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terça-feira, 21 de agosto de 2012

O escândalo da Fundação Mário Soares


 O escândalo da Fundação Mário Soares 


   salientar  que CATARINA VAZ PINTO   é     MULHER DO GUTERRES    
que paira por cá  (ou pela Câmara de Lisboa)
enquanto o marido  AJUDA (????)  os pobres dos Refugiados  !!! 
Fundação do ex-presidente da República recebe apoio financeiro da Câmara Municipal, desde 1995

    Malandragem sem vergonha. Ladrõezecos. Espalhem isto.
    O escândalo da Fundação Soares

    Na FDL aprendi que as Fundações são pessoas jurídicas dotadas pelo seu Fundador de um acervo patrimonial que é gerido por forma a desenvolver actividades em domínios diversos, como sejam a cultura, a arte, a investigação, o apoio a projectos relevantes, etc.  Como exemplos paradigmáticos tínhamos, então,   a F. Gulbenkian e temos, mais recente, a F. Champalimaud e a F. da Jerónimo Martins, a dita, salvo erro,  F. Soares dos Santos, a que preside o António  Barreto. Há outras. Só que, de há uns bons tempos para cá, desfigurando e abusivamente se apropriando desse genuíno perfil estatutário, vêm brotando, como cogumelos, verdadeiros abortos fundacionais,  de cariz público ou privado,  que não passam de  grosseiras desconstruções  jurídicas destinadas a sacar  subsídios e privilégios do Estado, das Regiões e das Autarquias e/ou a desviar  avultadas verbas públicas para fins que escapam a um adequado/efectivo controlo democrático. Trata-se, bem vistas as coisas, de  Maquinações, que não de Fundações. Se essas e outras  forem finalmente desactivadas, talvez  um dia vejamos como bendita esta crise maldita. 
Para além dos 50 mil euros anuais que "o Município está obrigado" a dar como "apoio financeiro" à fundação de Soares, acrescem mais 14.825 euros, propostos pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto – e que vão hoje a discussão e votação em reunião de Câmara.
O CM teve acesso ao contrato-programa, entre a CML e a Fundação Mário Soares, em que se adianta "a atribuição de apoio financeiro para o prolongamento, até ao dia 31 de Dezembro de 2011, da exposição ‘A Voz das Vítimas’, organizada pela Associação Movimento Cívico Não Apaguem a Memória" e pela fundação de Soares.
O protocolo entre o município de Lisboa e a Fundação Mário Soares, que obrigava a um apoio anual entre 30 e cerca de 44.000 euros, foi assinado a 07 de Novembro de 1995, pelo presidente da Câmara, Jorge Sampaio, vigorando no prazo de 10 anos, renovável para igual período. Ou seja, no mínimo até 2015. 
Foi actualizado para 50 mil euros em Julho de 2010, pela vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, como "reconhecimento do trabalho levado a cabo pela Fundação".

    É por estas e outras que Portugal está na bancarrota. A Câmara Municipal de Lisboa está afundada em dívidas, que irão ser pagas através da austeridade que o Governo está a impor, contudo continua a sustentar uma Fundação particular.
    Não se viu, até hoje, cortes nestes abusos.
    O que se vê são cortes nos nossos bolsos, mas para os amigos, como Mário Soares, não há.
    E este fulano, Mário Soares, vem para as televisões e jornais dizer que é preciso sacrifícios.
    Cínico!

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