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quinta-feira, 30 de abril de 2015

QUE É GLOBALIZAÇÃO?



SIMPLESMENTE FANTÁSTICA A DEFINIÇÃO
Pergunta:
Qual é a mais correcta definição de Globalização?
Resposta:
A Morte da Princesa Diana...
Pergunta:
Porquê?
Resposta:
Uma princesa inglesa com um namorado egípcio, tem um acidente de carro dentro de um túnel francês, num carro alemão com motor holandês, conduzido por um belga, bêbado de whisky escocês, que era seguido por paparazzis italianos, em motos japonesas. A princesa foi tratada por um médico canadiano, que usou medicamentos americanos. Este mail é enviado a ti por um português, usando tecnologia americana (Bill Gates) e provavelmente, estás a ler o mail num computador genérico que usa chips feitos em Taiwan com um monitor coreano montado por trabalhadores do Bangladesh, numa fábrica de Singapura, transportado em camiões conduzidos por indianos, roubados por indonésios, descarregados por pescadores sicilianos, reempacotados por mexicanos e, finalmente, vendido a ti por chineses, através de uma conexão paraguaia.
Isto é,
*GLOBALIZAÇÃO!!!*

E EU, QUEM SOU?
QUEM SOU EU?
Nesta altura da vida já não sei mais quem sou...
Vê só que dilema!!!
Na ficha de qualquer loja sou CLIENTE, no restaurante FREGUÊS, quando alugo uma casa sou INQUILINO, nos transportes públicos e em viatura particular sou PASSAGEIRO, nos correios REMETENTE, no supermercado (e lojas também) sou CONSUMIDOR. Nos serviços sociais sou UTENTE.
Para o estado sou CONTRIBUINTE, se vendo algo importado sou CONTRABANDISTA. Se revendo algo, sou VIGARISTA, se não pago impostos sou SONEGADOR, se descubro uma maneira de pagar um pouco menos, sou CORRUPTO. Para votar sou ELEITOR, para os sindicatos sou MASSA SALARIAL, em viagens TURISTA, na rua caminhando PEDESTRE, se passeio, sou TRANSEUNTE, se sou atropelado ACIDENTADO, no hospital PACIENTE. Nos jornais viro VÍTIMA, se leio um livro sou LEITOR, se ouço rádio OUVINTE.
A ver um espectáculo sou ESPECTADOR, a ver televisão sou TELESPECTADOR, no campo de futebol sou ADEPTO. Na Igreja católica, sou IRMÃO.
E, quando morrer... uns dirão que sou... FINADO, outros... DEFUNTO, para outros... EXTINTO, para o povão... MAIS UM QUE DEIXOU DE FUMAR... Em certos círculos espiritualistas serei...
DESENCARNADO, os evangélicos dirão que fui...
ARREBATADO...
E o pior de tudo é que, para os governantes sou apenas um IMBECIL!!!
E pensar que um dia quis ser EU.
SIMPLESMENTE...

REFORMAS POR TEMPO DE SERVIÇO



TERESA SEMEDO
Advogada - C.P. 1948p
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Av. Mouzinho de Albuquerque, nº155 sala 7
4490-409 PÓVOA DE VARZIM
Escritório: (+351) 252 614 744
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URGENTÍSSIMO.
Querem guerra?
Tê-la-ão.

REFORMAS POR TEMPO DE SERVIÇO - Leia, é importante FAMILIARES, AMIGOS, COLEGAS, CONHECIDOS... VAMOS  ADERIR À PRESENTE "PEC" ( PROPOSTA DE EMENDA CONSTITUCIONAL), DE INICIATIVA POPULAR.
Se hoje todos nós temos que trabalhar 35 anos para conquistar a reforma, eles também podem fazer por merecer...

