Luanda
o primeiro dia - Conto de Onofre Martins dos Santos, alusivo aos 437 anos de
Luanda, hoje.
Queridos amigos,
Como sabem hoje é um dia especial, de aniversário da minha cidade...
Luanda celebra os seus 437 anos... eu não sou historiador, tenho a minha opinião sobre o assunto mas é claro que o folclore se impõe...
já passou tanto tempo!
Tinha um conto que me parecia muito bonito para vos enviar hoje e em que estive a trabalhar durante toda a semana mas esta manhã ao acordar achei que devia escrever um conto diferente que homenageasse o dia em que pela primeira vez um tuga pôs o pé na ilha de Luanda.
Escrever um conto numa manhã não é fácil mesmo para mim que escrevo um conto por semana... mas ele aí vai... o conto mais rápido que escrevi e que é a minha prenda à minha terra e espero seja também uma prenda inesperada para cada um de vós!
Bom dia de Luanda e Boa Semana para todos!
Onofre
Queridos amigos,
Como sabem hoje é um dia especial, de aniversário da minha cidade...
Luanda celebra os seus 437 anos... eu não sou historiador, tenho a minha opinião sobre o assunto mas é claro que o folclore se impõe...
já passou tanto tempo!
Tinha um conto que me parecia muito bonito para vos enviar hoje e em que estive a trabalhar durante toda a semana mas esta manhã ao acordar achei que devia escrever um conto diferente que homenageasse o dia em que pela primeira vez um tuga pôs o pé na ilha de Luanda.
Escrever um conto numa manhã não é fácil mesmo para mim que escrevo um conto por semana... mas ele aí vai... o conto mais rápido que escrevi e que é a minha prenda à minha terra e espero seja também uma prenda inesperada para cada um de vós!
Bom dia de Luanda e Boa Semana para todos!
Onofre
Extracto:
"Luanda o primeiro diaHá quase uma semana que a nau de Paulo Dias navegava ao longo daquela língua de areia que o impedia de encostar a terra firme. Com o seu binóculo assestado descobria finalmente um morro mesmo à sua frente que lhe parecia propício para aí estabelecer um fortim já que vinha com o propósito de lançar as bases de uma feitoria à semelhança de outras que desde as primeiras ilhas no Atlântico os portugueses vinham fundando pela costa ocidental africana. Ao aproximar-se, deu-se conta de uma segunda língua de areia, mais pequena, que formava uma formosa baía e um porto de abrigo que lhe parecia seguro mas cuja entrada o obrigaria a uma manobra mais complicada contornando o cabo em águas muito baixas e agitadas. (...)"
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