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quinta-feira, 4 de agosto de 2016

A IMPUNIDADE !

Porra! Começa a ser demais!

​IDEIAS DE BRONCOS DO GOVERNO QUE VÃO AO FUTEBOL, VIAJAM À CONTA DA GALP E NÃO SÓ...​

Todos os dias chegam ao mercado de trabalho novos “boys” e, como trabalhar não é com eles, é preciso sustentá-los; logo, são precisos novos “tachos” nos  observatórios, institutos, fundações, secretarias e todo um rol de entidades que só existem para os sustentar; então inventam-se novos impostos: para já o sol e a vista (quem é que vai definir o que é uma boa vista? E se o proprietário for cego?), amanhã vai ser a qualidade do ar, depois, depois, … ter ou não ter piolhos… e, mais tarde ou mais cedo, o ser ou não ser FDP!

"A ideia de tributar um património já de si é gravíssima, porque o património pode não gerar qualquer rendimento e as pessoas em última análise até podem perder os seus imóveis, em consequência de estarem a ser tributados por um património que não gera rendimentos, designadamente quando é para habitação própria".

"Era inevitável que estes crânios que provocam estas alterações, viessem também a tributar o sol de que nós dispomos"; "Portugal é um país com sol, 365 dias por ano, e, portanto, eles puseram-se a magicar e verificaram que era mesmo daí que iam conseguir aumentar a receita fiscal." "Todas as casas em Portugal têm exposição solar, porque somos um país meridional e sol é uma coisa que abunda. Era fatal que isto acontecesse. A fase seguinte, tudo indica, vai ser taxar o oxigénio que a gente respira".

Até o sol paga imposto
 1. Parecem sem fim as possibilidades que o Estado encontra para ir ao bolso dos portugueses. A imaginação não podia ser mais fértil. Quando julgamos impossível obrigarem-nos a contribuir mais ainda para o bolo comum, eis uma ideia curiosa, surpreendente. Se vive numa casa bem exposta ao sol, virada para uma bela paisagem, prepare-se: haverá um agravamento do valor a pagar pelo imposto municipal sobre imóveis (IMI). 
Como quase tudo proveniente da Autoridade Tributária, a medida é algo indecifrável para o comum cidadão. Neste caso, trata-se de um coeficiente de localização e operacionalidade relativa, que, por sua vez, integra ainda um coeficiente de qualidade e conforto. Pois bem, se vive numa casa confortável, terá de pagar, é essa, em suma, a sustentação do imposto. Perante isto, teremos também de ser imaginativos. Antes de os diligentes funcionários da Autoridade Tributária reavaliarem a casa, não percamos tempo. Convoque-se, com urgência, uma reunião de condomínio ou promova-se um encontro de vizinhos: e avance-se com a plantação, o mais rápido possível, de uma barreira de árvores. Atenção aos pormenores. Só valem árvores de folha perene, para que a sombra se mantenha ao longo de todo o ano. E, já agora, talvez seja boa ideia optar por árvores de crescimento célere, de modo a tapar rapidamente a paisagem.2. A Autoridade Tributária faz escola na administração pública nacional. Hoje em dia, entrar numa igreja deixou de ser um ato de fé. Confesso o desconforto quando, a meio de uma jornada de lazer, tento entrar num templo com o simples propósito de estar [só], e sou barrada por um cobrador de bilhetes. Os edifícios, eu sei, têm de ser preservados. Aceito, sem qualquer reserva, que num edifício como a Sé de Évora, por exemplo, se cobre ingresso para visitar os claustros, ou uma área musealizada. Não aceito pagar para ir à igreja. Antes de ser monumento nacional, o edifício é um local de culto, onde qualquer um deveria entrar e ficar em comunhão consigo próprio ou com uma entidade transcendente, num momento de recolhimento e paz.Admito as dificuldades financeiras inerentes à manutenção das igrejas. Mas sei também que os nossos impostos devem ser para aí encaminhados. O que pagamos pelo sol, pela paisagem magnífica que sirva, enfim, para preservar a talha dourada e os frescos dos nossos monumentos.
por John Wolf, em 01.08.16

O governo de Portugal está tão desorientado que já se guia pela boa ou má exposição solar. Faz sentido que apresentem esta novidade em plena época balnear.
 A maior parte dos portugueses está a banhos com o cu virado para a lua. Resta saber qual o factor UV do IMI.

Deve haver aqui uma coordenação com o ministério da saúde. Ou seja, um T3 com varanda e sol a irradiar pela sala, é mais propenso a cancros da pele do que uma vivenda insalubre - isso deve ser levado em conta. E as caves húmidas não contam para atenuar a carga do novo IMI?
E se a salinha de estar aquecer no Inverno, porque está exposta a Marte, não merece um desagravo? A conta do aquecimento de certeza que será mais baixa. E as roulottes de campismo viradas a sul? E olhar para o sol com um par de binóculos? António Costa e seus muchachos devem ter apanhado uma insolação das boas.
Está tudo louco. Estão doidos.

A neo-austeridade ainda nos vai surpreender muito mais.

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