Vamos acreditar que é possível mudar este país. Depende de nós começarmos este movimento, ou então achar que não vale a pena e ficarmos apenas reclamando. Atenção



PORTUGAL tem que ser agora.
É assim que começa.
Peço a cada destinatário para encaminhar este e-mail a um mínimo de vinte pessoas da sua lista de endereços, e pedir a cada um deles para fazer o mesmo.
Dentro de três dias, a maioria das pessoas em Portugal terá esta mensagem. Esta é uma ideia que realmente deve ser considerada e repassada para o Povo.


Lei de Reforma da Assembleia (emenda à Constituição)
PEC de iniciativa popular:

Lei de Reforma da Assembleia (proposta de emenda à Constituição)
1.     O deputado será assalariado somente durante o mandato.
2.     Não haverá reforma pelo tempo de deputado, mas contará o prazo de mandato exercido para agregar ao seu tempo de serviço junto ao INSS referente ao seu trabalho como cidadão normal.
3.     A Assembleia (deputados e funcionários) contribui para o INSS. Toda a contribuição (passada, presente e futura) para o fundo actual de reforma da Assembleia passará para o regime do INSS imediatamente. Os senhores deputados participarão dos benefícios dentro do regime do INSS, exactamente como todos outros portugueses. O fundo de reforma não pode ser usado para qualquer outra finalidade.
4.     Os senhores deputados e assessores devem pagar os seus planos de reforma, assim como todos os outros portugueses.
5.     Aos deputados fica vedado aumentar os seus próprios salários e gratificações fora dos padrões do crescimento de salários da população em geral, no mesmo período.
6.     Os deputados e seus agregados perdem os seus actuais seguros de saúde, pagos pelos contribuintes, e passam a participar do mesmo sistema de saúde do povo português.
7.     A Assembleia deve igualmente cumprir todas as leis que impõe ao povo português, sem qualquer imunidade que não aquela referente à total liberdade de expressão quando na tribuna da Assembleia.
8.     Exercer um mandato na Assembleia é uma honra, um privilégio e uma responsabilidade, não uma carreira. Os deputados não devem "servir" mais de duas legislaturas consecutivas.
9.     É vedada a actividade de lobista ou de consultor quando o objecto tiver qualquer laço com a causa pública. "

Se cada pessoa reenviar esta mensagem para um mínimo de vinte pessoas, em três dias a maioria das pessoas em Portugal receberá esta mensagem.

PEC - Proposta de Emenda Constitucional 

É ASSIM QUE VOCÊ PODE CONSERTAR A ASSEMBLEIA E OS PARTIDOS.
Se você concorda com o exposto, REPASSE.
Caso contrário, basta apagar e dormir sossegado.
Por favor, mantenha esta mensagem CIRCULANDO para que possamos ajudar a reformar Portugal.

NÃO SEJA ACOMODADO.
NÃO ADIANTA SÓ RECLAMAR.
NÃO CUSTA NADA REPASSAR.

terça-feira, 28 de abril de 2015

A história de quatro portugueses que morreram no dia mais feliz das suas vidas

Retirado Daqui
 
No próximo sábado, dia 25 de Abril, alguém afirmará o que outros disseram em todas as comemorações: mais que tudo, foi uma revolução sem sangue, a única que se conhece, a substituição de um regime por outro regime sem que para isso tenha sido derramada uma única gota de sangue. Uma revolução com cravos em vez de balas, com tanques onde soldados partilharam uma ideia de futuro com a população, em vez de confrontos. Sem dúvida uma revolução de heróis, homens que arriscaram morrer pelo ideal da liberdade, que não se importaram de jogar a vida para que outro jogo, mais importante, pudesse ser ganho.Uma revolução sem derramamento de sangue que é uma faca afiada para a família de quatro jovens para quem o 25 de Abril foi o primeiro dia em que tiveram a ilusão de que eram livres, e ao mesmo tempo o dia que na sua vida foi mais curto que todos os outros, o dia em que morreram. 

