LENÇÓIS"

Carta aberta será também entregue no Parlamento, reclamando a reabertura da comissão de inquérito. Grupo de cidadãos quer auditoria ao inquérito do MP para saber o que correu mal.


Um grupo de cidadãos entregou esta sexta-feira na Procuradoria-Geral da República (PGR) uma carta aberta, assinada por mais de oito mil pessoas, que visa “pressionar” a reabertura do inquérito à compra de dois submarinos pelo Estado Português, segundo Rui Martins, um dos promotores da iniciativa.

Foto: Esquerda.net
“Sabemos que não é a legalmente a pressão que faz reabrir o processo, mas queremos evitar que o assunto caia no esquecimento”, explicou.

A petição foi entregue ao final da tarde, tendo o grupo convocado uma pequena manifestação para a porta da PGR, na rua da Escola Politécnica, em Lisboa. O grupo pediu a devida autorização para a concentração à Câmara de Lisboa e à PSP que enviou um carro patrulha para o local.

Os promotores foram recebidos por um elemento do gabinete da procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal. Segundo Rui Martins, o encontro serviu para deixar algumas questões à PGR. “Queríamos saber se foram extraídas certidões do processo (para abrir outros inquéritos relacionados com este) no âmbito do despacho de arquivamento; se sempre vai ser aberta uma auditoria interna a este processo para se perceber o que correu mal e o que acontece se o tribunal alemão enviar informações às autoridades portuguesas.

O processo é reaberto? Mas não nos responderam”, lamentou Rui Martins, um técnico informático. A eurodeputada Ana Gomes, assistente no processo, já disse que iria recorrer do arquivamento.

No despacho de arquivamento, os dois procuradores encarregues do inquérito dizem que o então ministro da Defesa Nacional Paulo Portas “excedeu o mandato” que lhe foi conferido em finais de 2003 ao celebrar um contrato de compra diferente dos termos definidos na adjudicação e insistem que as negociações entre o Estado português e o consórcio alemão “decorreram de forma opaca”. Porém, os magistrados também entendem que a posterior ratificação do Conselho de Ministros em Agosto de 2004, já pelo Governo de Santana Lopes, “sanou qualquer irregularidade que pudesse existir do ponto de vista administrativo”.

Na carta, os subscritores manifestam a sua “frustração” perante a decisão de arquivamento, “sem levar a julgamento nem deduzir acusações contra os arguidos”. Após “oito anos, centenas de milhares de horas e de euros, dezoito volumes, e condenações por corrupção activa na Alemanha e por corrupção passiva na Grécia, a Justiça portuguesa mostra-se, de novo, incapaz”, lê-se ainda. 

A carta será ainda entregue este mês no Parlamento. “Queremos reabrir também a comissão de inquérito que existiu sobre o caso. Há factos novos que estão no despacho de arquivamento. E vamos entregar a carta também à embaixada alemã como forma de repúdio à falta de colaboração”, acrescentou Rui Martins.

Numa nota sobre o despacho de arquivamento, o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) sublinha a falta de colaboração da justiça alemã. “Não pode deixar de se evidenciar que as autoridades judiciárias alemãs nunca tenham facultado a documentação que lhes foi rogada e que era indispensável à reconstituição dos circuitos financeiros dos eventuais pagamentos de luvas”, lê-se no documento.

O Tribunal de Munique, na Alemanhã, condenou em Dezembro de 2011 dois ex-executivos da Ferrostaal a dois anos de prisão, com pena suspensa, e ao pagamento de multas por suborno de funcionários públicos estrangeiros, na venda de submarinos a Portugal e à Grécia.

No que toca a Portugal, o tribunal deu como provado que ambos subornaram o ex-cônsul honorário em Munique Juergen Adolff, pagando-lhe 1,6 milhões de euros, através de um contrato de consultoria, para que o diplomata propiciasse contactos com o governo português. Em Portugal, o inquérito-crime arquivado está relacionado com as contrapartidas que a parte alemã se comprometeu a pagar.

Fonte: Publico

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

A BOLA DE OURO 2017

A Ballon d'Or 2017 é um prêmio de futebol criado pela revista francesa France Football. 
Data7 de dezembro de 2017, 7:30 da manhã GMT-8

domingo, 29 de outubro de 2017

Histórias de cogumelos


Humor venenoso
No exame de Doutorado em Farmácia, o examinador:
  "Como você reconhece os cogumelos mortais? "
   O candidato:
"Na autópsia! "

 
Um agricultor escolhe os cogumelos em uma madeira.
  O veterinário do país se aproxima e reconhece que eles são venenosos: "Infeliz! Você vai se envenenar! - Não se preocupe, senhor, não é para comê-los... é vendê-los!

  
Dois amigos estão conversando juntos. Eles não se viram por um tempo.
"Eu ouvi que você se casou novamente.
- Sim, é a minha quarta vez.
- E os anteriores?
- Todos mortos, todos.
- Meu Deus! E como?
- O primeiro comeu cogumelos venenosos.
- Pelo amor de Deus! E o segundo?
- Além disso.
- E o terceiro comeu cogumelos venenosos?
- Não, não, de uma caveira quebrada.
- Um acidente?
- Não, ela não queria comer cogumelos...

 
Um erro infeliz entrou na nossa mesa de cogumelos venenosos
(ver p.12 do número 477).
         Os sobreviventes terão rectificado por conta própria.

 
Coluche
"Os amores são como cogumelos.
  Sabemos se eles pertencem às espécies boas ou más quando é tarde demais... "

Tristan BERNARD
"Onde você pegou essas infecções por fungos?
 - Desculpe médico, um verdadeiro amador não revela suas cunhas de cogumelos!...

Philippe GELUCK
"Os cogumelos crescem em lugares húmidos, e é por isso que eles têm a forma de um guarda-chuva ..."

Alphonse ALLAIS
"O cogumelo não tem sexo, o contrário nem sempre é verdade ..."

Jean-François DEREC
"Todos os cogumelos são comestíveis, excepto alguns... Uma vez só..."

  
Jean RIGAUX

"De todos os cogumelos, o de um carro ainda é o mais mortal..."

Portugal em 1950 (filme)

Um excelente filme histórico sobre Portugal, de origem insuspeita.


Uma pequena nota. O elevador de Santa Justa não é da autoria do Engº. Gustave Eiffel, como referido, mas do Engº. Raoul Mesnier du Ponsard, de ascendência francesa, natural do Porto e falecido em Moçambique.

LIVRO DE RECLAMAÇÕES ON-LINE

Desde 2005 que é obrigatório todo o comercio e instituições terem o Livro de Reclamações.

Quem se recusar pode pagar uma multa de 250 a 30 mil euros.

Mas desde 01 de Julho deste ano já existe o Livro de Reclamações Digital mas ainda não abrange o comércio total nem todas as Instituições.

Tem de entrar aqui:
CLIK NA IMAGEM

Esta opção de reclamar On-line ficou com acesso desde 01 Julho sem sair de casa.

Como pode fazer para reclamar On-Line?
Depois de entrar (aqui) vai ter de se registar com um e-mail.


Vai receber no e-mail que a autenticação.



Vai então entrar no site do Livro de Reclamações para fazer o seu registo.








Tem todo o tempo do mundo, no sossego e sem pressões. 

Neste momento pode fazer para empresas tais como Electricidade, Gás, Água, Telecomunicações e Correios.
Vantagens
         O consumidor não tem de ter vergonha de reclamar.
         A entidade reguladora e a empresa recebem a reclamação.

A MINHA MÚSICA

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