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quinta-feira, 14 de junho de 2018

67 MILHÕES SEM RASTO NO COMBATE AOS FOGOS


Auditoria revela um verdadeiro buraco negro no que diz respeito à informação financeira nas entidades responsáveis pelo socorro e combate aos fogos.



Na sequência das conclusões do Tribunal de Contas que afirma continuarem a existir procedimentos inadequados no sistema de gestão e controlo dos apoios financeiros concedidos pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) às associações humanitárias de bombeiros (AHB), verifica-se um verdadeiro buraco negro no que diz respeito à informação financeira nas entidades responsáveis pelo socorro e combate aos fogos.

Segundo o Correio da Manhã, que cita o relatório, "continuou a verificar-se inadequação de diversos procedimentos, quer na ANPC quer no sistema de gestão e controlo dos apoios financeiros concedidos às Associações Humanitárias de Bombeiros, que totalizou, em 2016, 67,9 milhões de euros".

O Tribunal de Contas (TdC) procurava saber se as recomendações deixadas em anteriores auditorias foram implementadas e concluiu que estas não foram acolhidas e outras que o foram apenas parcialmente.

O mesmo jornal avança que a falta de transparência nas verbas entregues aos corpos de bombeiros levou mesmo o Tribunal de Contas a verificar os dados do Instituto dos Registos e Notariado.

O que foi encontrado é preocupante: para a ANPC há 412 associações humanitárias de bombeiros às quais foram atribuídos subsídios, mas para o IRN são 437, o que "evidencia a existência de falhas na articulação legal entre estas entidades e, consequentemente, na garantia de que a ANPC fiscaliza o cumprimento do Regime Jurídico das Associações Humanitárias de Bombeiros".

Na prática "a documentação apresentada pela ANPC revelou inconsistência nos registos e informação insuficiente que não permite a compreensão das mesmas e das operações efectuadas".

PAULO PORTAS PODERÁ VIR A ESTAR EM "MAUS LENÇÓIS"

Carta aberta será também entregue no Parlamento, reclamando a reabertura da comissão de inquérito. Grupo de cidadãos quer auditoria ao inquérito do MP para saber o que correu mal.


Um grupo de cidadãos entregou esta sexta-feira na Procuradoria-Geral da República (PGR) uma carta aberta, assinada por mais de oito mil pessoas, que visa “pressionar” a reabertura do inquérito à compra de dois submarinos pelo Estado Português, segundo Rui Martins, um dos promotores da iniciativa.

Foto: Esquerda.net
“Sabemos que não é a legalmente a pressão que faz reabrir o processo, mas queremos evitar que o assunto caia no esquecimento”, explicou.

A petição foi entregue ao final da tarde, tendo o grupo convocado uma pequena manifestação para a porta da PGR, na rua da Escola Politécnica, em Lisboa. O grupo pediu a devida autorização para a concentração à Câmara de Lisboa e à PSP que enviou um carro patrulha para o local.

Os promotores foram recebidos por um elemento do gabinete da procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal. Segundo Rui Martins, o encontro serviu para deixar algumas questões à PGR. “Queríamos saber se foram extraídas certidões do processo (para abrir outros inquéritos relacionados com este) no âmbito do despacho de arquivamento; se sempre vai ser aberta uma auditoria interna a este processo para se perceber o que correu mal e o que acontece se o tribunal alemão enviar informações às autoridades portuguesas.

O processo é reaberto? Mas não nos responderam”, lamentou Rui Martins, um técnico informático. A eurodeputada Ana Gomes, assistente no processo, já disse que iria recorrer do arquivamento.

No despacho de arquivamento, os dois procuradores encarregues do inquérito dizem que o então ministro da Defesa Nacional Paulo Portas “excedeu o mandato” que lhe foi conferido em finais de 2003 ao celebrar um contrato de compra diferente dos termos definidos na adjudicação e insistem que as negociações entre o Estado português e o consórcio alemão “decorreram de forma opaca”. Porém, os magistrados também entendem que a posterior ratificação do Conselho de Ministros em Agosto de 2004, já pelo Governo de Santana Lopes, “sanou qualquer irregularidade que pudesse existir do ponto de vista administrativo”.