São por isso, numa perspectiva romântica (a mais interessante de todas as perspectivas), heróis improváveis do 25 de Abril. Os mais esquecidos entre todos a quem o tempo fez por ocultar.Ao que se sabe, saíram do lugar onde dormiram com o entusiasmo próprio dos que sentem viver um momento histórico, quem sabe um instante decisivo das suas vidas, do seu futuro. Dirigiram-se para o Chiado, Rua António Maria Cardoso, lugar que simbolizava o medo que alavancou grande parte do poder de Salazar e de um Estado Novo que o professor de Santa Comba moldou à sua própria personalidade. Naqueles meados de 1974, Salazar já partira de entre os vivos. Marcello Caetano substituíra-o na presidência do Conselho e deixara-se enredar pelos ultras do regime, uma lástima que pagaria muito cara.Mas desvio-me do que verdadeiramente interessa, a história de quatro jovens que, cada um com os seus motivos e circunstâncias, saíram de casa e se dirigiram para a sede da PIDE. Muitas dezenas de pessoas, talvez centenas, tiveram exactamente a mesma ideia que Fernando Luís Barreiros dos Reis, Fernando Carvalho Gesteiro, João Guilherme Aguiar Arruda e José James Hartley Barnetto. 

À medida que corria a manhã e se multiplicavam as notícias na rádio e na RTP (tomadas de assalto pelas forças revolucionárias), foram chegando homens e mulheres com vontade de fazer justiça ou de ver a justiça ser feita contra os polícias políticos responsáveis pelas maiores barbaridades do século xx português. Os comunistas chamavam-lhes torcionários, cresci com essa palavra na cabeça.Num instante em que já era conhecida a rendição de Marcello Caetano e a capitulação do regime, momento em que a população gritava palavras de ordem na estreita rua no coração de Lisboa, os agentes da PIDE/DGS, sentindo-se cercados pelo povo, abriram fogo. Dispararam indiscriminadamente. Para matar uns tantos, para assustar os que estivessem no cerco, para fazer o que fosse preciso e prepararem um plano de fuga.Vários populares caíram. Todos correram para um lado e para o outro da rua. Quem lá esteve fala de gritos, pânico, confusão. Os tiros continuaram durante longos segundos, a maioria foram disparados para o ar, mas muita gente ficou no chão, ferida. Entre esses, quatro viram a liberdade morrer no dia em que nasceu. O mais novo tinha 18 anos e o mais velho 37, uma vida à frente. 

Se cumprissem a média de vida dos portugueses, ainda hoje estariam despertos, teriam tido uma vida, uma outra vida. Não a tiveram.  São heróis esquecidos do 25 de Abril, talvez os mais esquecidos, os que poucos recordam, pois, para todos os efeitos, na Revolução não houve vítimas, apenas cravos em espingardas que nunca dispararam. Mártires involuntários do 25 de Abril ficaram. Ninguém deles é recordado, ninguém reteve os seus nomes – mas nomes que, sem paradoxo, ficam para a história. Como gosta de dizer um grande amigo, ficam como o exemplo do arbítrio desesperado do velho regime e também da serenidade da democracia que se iniciava.Um país de brandos costumes. Mas também um país de coragem (e ingenuidade) que fez jovens avançarem para a sede da PIDE ou para o Quartel do Carmo, sem garantias de que não pudessem ser um alvo fácil. Não lhes passava pela cabeça a ideia reaccionária de que algum mal lhes pudesse acontecer, não naquele dia que parecia protegido contra a morte – pelo menos assim ficou conhecido entre as gerações que já nasceram em liberdade.Não se sabe muito sobre cada um dos jovens que tombaram. 

Uma ideia que dará uma boa reportagem ou um bom documentário. Sabe-se que entre eles o segundo mais jovem, João Arruda, tinha 20 anos e era admirador de Martin Luther King. Um jovem açoriano, estudante em Lisboa, filho de um varredor de ruas em Ponta Delgada que a família gosta de recordar como um miúdo que acreditava convictamente na democracia. Como poderia ter ele obedecido aos apelos sucessivos do MFA na rádio, como poderia ter ficado no seu quarto alugado quando todos os que admirava estavam na rua a viver o primeiro dia de construção de um novo livro?O mesmo se poderia escrever de Fernando Gesteiro, o mais novo de todos, transmontano empregado num escritório, rapaz que, acabada a festa da maioridade, gozava da protecção do forte núcleo de Montalegre, terra de gente que se jura íntegra e corajosa. Ou de Fernando dos Reis, soldado da primeira companhia de Penamacor, morto num combate improvável em plena Metrópole. 

