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quarta-feira, 10 de julho de 2019

O País está melhor ou pior? As belas e os senãos do Estado da Nação em gráficos


domingo, 30 de junho de 2019

O PARLAMENTO PORTUGUÊS ENVERGONHA O PAÍS


Foto:RTP)


A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA TRANSFORMOU-SE NUM ANTRO DE TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS.
Em todas as áreas.
Na COMISSÃO PARLAMENTAR DE ECONOMIA, estão ligados a interesses privados, de forma muito activa, os Deputados António Topa (PSD, Empri, Empreendimentos Imobiliários, S.A.), Emídio Guerreiro (PSD, Garcia, Garcia S.A.), Fátima Ramos (PSD, Hotel Parque Serra da Lousã), Hortense Martins (PS, Associação dos Hotéis de Portugal), Joel Sá (PSD, Edibarcelos, S.A.), Hugo Pires (PS, CRIAT), Paulo Rios de Oliveira (PSD, ENOFORUM - Comércio e Exportação de Vinhos, S.A.), Luís Moreira Testa (PS, Fundação Renal Portuguesa), Pedro Coimbra (PS, Delta 2014 - Investimentos e Consultoria).
NA COMISSÃO PARLAMENTAR DE SAÚDE, estão ligados a interesses privados os Deputados António Sales (PS, “Grupo Sanfil”), Fátima Ramos (PSD, “ADFP”), Isabel Galriça Neto (CDS, “LUZ Saúde”), Isaura Pedro (PSD, “Clínica Doutor Benjamim Pedro”), José António Silva (PSD, “João, Pedro & José António Silva”), Maria Antónia Almeida Santos (PS, “Fundação Renal Portuguesa”), Ricardo Baptista Leite (PSD, “Fundação Renal Portuguesa”).
Na COMISSÃO DE AGRICULTURA E MAR, a lista de deputados promíscuos (com negócios nas áreas que tutelam) é extensa: Joaquim Barreto está ligado à "Rural Basto" e à "Mútua de Basto", Pedro do Ó Ramos à "Robocork" e à "Valor Inevitável", Norberto Patinho à "Fundação Alentejo", Maurício Marques à "MRV - Equipav" e "MRV-Construction"; já António Lima Costa serve os interesses da "Caixa de Crédito Agrícola Douro e Côa" e Nuno Serra os da "Mar e Rio Empreendimentos Marinhos".
Há mais! Mais empresas, alguns outros deputados, muitos são advogados e defendem interesse de todo o tipo de empresas!
Estes deputados tratam do interesse dos portugueses ou os interesses privados das empresas a que estão profissionalmente ligados? Defendem, em primeiro lugar, o interesse de alguns portugueses, o deles próprios e dos seus parceiros de negócios. Que anda o Presidente do Parlamento a fazer para não detectar esta vergonha? 
E a subcomissão de Ética do Parlamento ainda existe? E quem permite esta promiscuidade, este conflito de interesses, real e permanente? 
O tráfico de influências institucionalizou-se, a Democracia definha. E porque não dissolveu o Presidente da República esta Assembleia? 
Que interesses o impediram?

sábado, 22 de junho de 2019

Presidente da Câmara de Pedrógão Grande vai a julgamento



O presidente da Câmara de Pedrógão Grande vai mesmo ser julgado. O juiz de instrução decidiu pronunciar Valdemar Alves pelos crimes relacionados com as 66 mortes no incêndio de 2017. Já os responsáveis da Proteção Civil, Sérgio Gomes e Mário Cerol, não vão a julgamento. Eram na altura comandante e 2.º comandante do CDOS de Leiria.


Recorde-se que o líder do executivo pedroguense tem reiterado que todos os imóveis recuperados são primeiras habitações e tem negado ter tido conhecimento de qualquer processo fraudulento, mesmo tendo sido confrontado com e-mails de munícipes a fazerem denúncias concretas e ainda de existirem testemunhos de que terá sido o ex-vereador Bruno Gomes, um dos responsáveis pela instrução dos processos, a convidar algumas das pessoas a alterarem as moradas fiscais.
De acordo com a nota publicada pelo Departamento de Instrução e Ação Penal (DIAP) de Coimbra em setembro, em investigação “estão factos suscetíveis de integrarem os crimes de corrupção, participação económica em negócio, burla qualificada e falsificação de documento”. Em causa estão denúncias feitas por duas reportagens, uma da Visão e outra da TVI, que relatavam situações eventualmente ilegais na atribuição de fundos para a reconstrução de habitações afetadas pelo incêndio de 2017, que deflagrou em Pedrógão Grande.
https://expresso.pt/sociedade/2019-06-21-Valdemar-Alves-julgado-por-sete-crimes-de-homicidio
Presidente da Câmara de Pedrógão vai responder pela morte de sete pessoas nos incêndios de há anos. Está ainda pronunciado por quatro crimes de ofensas à integridade física

