Passeando pelos blogues, encontrei esta noticia no Do Portugal Profundo
"Ouvi, cerca das 14 horas de hoje, 9-2-2011, no jornal da SIC, o socialista Dr. Armando Vara à entrada do Tribunal Central de Investigação Criminal de Lisboa (TCIC) - ver video abaixo -, onde iria ser ouvido pelo juiz Carlos Alexandre no âmbito do processo Face Oculta, queixou-se de uma «espécie de joy venture (...) entre justiça e comunicação social» num Estado de direito. Armando Vara queria dizer «joint venture» (empreendimento conjunto»), mas o que conseguiu pronunciar foi «joy venture» - à vista desta exuberância no Inglês, as reuniões de negócios do banqueiro com gestores e executivos financeiros devem ser curtidas..."
(...)
Vara e Sócrates já tinham sido colegas em Direito, na Universidade Lusíada - Sócrates esteve lá inscrito entre 1987 e 1993, mas não terá realizado qualquer cadeira (ver o meu livro Dossiê Sócrates, 2.ª edição, 2009, p. 186). Um colega de Vara na Lusíada contou-me que assistiu aí, em Junho/Julho de 1990, a uma sua oral de Ciência Política e Direito Constitucional perante o assistente... Dr. Jorge Lacão, na qual se recorda que o docente, e colega socialista, levava as mãos à cabeça por o deputado (nessa altura) Armando Vara nem sequer saber a diferença entre «proposta de lei» e «projecto de lei»!... Vara terá passado no exame com 10 valores e a indignação de quem assistiu à sua oral. (...)
Este registo mereceu o meu destaque.
Diz a notícia:
«A TMN justifica a destruição de parte dos dados de tráfego telefónico de vários arguidos do processo Face Oculta, incluindo Armando Vara (ex-vice-presidente do BCP), Rui Pedro Soares (ex-administrador da PT), Mário Lino (ex-ministro das Obras Públicas) e de Paulo Penedos (ex-assessor da PT), com razões de ordem técnica. (...)
Em 11 de Janeiro de 2010 o juiz pediu informação relativa ao período entre 27 de Janeiro de 2009 e 30 de Novembro de 2009. A TMN, contrariamente a outras operadoras, só enviou os dados a partir de Agosto. (...)
Tal significaria que em Janeiro de 2010, quando a informação foi pedida pelo juiz, a TMN ainda teria os dados relativos a Julho. Contudo eles não chegaram ao processo. Isto, diz a TMN, devido ao atraso no tratamento do pedido, que a empresa apenas respondeu a 17 de Maio, quatro meses após o primeiro pedido ter sido feito.»
Lei obriga as operadoras a guardarem os registos dos últimos 12 meses
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