Ou do mais velho, José Barnetto, natural de Vendas Novas. Ou os muitos feridos, a larga maioria jovens estudantes, que viram os seus corpos feridos e marcados para sempre – entre eles Aarão de Almeida, Agostinho Soares, António Lima, António Cruz, António Esteves, António Ribeiro, Armando Afonso, Armindo Oliveira, Camélia Pimenta, Fernando Martins, Francisco Ramos, Joaquim Cristo, Jorge Costa, José Pereira, José Fernandes, José Gutierrez, Luís de Oliveira, Manuel Alves, Maria Neto, Maria Martins, Maria Flores, Rogério Osório e Rui Morais. Por sorte, apenas feridos. Para esses, ao dia em que caíram na António Maria Cardoso, seguiram-se outros; viveram a liberdade e provaram até à última gota o que faz a vida ser vida, incluindo as tragédias a que estamos condenados.  Quanto aos pides, os que estavam nessa malfadada sede, apenas foram presos no dia seguinte, a 26 de Abril. A Revolução estava numa marcha imparável. As horas mais felizes e agitadas para milhares de portugueses, dias de medo e inquietação para outros tantos. E dias que não foram gozados por quatro jovens que morreram no dia mais feliz das suas vidas, o dia em que foram livres menos de 24 horas.

APRENDAM!!!! AZEITE - para tratar pancadas em qualquer zona do corpo e pequenos cortes



 Para quem possa ter aqueles acidentes que provocam derrames de sangue ou pancadas:
Sempre que alguém sofra uma pancada em qualquer zona do corpo, pode massajar suavemente com um algodão embebido em azeite quente. Atenção que o azeite quente queima, por isso moderar o aquecimento, mas massajando conforme aguente o mais quente possível.
O negro desaparecerá como que por magia.
Muitas vezes colocamos gelo que é incomodativo e até doloroso. O azeite é muito mais eficaz e não é incomodativo. A uma temperatura moderada até se torna agradável de massajar (sempre suavemente). Os efeitos vêem-se quase de imediato.
Por exemplo: pancada na face. A cara incha facilmente e logo fica negro em grande expansão. Ao massajar com o azeite, o negro e o inchaço desaparecem em poucas horas.
No resto do corpo igualmente.

[?] Homem invísivel...


ELEITOS PELO POVO



-Fundação Mário Soares recebeu generosa prenda de Salgado A Fundação Mário Soares teve no Banco Espírito Santo (BES) o seu maior doador de apoios monetários.

Desde 2011, Ricardo Salgado doou 570 mil euros à fundação do histórico líder socialista.
Só em 2013, revela a mesma publicação que analisou as contas da Fundação Soares, Ricardo Salgado doou 300 mil euros.

Os mesmos documentos revelam ainda que foram assinados dois contratos de mecenato entre o banco e a fundação, dos quais falta pagar a ultima prestação referente a 100 mil euros.