Herdeiros de Arnaut e Semedo revoltados com PS


«“Aproveitar a posição pública do meu avô e invocá-lo para, depois, seguir o caminho inverso ao que ele defendia é usurpação de nome.” A frase é de António Arnaut, o único neto e homónimo do pai do SNS que aceitou falar ao Expresso — em nome da família — sobre o destino provável da Lei de Bases da Saúde. Confessa-se “preocupado”, mas ainda acredita na hipótese de um consenso à esquerda. Ana Maria Brito Jorge, viúva de João Semedo, está mais pessimista. “Foi visível a decisão de infletir caminho por parte de quem detém o poder”, diz ao Expresso. Resta o “desalento, a deceção, a incompreensão e a revolta”, conclui.

Foram testemunhas diretas do último trabalho político produzido por António Arnaut, jurista e fundador do PS, e João Semedo, médico e ex-líder do Bloco de Esquerda: uma proposta de nova Lei de Bases da Saúde para aprovar por um Parlamento onde a esquerda tinha maioria. Um novo dado político que abria a possibilidade de alterar a lei aprovada nos tempos do Governo Cavaco Silva e que abriu a porta às parcerias público-privadas.

Ana Maria esteve “sempre tão próxima” da tarefa de redação da proposta da lei de bases que pode acompanhar “de perto o desenvolvimento do pacto solidário” que uniu Semedo e Arnaut para “salvar o SNS”. Ambos estavam já gravemente doentes, mas “foram incansáveis, determinados, quase heróicos no seu esforço, alimentados pela certeza inabalável de estarem a abraçar uma causa justa e inadiável”, diz a viúva de João Semedo.

O único neto de António Arnaut não herdou só do avô o nome, mas também o interesse pelo Direito e pelo debate das questões jurídicas e políticas. “Era comigo e com o meu pai (António Manuel Arnaut, entretanto falecido) que o meu avô falava sobre aquilo que ele assumia ser o seu testamento político. Não me contaram o que ele pensava sobre o SNS: eu estava lá e falava com ele”, confessa ao Expresso.

A ideia central dos dois homens era clara: era necessário separar águas. “O SNS devia ser garantido a todas as pessoas pelo Estado e por ele deve ser gerido. Era decisivo garantir que a gestão do serviço público de saúde não caísse nas malhas dos interesses privados. Tão simples quanto isto, defendiam António Arnaut e o João nas suas conversas, nas suas intervenções, no que escreveram”, lembra Ana Maria Brito Jorge.

O neto de Arnaut confirma e acrescenta. “Não foi prometido ao meu avô acabar com as PPP na Saúde, embora fosse o que ele queria, não tenho dúvida”, disse. Mas “o essencial do seu projeto era a clara separação entre os sectores públicos e privados e o fim da concorrência na saúde”, conclui.

«Podia ter sido resolvido»

A proposta de Arnaut e Semedo foi concluída e deu entrada no Parlamento. Mas os dois autores acabariam por morrer (Arnaut em maio do ano passado e João Semedo dois meses depois) sem ver o desfecho da discussão na AR. “A vida tem destas coisas e aqueles dois homens, que continuaram mesmo a ser citados também no Parlamento, já não puderam assistir a tudo o que lá veio a desenrolar-se à vista de qualquer observador ou no segredo dos gabinetes”, diz Ana Maria. E o resultado foi uma inversão de rota. “A certa altura a ‘maré’ que tinha vindo a encher com a confluência de consensos, entrou em fase de refluxo”, diz a viúva de João Semedo. “Foi visível a decisão de infletir caminho por parte de quem detém o poder. O partido que governa quis e pôde, mas deixou de querer a partir de um dado momento.”

“Podia ter sido resolvido”, diz Ana Maria Brito Jorge, e mesmo com “tantos e tão variados” apelos, não foi possível ultrapassar “a teimosia entretanto retomada pelo partido do Governo”. Resta “o desalento, a deceção, a incompreensão, a revolta. Tudo palavras que o João não usaria, porque tinha a infinita capacidade de persistir na defesa daquilo em que acreditava. Nem tudo eu consegui aprender com o João”, conclui.