Na carta, os subscritores manifestam a sua “frustração” perante a decisão de arquivamento, “sem levar a julgamento nem deduzir acusações contra os arguidos”. Após “oito anos, centenas de milhares de horas e de euros, dezoito volumes, e condenações por corrupção activa na Alemanha e por corrupção passiva na Grécia, a Justiça portuguesa mostra-se, de novo, incapaz”, lê-se ainda. 

A carta será ainda entregue este mês no Parlamento. “Queremos reabrir também a comissão de inquérito que existiu sobre o caso. Há factos novos que estão no despacho de arquivamento. E vamos entregar a carta também à embaixada alemã como forma de repúdio à falta de colaboração”, acrescentou Rui Martins.

Numa nota sobre o despacho de arquivamento, o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) sublinha a falta de colaboração da justiça alemã. “Não pode deixar de se evidenciar que as autoridades judiciárias alemãs nunca tenham facultado a documentação que lhes foi rogada e que era indispensável à reconstituição dos circuitos financeiros dos eventuais pagamentos de luvas”, lê-se no documento.

O Tribunal de Munique, na Alemanhã, condenou em Dezembro de 2011 dois ex-executivos da Ferrostaal a dois anos de prisão, com pena suspensa, e ao pagamento de multas por suborno de funcionários públicos estrangeiros, na venda de submarinos a Portugal e à Grécia.

No que toca a Portugal, o tribunal deu como provado que ambos subornaram o ex-cônsul honorário em Munique Juergen Adolff, pagando-lhe 1,6 milhões de euros, através de um contrato de consultoria, para que o diplomata propiciasse contactos com o governo português. Em Portugal, o inquérito-crime arquivado está relacionado com as contrapartidas que a parte alemã se comprometeu a pagar.

Fonte: Publico

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

A BOLA DE OURO 2017

A Ballon d'Or 2017 é um prêmio de futebol criado pela revista francesa France Football. 
Data7 de dezembro de 2017, 7:30 da manhã GMT-8

domingo, 29 de outubro de 2017

Histórias de cogumelos


Humor venenoso
No exame de Doutorado em Farmácia, o examinador:
  "Como você reconhece os cogumelos mortais? "
   O candidato:
"Na autópsia! "

 
Um agricultor escolhe os cogumelos em uma madeira.
  O veterinário do país se aproxima e reconhece que eles são venenosos: "Infeliz! Você vai se envenenar! - Não se preocupe, senhor, não é para comê-los... é vendê-los!

  
Dois amigos estão conversando juntos. Eles não se viram por um tempo.
"Eu ouvi que você se casou novamente.
- Sim, é a minha quarta vez.
- E os anteriores?
- Todos mortos, todos.
- Meu Deus! E como?
- O primeiro comeu cogumelos venenosos.
- Pelo amor de Deus! E o segundo?
- Além disso.
- E o terceiro comeu cogumelos venenosos?
- Não, não, de uma caveira quebrada.
- Um acidente?
- Não, ela não queria comer cogumelos...

 
Um erro infeliz entrou na nossa mesa de cogumelos venenosos
(ver p.12 do número 477).
         Os sobreviventes terão rectificado por conta própria.

 
Coluche
"Os amores são como cogumelos.
  Sabemos se eles pertencem às espécies boas ou más quando é tarde demais... "

Tristan BERNARD
"Onde você pegou essas infecções por fungos?
 - Desculpe médico, um verdadeiro amador não revela suas cunhas de cogumelos!...

Philippe GELUCK
"Os cogumelos crescem em lugares húmidos, e é por isso que eles têm a forma de um guarda-chuva ..."

Alphonse ALLAIS
"O cogumelo não tem sexo, o contrário nem sempre é verdade ..."

Jean-François DEREC
"Todos os cogumelos são comestíveis, excepto alguns... Uma vez só..."

  
Jean RIGAUX

"De todos os cogumelos, o de um carro ainda é o mais mortal..."

Portugal em 1950 (filme)

Um excelente filme histórico sobre Portugal, de origem insuspeita.


