O Tribunal Constitucional (TC) manteve a decisão inicial que vedou
a inscrição do MAS como partido político. Gil Garcia volta a fazer uma
leitura política da deliberação.
Foto: Enric Vives-Rubio “Apesar
de todas as críticas que fazemos à atual esquerda, não nos enganamos no
inimigo dos trabalhadores: o governo da direita e a troika. Daí
propormos desde há muito tempo uma aliança de esquerda entre o PC, o
Bloco, socialistas adversários da austeridade, independentes e agora o
MAS para uma ampla unidade de luta contra a troika e o governo PSD/CDS”, disse Gil Garcia, dirigente do MAS.
Que propostas tem o MAS para a crise? André Pestana:
Só suspendendo o pagamento da dívida podemos ter recursos para relançar
a produção e criar emprego. Também para acabar com o desemprego é
preciso reduzir o horário de trabalho, sem reduzir os salários. É
preciso diminuir a idade da reforma e fazer um plano de obras públicas,
que gere mais emprego. Para acabar com o roubo ao país feito pelos
banqueiros, é preciso ainda nacionalizar a banca e as empresas
estratégicas, canalizando esses fundos ao serviço da criação de emprego,
melhoria dos serviços públicos e das condições de vida da população.
Por que só socializar os bancos quando estes dão prejuízo e não quando
dão lucro?
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