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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Parlamento a casa dos ricos



Com todos estes cortes que o Povo Português trabalhador está a sofrer estes senhores continuam a viver numa redoma que os torna diferentes. Não há vontade política nem vergonha para que acumulem pensões ao final de 12 anos quando o comum dos mortais tem de trabalhar uma vida inteira para receber uns míseros “tostões”.
Numa altura de crise em 2012 segundo notícia do DE 14 deputados pediram subvenção mensal vitalícia desde 2012 

Orçamento de 2012 limitou a acumulação destas pensões com remuneração do privado, mas o CDS diz agora que gostaria de “aprofundar os cortes”. 

Os serviços da Assembleia da República já receberam 14 pedidos relativos a subvenções vitalícias para ex-deputados desde o início de 2012 e dois pedidos de subsídio de reintegração. A informação consta de uma resposta escrita enviada ao Diário Económico pelo gabinete do Secretário-Geral João Manuel Tavares, não tendo ainda adiantado os nomes dos ex-deputados em causa ou os grupos parlamentares a que pertencem.

Tem direito à subvenção mensal vitalícia e ao subsídio de reintegração quem tenha sido deputado durante, pelo menos, 12 anos e que estivesse no hemiciclo em 2005, quando o Governo de José Sócrates acabou com este benefício. Quem recebe a pensão vitalícia e ocupa um cargo público tem, desde 2011, que optar por uma das duas remunerações, mas quem voltar para o privado ainda pode acumular, desde que o valor a mais não seja superior a três IAS (1.257 euros). Esta última limitação foi introduzida já pela maioria PSD/CDS para o Orçamento do Estado 2012, com o deputado centrista João Almeida a explicar ao Diário Económico que "foi o mais longe que se conseguiu ir na altura".

Alguns dos políticos que tem direito as estas subvenções: 
Os nomes dos políticos que recebem do Estado a pensão mensal vitalícia passaram a ser secretos.

Comissão Nacional de Protecção de Dados cujo presidente é eleito pelos deputados, considera que “a pensão mensal vitalícia não é uma informação pública….”
“in Correio da Manhã”


Os partidos políticos criaram em Portugal, um sistema de roubo legal para os seus membros, baseado na acumulação de reformas e pensões vitalícias.
Só o número de ex deputados com pensão para toda a vida (de todas as cores e para todos os gostos) já ultrapassa os 400 beneficiários. O valor dessa regalia rondará os oitocentos mil Euros por mês.


Mário Soares, “papa de reformas” mais 500.000 Euros por ano.
 
Alberto João Jardim, tem uma reforma do Estado de 4.124 Euros, obtida num serviço público onde nunca trabalhou (Secretaria Regional de Turismo), recebe um ordenado por inteiro de 84 mil Euros. Acresce a este valor mais 40% de despesas de representação, o que dá 94.467 Euros, ganha mais do que o primeiro-ministro Espanhol.

Cavaco Silva recebe do Banco de Portugal 4.152 Euros, da Universidade Nova de Lisboa 2.328 Euros e de primeiro-ministro 2.876 Euros. E GOVERNA A MULHER QUE NÃO TEM REFORMA DISSE CAVACO NA ULTIMA CAMPANHA ELEITORAL................

Manuel Alegre recebe um valor de 3.219,95 Euros por ter trabalhado um ano RDP num cargo que nem ele sabe qual era (1974/1975).

Santana Lopes obteve uma reforma de primeiro-ministro após seis meses de trabalho, que acumulou depois com a reforma de deputado.

Marques Mendes mal fez 50 anos de idade, tratou de logo de requerer uma pensão de 2.905 Euros.

Freitas do Amaral, ao saber que lhe faltava pouco tempo para obter a reforma vitalícia de deputado, desligou-se do CDS, mas não da Assembleia da Republica enquanto não completou o tempo necessário para a obter.

Carlos Brito, quando obteve a sua reforma, mandou “passear” o PCP, onde durante décadas militou.

Fernando Rosas, dirigente do Bloco de Esquerda, quando atingiu os 8 anos necessários para solicitar a sua reforma de deputado, mandou a Assembleia às urtigas.

Mira Amaral, antigo ministro de Cavaco Silva depois de obter uma reforma de deputado, em 21 meses obteve uma reforma da Caixa Geral de Depósitos no valor de 18.000 Euros mensais.

Campos e Cunha, ministro das finanças de Sócrates, após ter trabalhado 6 anos no Banco de Portugal, e com apenas 49 anos, obteve uma reforma de 114.784 Euros.

Diogo Leite Campos, do PSD. À semelhança de outros camaradas de partido, bastarem-lhe 6 anos no Banco de Portugal para obter mais uma reforma do Estado.

Vasco Franco, figura de proa do PS, obteve uma reforma de deputado de 3.035 Euros. Recebe ainda uma outra como deficiente de guerra por ter sido ferido em Moçambique depois de 1974.

Centenas de governantes e deputados de todas as cores políticas, independentemente da sua idade ou da sua competência, têm sido contemplados e nós, os nossos filhos e os nossos netos iremos suportar por muitos e bons anos estas reformas douradas. Até quando?



Pensões vitalícias: quem ganha e quanto ganha


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