Em 2013, o valor total do património da Fundação era de 4,46 milhões de euros. Outros dos principais mecenas da instituição são o Banco BPI, que contribui com 500 mil euros, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, que financia 400 mil euros.
Sócrates deu 600 mil euros a Soares em plena crise
Entre 2008 e 2012, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros, fundação do ex-PR recebeu 3,4 milhões do governo do PS.
O Estado foi, nesse período, o principal financiador da Fundação Mário Soares. O apoio financeiro mais elevado foi atribuído com o Governo de José Sócrates, avança o Correio da Manhã: por via do Ministério dos Negócios Estrangeiros, em 2007, o Executivo deu à fundação um subsídio anual de 150 mil euros, verba superior aos apoios dados por Galp Energia, BPI e Fundação EDP.
-Além do apoio financeiro, esta fundação teve um valor patrimonial tributário isento de mais de 268 mil euros.
-Câmara Municipal de Lisboa também ajuda o "pobre soares"
Para além dos 50 mil euros anuais que "o Município está obrigado" a dar como "apoio financeiro" à fundação de Soares, acrescem mais 14.825 euros, propostos pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto – e que vão hoje a discussão e votação em reunião de Câmara.
O CM teve acesso ao contrato-programa, entre a CML e a Fundação Mário Soares, em que se adianta "a atribuição de apoio financeiro para o prolongamento, até ao dia 31 de Dezembro de 2011, da exposição ‘A Voz das Vítimas’, organizada pela Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória" e pela fundação de Soares.
O protocolo entre o município de Lisboa e a Fundação Mário Soares, que obrigava a um apoio anual entre 30 e cerca de 44.000 euros, foi assinado a 07 de Novembro de 1995, pelo presidente da Câmara, Jorge Sampaio, vigorando no prazo de 10 anos, renovável para igual período. Ou seja, no mínimo até 2015.
Foi actualizado para 50 mil euros em Julho de 2010, pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, como "reconhecimento do trabalho levado a cabo pela Fundação".

Portugal desconhecido

O 25 de Abril é uma abstracção - Mª José Morgado



Estas são verdades pela maioria reconhecida, mas continuo a perguntar:
Nem uma Magistrada pode alterar?
Temos de continuar apenas a protestar, ver e aguentar?
Ora aqui está uma conterrânea corajosa…
O Circo foi montado há 40 anos...
Não faltam trapezistas (banqueiros) e ilusionistas (políticos) agrupados num verdadeiro bando de "mafiosos"…

O SAQUE do nosso País tem a mão desta "canalha"....e não vai ficar por aqui.
A CEE vai enviar para Portugal mais umas centenas de milhões de euros para o chamado "quadro de apoio comunitário" de 2015-2020…

Já vislumbro uma série "deles" (sim os mesmos de sempre) de mala na mão para sacarem algum (muitos euros)...

Chegam de mala (não é de cartão, como canta a Linda de  Suza-emigrante em França))  vazia e quando abandonam os cargos vão a "abarrotar de notas"...
Este é o triste FADO português...

AVISO IMPORTANTE: não te esqueças de votar em Outubro e contribuir com 4, 50 euros para os cofres do teu partido.
Serás recompensado(a) com o corte no teu salário/reforma e com o aumento da carga fiscal...

Eles não se esquecerão de ti!
Esta "canalha" é insaciável... são piores que os "vampiros"...

O 25 de Abril é uma abstracção!!!
Não deixes de ouvir este depoimento de Mª. José Morgado
Difícil ser-se mais claro...

sábado, 25 de abril de 2015

Quem é Paulo Núncio?

Antes de chegar ao Governo, o dirigente do CDS assessorou multinacionais no offshore da Madeira e o fabricante dos blindados no caso das falsas contrapartidas. No governo, destacou-se pela amnistia fiscal aos Espírito Santo que “lavou” as luvas dos submarinos e pela isenção milionária aos grandes grupos económicos.
20 de Março, 2015 - 15:13h