Uma pequena nota. O elevador de Santa Justa não é da autoria do Engº. Gustave Eiffel, como referido, mas do Engº. Raoul Mesnier du Ponsard, de ascendência francesa, natural do Porto e falecido em Moçambique.

LIVRO DE RECLAMAÇÕES ON-LINE

Desde 2005 que é obrigatório todo o comercio e instituições terem o Livro de Reclamações.

Quem se recusar pode pagar uma multa de 250 a 30 mil euros.

Mas desde 01 de Julho deste ano já existe o Livro de Reclamações Digital mas ainda não abrange o comércio total nem todas as Instituições.

Tem de entrar aqui:
CLIK NA IMAGEM

Esta opção de reclamar On-line ficou com acesso desde 01 Julho sem sair de casa.

Como pode fazer para reclamar On-Line?
Depois de entrar (aqui) vai ter de se registar com um e-mail.


Vai receber no e-mail que a autenticação.



Vai então entrar no site do Livro de Reclamações para fazer o seu registo.








Tem todo o tempo do mundo, no sossego e sem pressões. 

Neste momento pode fazer para empresas tais como Electricidade, Gás, Água, Telecomunicações e Correios.
Vantagens
         O consumidor não tem de ter vergonha de reclamar.
         A entidade reguladora e a empresa recebem a reclamação.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

[UM] DIA DE LIBERDADE





Madri aprovou medidas que permitem destituir o presidente da Catalunha (ao centro)
A moção em favor da independência foi aprovada em votação secreta, com 70 votos a favor, dez contra e duas abstenções. Antes, 53 deputados, de um total de 135, haviam abandonado a sessão.

De acordo com Rajoy, a autorização para dissolver o Parlamento catalão tem o objetivo de permitir que ele convoque eleições na região "em um prazo máximo de seis meses". Ao comparecer diante do Senado para pedir a aprovação das medidas, ele afirmou que sua intenção é "realizar as eleições o mais rápido possível".

I. DISPOSICIONES GENERALES CORTES GENERALES de Do outro lado da barricada

AQUI
MINISTERIO DE LA PRESIDENCIA Y PARA LAS ADMINISTRACIONES TERRITORIALES

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

EX-BASE AÉREA N.º 3 VOLTOU A TER VIDA EM DIA DE CONVÍVIO


"Falar da BA 3 é falar de emoções, sentimentos, histórias e memórias”.
16º Convívio da Ex BA 3


O Quartel General da Brigada de Reação Rápida (BrigRR) regressou aos tempos da Base Aérea n.º 3 este sábado, dia 21, com o reencontro de mais de 350 militares e civis que ali estiveram colocados ou em diligência permanente. O momento contou com a presença do Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas (CEMFA), General Manuel Teixeira Rolo, num dia em que se partilharam memórias e reconheceu o mérito de quem fez parte da história do atual Aeródromo Militar de Tancos.

Apresentação do livro “Base Aérea de Tancos 1921-1994”, do Tenente-Coronel Aires Marques, no Hangar dos Helicópteros. 
O General Manuel Teixeira Rolo destacou ainda “a excelência das pessoas (…) que serviram as Forças Armadas na BA 3” e que “devem ser lembrados”. 
Uma das recordações que guardam do Polígono de Tancos é a intentona militar de 11 de Março de 1975, com os “carros à civil carregados de armas”, o levantar voo dos helicópteros que partiram para o Regimento de Artilharia de Lisboa (RALIS), o que transportou o General António de Spínola para Talavera de La Reina (Espanha) depois de confirmado o falhanço da tentativa de golpe de Estado e os militares que mais tarde “chegaram a chorar”. 
A localização estratégica da Ex-BA3 tem sido um dos pontos salientados pelo presidente da autarquia na defesa da reativação da BA 3, que poderá vir a receber as esquadras de transporte aéreo da BA 6. O Aeródromo Militar de Tancos “perde” o comando da BrigRR, mas recebe aviões C-295 e C-130 e aeronaves KC-390, podendo as últimas ser adaptadas no combate a incêndios florestais. 

Fotos do Evento




























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