Os gabinetes de José Magalhães (na foto) e Alberto Martins tinham motoristas bem remunerados.
Despacho passa por familiar
Despacho passa por sobrinho de ministro Despacho passa por sobrinho de ministro
Despacho passa por sobrinho de ministro
PAGAMENTO POLÉMICO EX-SECRETÁRIO DE ESTADO
Despacho passa por familiar
Sobrinho da mulher do ministro, procuradora que recebeu os 72 mil euros por acumulação de funções, é o chefe de gabinete de Alberto Martins
EDUARDO DÂMASO
O chefe de gabinete do ministro da Justiça, Alberto Martins, participou na tramitação do despacho que levou ao pagamento de 72 mil euros à procuradora Maria da Conceição Fernandes e é sobrinho desta.
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Decoração maçónica
Magalhães diz que remodelação de gabinete teve "custo minúsculo"
16 Janeiro 2012 | 09:13
Jornal de Negócios Online - negocios@negocios.pt
Em reacção à notícia publicada na sexta-feira, no "Correio da Manhã", o antigo governante garante que na redecoração, cujo resultado final pode ser visto aqui (http://photosynth.net/view.aspx?cid=b6f7f299-bc2e-4f4b-8958-5741c0b99890) a 360º, optou "sempre pelo 'low cost', mas nunca pela incultura". Magalhães assegura que "o custo foi minúsculo e para os incrédulos sugiro que comparem despesas de remodelação dos gabinetes dos dois secretários de Estado".
Sobre as opções decorativas, o antigo secretário de Estado de José Sócrates diz que "tinha uma foto do Terreiro do Paço ao longo da parede, reflectindo num espelho (forma elementar de ampliar uma salinha minúscula, mas com vista esplendorosa). Uma foto obviamente suspeita. Como podem mentes incultas gerir com eficiência", ironizou. Magalhães não faz qualquer alusão às referências maçónicas que, segundo o "Correio da Manhã", também foram tidas em conta na remodelação do gabinete.
De acordo com o "Correio da Manhã", a renovação do gabinete do antigo secretário de Estado da Justiça custou mais de 62 mil euros. "A remodelação do espaço de trabalho do ex-governante, segundo os dados a que o 'CM' teve acesso, não foi barata: de uma despesa total superior a 62 mil euros, quase metade, no valor correspondente a mais de 26 400 euros, diz respeito a gastos com a aquisição de sofás, cadeirões, secretárias, candeeiros e carpetes. E um conjunto de computadores portáteis, televisor LCD e telefones portáteis atingiu a quantia de 16.500 euros", revela o jornal.

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