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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Será desta que a velhinha namorada G3 se vai embora?


A informação foi dada nesta semana pelo ministro da Defesa: se continuarem a ser cumpridos os prazos, é seguro que "até final de 2017 praticamente tenhamos o concurso concluído", disse Azeredo Lopes, o que "significa quase uma revolução, considerando o tempo extraordinário que demorou" o processo para Portugal deixar de ter o exército europeu com a arma mais antiga nos teatros de operações.(...)
O ramo disse que "o processo de aquisição de armamento ligeiro vai iniciar-se em 2017 e decorrerá até 2022", através da agência de apoio e compras da NATO (NSPA, sigla em inglês)(...)disse o porta-voz, tenente-coronel Vicente Pereira.
Será pacifico este concurso?
Barroca Monteiro(1), coronel paraquedista, escreveu em 2012, no Público, que a G3 "anda há séculos a ser objeto de tentativas de substituição", sendo "inúmeras as provas de teste de novas armas [e] tantas como os concursos lançados". Ex-ajudante-de-campo de Ramalho Eanes, o oficial deixava uma dúvida: "Haverá algures na Defesa um dossiê com o registo das despesas efetuadas" ao longo dos anos? 

(1) O Coronel Paraquedista Barroca Monteiro tem amiúde vezes escrito nos semanários da nossa praça. Não sei se esteve na comissão de transição para o exercito...,espero que não,mas tem escrito algumas verdades que passo a reproduzir alguns excertos:
"Aquisições de milhares de milhões em aviões,canhões e blindados,incapazes de adquirir uma nova e moderna espingarda (de custos menores),poderão ter facilitado grandes negócios privados ou políticos-sujeitos a reduções orçamentais continuas,agora com poucos soldados mas os generais e quadros de sempre,soldados com "espingardas dos avós".
Num estado falido,os generais do exercito querem helicópteros: enquanto um oficial convalescente de uma operação no hospital militar não tem lençóis nem toalhas".
Bem...já tenho em tom jocoso... aqui brincado com a situação de verdadeira anedota que é (ou que tem sido) a historia dos helicópteros no exercito, ridiculamente esta historia só batida pela inoperância daqueles "feijão verde", em adquirir uma espingarda automática que equipe as nossa forças armadas em substituição da verdadeira peça de museu que é a G3. Este negocio por ventura não envolverá os milhões que alimentam a corja de oportunistas sempre presentes nas negociatas militares e por isso , menos apetecido será!!!
E foi neste lodo que nos fomos meter (ou nos meteram...mais propriamente), alguém já sabia muito bem que iríamos perder toda a nossa capacidade de equipamento e armamento em detrimento de ideias retrogradas e anti-paraquedistas boçais. 

(...)
O Exército escusou-se a quantificar as unidades por cada modelo, cujo total ronda as 15 mil armas. "A tendência atual", com as lições da guerra no Afeganistão, "parece ser manter espingardas 5,56 mm como arma regulamentar e usar as de calibre 7.62 em número razoável para atiradores de precisão ou certas missões especiais", explicou o tenente-coronel paraquedista Miguel Machado. 
(...) 

Em 2004 estiveram em Portugal por iniciativa de uma empresa nacional, técnicos da Heckler & Koch (HK) e da Trijicon, para apresentarem alguns dos seus novos produtos, respectivamente, armas ligeiras e miras ópticas. A Força Aérea Portuguesa através do Campo de Tiro e da Unidade de Protecção da Força (UPF), deu apoio a esta actividade em que o Operacional esteve presente a convite da empresa portuguesa, a Defmat, e conta o que viu.
                                                   Era então ministro da Defesa:

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