«Há dois PS»

António Arnaut “queria uma Lei de Bases da Saúde aprovada à esquerda. Este seria o ponto nevrálgico da ‘geringonça’: conseguir um pacto de regime nesta matéria e repetir o alcançado em 1979 com a primeira lei de bases. PS e PCP entenderam-se na altura. A esquerda pode e deve entender-se agora”, diz o neto.

Os ventos até pareciam de feição e “a mudança de ministro da Saúde foi um sinal claro de que o Governo pretendia seguir na linha dos objetivos do meu avô”, diz António Arnaut. “Marta Temido sabe para onde quer e precisa de ir e revejo-me completamente na proposta inicial do Governo (de Lei de Bases da Saúde)”.

Na verdade, as alterações introduzidas posteriormente pela bancada socialista mudaram o quadro e deixaram “preocupados” os herdeiros de António Arnaut. “Parece haver aqui dois PS: o de Marta Temido e o de Carlos César”, mas “a índole do SNS não pode ser desvirtuada pelo partido, a menos que mude de nome e deixe de se chamar socialista”, diz António Arnaut.

“Preocupa-me que possa haver um PS que faça perigar as promessas feitas ao meu avô e aos portugueses sobre a separação clara entre o sector público e o sector privado na saúde”, afirma o neto de Arnaut. “Aproveitar a posição pública do meu avô, invocá-lo e bater com a mão no peito a dizer que ‘o SNS é nosso’ e depois seguir o caminho inverso ao que ele defendia é usurpação de nome”. Um crime que, apesar de tudo, a família do fundador do PS acredita não ir ser cometido. “Estou convicto que António Costa vai querer e vai ser capaz de fazer perceber a um certo PS que quem está mal, muda-se”, diz António Arnaut. “Costa tem um partido e um Governo para gerir. Mas compreende bem a importância desta questão”, conclui.»


sexta-feira, 21 de junho de 2019

Pode pedir a renovação do Cartão de Cidadão - Internet

Pode pedir a renovação do Cartão de Cidadão se:
  • perdeu ou lhe roubaram o cartão
  • perdeu a carta com os códigos PIN e/ou não sabe os códigos
  • o cartão vai perder a validade nos próximos seis meses
  • quiser alterar os dados impressos no cartão (fotografia, apelidos, nomes, sexo, assinatura, filiação, nacionalidade)
  • o chip do cartão estiver estragado.



Tabela de Preços Completa

quarta-feira, 15 de maio de 2019

QUANDO SE DECIDE JOGAR - TRAVIAN

JOGO ON-LINE 



Depois de escolhida a tribo, começa o jogo e passam a ser necessários maiores conhecimentos para colocar uma aldeia no caminho certo. Para isso convém ter conhecimento de algumas dicas e estratégias a adoptar:
 - Nos primeiros dias de uma aldeia devem evoluir os Campos de recursos, alternando com o Armazém e o Celeiro;

Aldeia inicial - não subir mais do que 10 para não perder recursos e tempo depois de escolher outra aldeia (Crop como capital)

Aldeia inicial - não subir mais do que 10 para não perder recursos e tempo depois de escolher outra aldeia (Crop como capital)

O Mercado pode ser muito útil para equilibrar os recursos disponíveis, devem usá-lo sempre que necessário;
- O Quartel é um edifício indispensável com o decorrer do jogo. Nele devem construir tropas defensivas para evitarem ataques de adversários tendo sempre em conta a produção de cereais da aldeia;
   - O Edifício Principal reduz o tempo de construção/desenvolvimento dos edifícios e campos, sendo o seu desenvolvimento obrigatório a partir de certa altura;
- A Paliçada aumenta o bónus das tropas defensivas, por isso o seu desenvolvimento deve ocorrer quando já existirem algumas tropas na aldeia;
- Construam a Cavalariça e criem pelo menos um Espião/Batedor/Equites Legati para saberem quando alguém vos espia ou quando envia um ataque;
- Tenham atenção ao oásis de cereais perto da aldeia, este oásis são extremamente úteis e devem ser conquistados o mais rapidamente possível;
- O que conta são a tropa que tens e não a população da tua aldeia. O Travian é um jogo de guerra e aumentar o número de tropas disponíveis um objectivo;
- Não tenham medo de contactar os vossos vizinhos, podem evitar futuros ataques e ganhar amigos que vos acompanham e ajudam até final do jogo;
              - Não entrem para a primeira aliança que vos contactar, aguardem respondendo que estão a analisar mais propostas e que os avisam assim que obtiverem uma resposta;
- Quando procurarem aliança tenham atenção às alianças dos jogadores que vos rodeiam, às vezes pode ser a cunha de um deles que falta para entrarem para uma aliança melhor;
- Não pensem em construir uma segunda aldeia sem antes assegurarem que conseguem proteger as duas.
       Estas são as dicas e estratégia básica para quem começa a jogar Travian e apenas tem uma aldeia, a capital.
Para fundar uma aldeia no Travian é preciso ter o Palácio ou Residência a nível 10 e pontos de cultura suficientes, só depois é que é possível construirmos os três colonizadores necessários.
Cada colonizador requer um investimento volumoso, pelo que é necessário garantir algumas condições:
           - A Capital não deve estar sobre ataque;
           - Devemos ter uma produção de recursos elevada;
 - O Mercado deve estar pelo menos a nível 4;
 - Ter as tropas necessárias para proteger duas aldeias.
 Depois de garantidas as condições mencionadas antes, podemos procurar um local para fundar a segunda aldeia. Existem 2 tipos de aldeias no Travian:
 - As comuns, idênticas à aldeia quando começamos o jogo;
 - As raras, com mais campos de cereais. CROP/7 CROP/9 CROP/15
Principalmente se for fundar muito longe uma forma de subir mais rapido.




