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domingo, 21 de junho de 2015

QUEM TEVE PODERES PARA IMPEDIR A PJ DE INVESTIGAR DIAS LOUREIRO? CAVACO SILVA?

Na sequência do título em baixo, no PG, MAÇONARIA E OPUS DEI, GRUPOS SECRETOS À LAIA DE MÁFIA? onde fazemos referência a organizações mais ou menos secretas que dominam os principais setores de Portugal e se vem concluindo que estão eivadas de procedimentos criminosos, surgiu, nem por acaso, ontem, em manchetes dos jornais aquilo que reproduzimos na imagem acima e que considerámos por bem destacar nas nossas Imagens Escolhidas. A “história” poderá ler no PG em POLÍCIA JUDICIÁRIA IMPEDIDA DE INVESTIGAR DIAS LOUREIRO NO CASO BPN?.

Quem tem poderes para obstar a que a Justiça siga o seu curso normal e assim não seja investigado Dias Loureiro, um “compadre” de Cavaco Silva, que na política ocupava ultimamente o lugar de Conselheiro de Estado, nomeado por Cavaco Silva, e que teve de sair desse cargo devido às pressões que todos os dias ocorriam. Quem tem ou teve as mais e melhores relações com os do Caso BPN? Cavaco Silva.

Uma pergunta surge no espírito daqueles que gostariam de ver esta opacidade derrotada e este escabroso caso esclarecido: terá sido por influências de Cavaco Silva, direta ou indiretamente, que a Polícia Judiciária se viu impedida de investigar Dias Loureiro?

Mais uma dúvida para o rol dos portugueses acerca das apontadas opacidades de Cavaco Silva.

Redação PG
A antiga diretora do DCIAP afirmou não poder dizer por que é que o processo do ex-ministro não foi encaminhado para a Judiciária.

A Polícia Judiciária poderá ter sido impedida de investigar o ex-ministro Dias Loureiro no âmbito do caso BPN. O Correio da Manhã conta que o processo estará parado há alguns anos, e que desde 2009 que a antiga diretora do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), Cândida Almeida, terá prometido à PJ enviar o processo relativo ao ex-ministro.

Segundo o Correio da Manhã, Cândida Almeida terá dito que passaria à PJ o processo relativo a Dias Loureiro no âmbito do caso BPN se a Judiciária reforçasse a equipa que investiga crimes económicos. Cândida Almeida disse ao CM que se tinha reunido com o atual dirigente da PJ, Almeida Rodrigues, e que estava previsto um reforço dessa equipa, em particular no âmbito das suspeitas de fraude no BPN.

O CM conta que apesar do reforço das equipas da PJ, a Judiciária não recebeu o alegado processo relativo a Dias Loureiro, embora tenha recebido outros de arguidos menos mediáticos envolvidos no caso BPN. Dias Loureiro, apesar de ter sido constituído arguido no caso em 2009, não voltou a ser interrogado. Questionada pelo Correio da Manhã, Cândida Almeida afirmou não poder dizer por que é que o processo não tinha sido encaminhado para a Judiciária.

A investigação ao BPN começou em 2008, após a nacionalização do banco. Dias Loureiro, ministro dos Assuntos Parlamentares e da Administração Interna de Cavaco Silva, foi constituído arguido em 2009.





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 MAÇONARIA E OPUS DEI, GRUPOS SECRETOS À LAIA DE MÁFIA?



É comum vir a conhecimento público que esta e aquela figura nos governos, na administração, no empresariado, no desempenho de cargos políticos na generalidade, na justiça, nas televisões, rádios e jornais, além de outros setores influentes, pertencem à Maçonaria. Também não é menos comum acabarmos por concluir que alguns crimes de nepotismo, corrupção e conluio envolvem maçons. É voz corrente que a Maçonaria é como uma praga nos órgãos dos poderes, acompanhada pelo antídoto Opus Dei – outra sociedade secreta. Uns e outros estão infiltrados nos partidos políticos. Consequentemente podemos concluir que Portugalestá subjugado a estas duas seitas secretas e que o crime que lesa o país, a sociedade, tem em larga medida que ver com a Maçonaria e a Opus Dei.

Constatando esta muito provável realidade concluímos que a democracia, a justiça, as liberdades são cada vez menores na quantidade e qualidade por via das ações de grupos de uns quantos cidadãos que servem objetivos contrários aos interesses do país e dos portugueses. Ainda mais pelas suas constituições secretas ou semi-secretas em que não tem cabimento numa sociedade democrática e obrigatoriamente transparente.

Dos crimes que vêm à luz do dia muitos poucos são abrangidos por procedimentos transparentes da justiça, não se compreendendo por que motivos alguém do povo que roube ou cometa outra qualquer espécie de ilegalidade sofre penas pesadas e aqueles que estão de algum modo nos poderes vêm-se contemplados com penas leves. Na generalidade é assim que acontece.

É o caso que vem a seguir. Uma ilegalidade que envolve milhões é penalizada com um ano de prisão efetiva e sai em liberdade condicionada ao fim desse tempo portando uma pulseira eletrónica. O mesmo não vimos no trato aos filhos da ralé, ao povinho por terem cometido o crime que envolva uns simples milhares de euros.

Até que ponto as organizações secretas e os partidos políticos do Arco da Governação estão infiltrados ou na posse do sector da Justiça? Estamos perante sociedades secretas que se comportam como autêntica máfia?

Redação PG

Obras do MAI atribuídas a maçons e grupo de amigos

O ex-diretor-geral de Infraestruturas e Equipamentos do MAI esteve um ano em prisão preventiva e fica agora sujeito a prisão domiciliária, com pulseira electrónica.

Segundo o Ministério Público, o ex-diretor geral das Infraestruturas e Equipamentos, acusado de 32 crimes de corrupção passiva,  distribuiu obras pela  maçonaria por um clube informal de amigos.

As ligações da maçonaria ao esquema do Ministério da Administração Interna (MAI) já eram conhecidas desde a detenção de João Alberto Correia, em abril de 2014, mas sabe-se agora quem formam os beneficiários.

Segundo o Diário de Notícias, o despacho da procuradora Inês Bonina indica que, durante anos, João Correia, adjudicou por ajuste direto 5,9 milhões de euros em obras a empresários das suas relações pessoais", incluindo vários membros da maçonaria e um grupo de amigos.

Um dos empresários que mais terá beneficiado foi Henrique Oliveira, também acusado de 27 crimes de corrupção passiva, que partilhava a filiação maçónica ao Grande Oriente Lusitano com o ex-diretor-geral, mas também foram identificados vários ajustes diretos feitos a membros de um clube de amigos 

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