Foto Pedro Nunes/Lusa
O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais pode mesmo vir a ser o único sobrevivente da vaga de demissões dos responsáveis pelo fisco português. Paulo Núncio foi o primeiro a desmentir a existência de uma “lista VIP” de contribuintes protegidos das consultas dos funcionários da administração fiscal, para depois se ver desmentido pelos factos. Mas esta polémica, em torno da proteção do cadastro fiscal de Passos Coelho, Paulo Portas, Ricardo Salgado, Cavaco Silva e muitos outros, não é a primeira em que o secretário de Estado está envolvido.
No seu currículo de advogado fiscalista tem as sociedades Morais Leitão, Galvão Teles & Associados (MLGTS) e Garrigues & Associados, desde 2007 até à entrada no Governo. Na primeira, esteve ligado ao ramo do escritório para o offshore da Madeira, sendo representante da MLGTS Madeira Management & Investment SA. Esta sociedade foi apontada no livro Suite 605 como a criadora de um grupo de 112 sociedades com o mesmo nome, operação de clonagem que levou a investigações judiciais com origem em Itália. Antes das eleições de 2011, foi chamado por Paulo Portas para as reuniões com a troika, na altura apresentadas como “negociações”.
A maior amnistia fiscal de sempre ao dinheiro escondido no estrangeiro
Logo no primeiro Orçamento de Estado, é criado o terceiro Regime Especial de Regularização Tributária (RERT III), que permitiu a quem escondeu dinheiro em contas no estrangeiro legalizar a situação e proteger-se de futuras condenações a troco de uma taxa de 7,5% sobre o montante declarado. Ao contrário dos dois RERT anteriores, sob o governo Sócrates, este não obrigou ao repatriamento dos capitais, servindo apenas para os amnistiar. A descoberta do esquema de fuga de capitais revelado pela investigação Monte Branco levou ao prolongamento do prazo de candidatura a esta amnistia fiscal. Foi um recorde: 3.4 mil milhões de euros legalizados, mais do que nos RERT I e II juntos.
Paulo Núncio também esteve ligado aos RERT anteriores, mas então no apoio aos beneficiários, ao serviço da Garrigues & Associados. Em 2010, explicava esse regime aos seus clientes como uma “amnistia fiscal” que garante "um escudo protetor (relativamente aos valores declarados) de todas as obrigações fiscais e mesmo de todas as infrações cometidas”.
Entre outros negócios obscuros, o RERT III serviu para ilibar os dirigentes do Grupo Espírito Santo de qualquer acusação a respeito das luvas recebidas pela compra dos submarinos ao consórcio alemão, permitindo ao Ministério Público dar por encerrada a investigação. Paulo Núncio também esteve ligado aos RERT anteriores, mas então no apoio aos beneficiários, ao serviço da Garrigues & Associados. Em 2010, explicava esse regime aos seus clientes como uma “amnistia fiscal” que garante "um escudo protetor (relativamente aos valores declarados) de todas as obrigações fiscais e mesmo de todas as infrações cometidas”. Dois anos depois, falando ao Expresso sobre o RERT III, que criara enquanto governante, garantia que "o Governo rejeita expressões como 'amnistia fiscal' ou 'perdão fiscal'".
A isenção fiscal às SPGS
Poucos meses depois de entrar no governo, um despacho assinado por Núncio isentou os grandes grupos económicos do pagamento de milhões de euros em impostos. "Na prática, uma empresa que pague um euro de uma sua subsidiária pode estar isenta de milhões de euros das sedes dessas empresas", explicou na altura o deputado bloquista Pedro Filipe Soares.
O despacho sobre a tributação dos dividendos dos grupos com sociedades gestoras de participações sociais (SGPS) resultou da polémica venda da empresa telefónica Vivo por parte da Portugal Telecom, cujas mais valias avaliadas em 6 mil milhões de euros não pagaram um cêntimo de imposto. O labirinto montado para as SGPS por empresas de advogados como a de Paulo Núncio, com recurso a sociedades offshore ou paraísos fiscais como o Luxemburgo, permitia-lhes escapar a esta tributação. O despacho assinado pelo Secretário de Estado ajudou ainda mais as grandes empresas a escapar ao pgamento de milhões de euros em impostos. Em 2014, uma auditoria do Tribunal de Contas acusou o Governo de esconder a concessão de benefícios fiscais às SGPS no valor de 1045 milhões de euros.
As contrapartidas dos negócios militares
Quando a Fabrequipa é pressionada a assinar contrapartidas que não queria, Pita recorda a presença de Paulo Núncio em representação da Steyr. Já nessa altura, a maioria PSD/CDS protegeu Paulo Núncio, impedindo a sua audição e esclarecimento do seu papel neste negócio.
Se foi com o RERT III de Paulo Núncio que os beneficiários donegócio dos submarinos escaparam à lei, o próprio Secretário de Estado teve um papel importante, enquanto representante da austríaca Steyr, no negócio-fantasma das contrapartidas pela aquisição de blindados para o exército. Na abertura do concurso, Paulo Portas era ministro da Defesa e coube também ao líder do CDS adjudicar a compra dos Pandur à empresa representada por Núncio. Essa decisão é tomada já depois de Jorge Sampaio ter demitido o seu governo e justificada com a promessa de que isso faria renascer a entretanto encerrada fábrica da Bombardier na Amadora. Sete anos depois, o acordo era denunciado por incumprimento de prazos e outras obrigações da Steyr, entretanto adquirida por um fabricante norte-americano. Só em 2014 houve acordo para terminar o litígio do Estado com a empresa.

