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terça-feira, 15 de julho de 2014

Passos tem de ser coerente no caso GES

CAMILO LOURENÇO
O primeiro-ministro diz que os contribuintes não vão pagar pelos erros dos bancos. É uma ideia que tem veiculado quase repetitivamente desde que estalou a crise no Banco Espírito Santo. Este fim-de-semana voltou a falar no assunto, desta vez para ser ainda mais claro na mensagem: "Cada vez mais os bancos olham ao mérito dos projectos (…). As empresas que olham mais aos amigos do que à competência pagam um preço por isso, mas esse preço não pode ser imposto à sociedade e muito menos aos contribuintes".
Comentários:

Só para facilitar(...) lembra lá estas coisas no próximo direto na TV paga pública !!! Há que lembrar as principais "trafulhices" dessa "famiglia" cujos membros de "santo" só têm o nome:
1. O caso Portucale, que meteu o abate de sobreiros numa zona protegida, após a aprovação de empreendimentos imobiliários em contra-relógio, em vésperas das legislativas de 2005, por parte de ministros do CDS-PP;
2. O caso dos submarinos, onde se suspeitou de financiamento partidário por parte do consórcio vencedor; 
3. O caso Mensalão, mais financiamento partidário, desta vez do PT de Lula da Silva (as notícias do caso levaram a um corte de relações entre o BES e a Impresa); 
4. O caso das contas de Pinochet, com dinheiro do ditador chileno a passar, segundo uma investigação americana, pelo banco português, via Miami; 
5. O caso das fraudes na gestão dos CTT, incluindo a mediática venda de um prédio em Coimbra, valorizado em mais de cinco milhões de euros num só dia; 
6. A interminável Operação Furacão, megaprocesso de investigação de fraude fiscal; 
7. O caso Monte Branco, onde Ricardo Salgado constava da lista de clientes da Akoya, rede suíça de fraude fiscal e branqueamento de capitais; 
8. O caso dos 8,5 milhões de euros que Salgado se "esqueceu" de declarar ao fisco, detectados na sequência das investigações à Akoya, e que teria recebido por alegados serviços de consultadoria prestados a um construtor português a actuar em Angola; 
9. O caso da venda das acções da EDP pelo BES Vida, feita dias antes da aprovação da dispersão em bolsa da EDP Renováveis, o que levantou suspeitas de abuso de informação privilegiada; 
10. O caso do BES Angola, uma investigação por branqueamento de capitais que acabou por transformar Álvaro Sobrinho, antigo presidente do BESA, num dos inimigos de Ricardo Salgado (o BES, por sua vez, veio acusar Sobrinho de utilizar os jornais da Newshold – o i e o Sol – para ataques pessoais ao presidente do banco); 
11. O caso da recente multa (1,1 milhões de euros) em Espanha, devido a infracções "muito graves" de uma norma para a prevenção de branqueamento de capitais (em 2006, a Guardia Civil já havia feito uma rusga a uma dependência espanhola do BES).

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