
Fotografia © Joana Bougard/Global Imagens
"Segundo a informação a que a Lusa teve acesso, na semana passada, a CGD afirmava que, apesar dos cortes, em fevereiro se iam manter suspensos "até novas orientações" os pagamentos de componentes da remuneração, como "novas diuturnidades, prémios de antiguidade, promoções de mérito", "atribuição de novos abonos (por exemplo, isenção de horário) e alteração de níveis contratuais ou remuneratórios". Medidas que a CGD usou, em 2011 e 2012, para compensar a ausência de cortes nos salários sujeitos a impostos e com que conseguiu reduções nos custos com pessoal de 8%, em média.
Já no início de fevereiro, quando o presidente da Caixa disse que a instituição ia cumprir "escrupulosamente" o OE2013, referiu também que esta estava a estudar como "reverter" os cortes feitos noutras componentes da remuneração em 2011 e 2012, já que "não faz sentido uma dupla penalização dos trabalhadores da CGD".
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