Têm a vantagem de conseguirem armazenar mais tropas, pois a sua produção de cereais é muito elevada, mas têm a desvantagem de produzirem pouco dos restantes recursos. Estas aldeias são muito procuradas por jogadores que pretendem jogar mais tempo e por quem tem um exército numeroso.
Convém também ter atenção ao oásis perto desse terreno, pois são uma boa forma de aumentarmos a produção de um ou mais recursos.


Mas devemos sempre respeitar o 7x7 ou seja não se colem a um jogador porque depois poderá haver problemas no oásis.

ATAQUES

O ataque no início do jogo deve ser utilizado para roubar recursos. É importante não perder tropas e trazer alguns recursos, de modo a compensar o investimento que fizemos em unidades militares.
Um ataque pode ser realizado de dois modos diferentes: assalto e normal. O modo de assalto reduz o confronto entre as tropas e é o mais indicado quando o objectivo é apenas roubar recursos. Já o modo de ataque normal é o método escolhido quando o que se pretende é eliminar todas as tropas do adversário.
A meu ver, as melhores unidades para assaltos são:
- Equites Imperatoris (Romanos)
- Salteador (Teutões)
- Trovão Theutate (Gauleses)
As restantes unidades militares foram excluídas por serem defensivas, terem custos elevados, baixa velocidade ou fraca capacidade de carga. No entanto, é possível efectuar assaltos com imperianos (Romanos) ou Espadachins (Gauleses) sem grandes problemas.
Para saber que aldeias assaltar/atacar podem seguir um dos seguintes métodos:
- Podem usar um ou vários espiões para espiar uma aldeia e saber quantas tropas é que o jogador tem. Depois devem usar o simulador de combates e saber com quantas unidades é que devem atacar, de modo a perder poucas tropas.

FERRAMENTAS:

Entrar em:

https://www.gettertools.com/ts1.lusobrasileiro.travian.com



Aqui tem muita informação que pode explorar por exemplo;Procurar farmes/inactivos;Procurar jogadores e verificar sua evolução;Verificar estatística da Ally.E muito mais…basta explorar.
Calculadora de distâncias para o Travian
  http://www.javaschubla.de/travian/wegerechner.php?lang=pt

Informação suplementar:

Nomenclaturas:Holder - Player que vai segurar a WW, 80% das vezes é Teutão. Haja vista a resistência da barreira ser maior que das outras tribos - apesar de não ter o maior bónus.

Hammer - jogador (geralmente das montanhas) que fará FULL WW, seja ataque ou defesa. Ele irá garantir um número gigantesco de tropas afim de derrubar a WW ou Garantir um bom número de defesas na WW

Sniper (também chamado de Ghost Army) - Jogador que foca as tropas de ataque nos cavalos. O objetivo desse jogador é matar tropas em garagens, oásis. Ou roubar artefactos de forma rápida e eficaz.

Jogador de Front - Joga de atacante, não possui necessidade de uma Crop 150% já que terá um exército de "curta vida" gastando assim pouco recurso para sustentar.

"Exército de Curta Vida" - São tropas de ataque que devem ser mortas a cada 30-40 dias (em ataques para zerar inimigos, roubar artefactos, roubar aldeias etc. Também escolhido por jogadores de fronteira/área cinza dado aos embates constantes na área.

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