“Rancheiros” modus operandi "kompromat"
Sempre se
utilizou desde os tempos da PIDE, aglomerado de ficheiros e ficheiros, o que se
comia e o que não se comia para mais tarde usando esse “emparcelamento” dessa
informação na geria policial encostar à
parede alguém que estava a importunar a ascensão do (patrão/chefe).
Os ratos da
caserna, já por si esburacada, mantém-se perfilados e amordaçados por essa
técnica "kompromat".
Mas o sol que
teima em entrar e usando o provérbio popular “água mole em pedra dura tanto
bate até que fura” poderá ser um dos argumentos dos Ratolas. No verão (quente) amealhou-se
o que se podia para que o inverno esse invernoso possa ser passado sem
sobressaltos, mas eis que alguém resolve tirar um coelho da cartola e para
ofuscar seja lá o que, atira para fora uns papéis empoeirados com
vários anos para não dizer décadas (saco azul) do tempo do Adelino Amaro da
Costa. Perdi a conta às comissões de amigos organizados por outros tantos
amigos, que pelos vistos aguardam pacientemente que dois ou três se pirem lá
para bandas do purgatório para que se faça luz. Enquanto isso, vamos entretendo
com a venda ou não do Banco Novo, do GES nem se fala, Operação Marquês lá se
vão sumindo alguns nomes…do BPN o PSD nem deseja falar…vamos então ao velho
Oeste onde uns “tirinhos” de vez enquanto entretém a malta nem que seja ao som
do FMI do José Mário Branco.
Sem comentários:
Enviar um comentário