Em declarações na comissão parlamentar de inquérito, em 2014, o empresário Francisco Pita, da Fabrequipa, empresa do Barreiro subcontratada para o fabrico dos blindados, afirmou ter sido “obrigado” a adquirir uma empresa sem qualquer atividade e que detinha os direitos das contrapartidas, a GOM. E quando a Fabrequipa é pressionada a assinar contrapartidas que não queria, Pita recorda a presença de Paulo Núncio em representação da Steyr. Já nessa altura, a maioria PSD/CDS protegeu Paulo Núncio, impedindo a sua audição e esclarecimento do seu papel neste negócio.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Ultra Reality: What would you do in this situation? - LG Meteor Prank

O que a definição de uma boa tv faz!!!!
·  A LG colocou uma TV de 84 polegadas no lugar de uma janela e assustou pessoas com um meteoro fictício.
·  O Comercial foi gravado no Chile e pretendia mostrar a alta definição da imagem da nova TV “ULTRA HD”.
·  Coloquem em tela cheia.

Uma história verdadeira!!!

A ESTRANHA

Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu uma estranha, recém-chegada à nossa pequena cidade. Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com esta encantadora personagem e, em seguida, a convidou a viver com nossa família.
A estranha aceitou e, desde então, tem estado connosco. Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial. Meus pais eram instrutores complementares... minha mãe me ensinou o que  era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer.
Mas a estranha era nossa narradora.
Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias. Ela sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro! Levou minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia-me rir, e me fazia chorar.
A estranha nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava. Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez para que a estranha fosse embora).
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas a estranha nunca se sentia obrigada a honrá-las.
Os blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer um que nos visitasse.
Entretanto, nossa visitante de longo prazo usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.
Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas a estranha nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pela estranha.
Repetidas vezes a criticaram, mas ela nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que a estranha veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era no princípio.
Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda a encontraria sentada em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...

Seu nome? Ah. seu nome…
Chamamos-lhe de TELEVISÃO!
É isso mesmo; a intrusa se chama TELEVISÃO!
Agora ela tem um marido que se chama Computador, um filho que se chama Telemóvel e um neto de nome Tablet.

A estranha agora tem uma família. A nossa será que ainda existe?

Mecânico ...

À porta do céu, um tipo furioso protestava perante o S. Pedro.
– Meu bom santo, o que fiz eu para estar aqui? Tenho 35 anos, estou em plena forma física, não bebo, não fumo, faço uma vida de acordo com as regras dos bons costumes, e agora estou aqui! Certamente houve um engano!

O S. Pedro responde:
– Bom, não é usual nós cometermos erros, mas enfim, vou verificar!
Como te chamas?
– Vicente, João Diogo.
– Sim… Profissão?
– Mecânico!
– Ok, cá está a tua ficha. João Diogo Vicente, Mecânico! Tu morreste
de velhice!
– De velhice ?! Mas não é possível, eu tenho somente 35 anos…

– Isso eu não sei, mas fazendo as contas a todas as horas de mão-de-obra que facturaste aos clientes, isso perfaz 123 anos!

A MINHA MÚSICA

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