Que cambada.
Numa noite, por dormida, gastam o que alguns a trabalhar demoram mais de mês
e meio a ganhar.
E o faça férias cá dentro?
E a promoção de Portugal?
Tretas.
Já trazem o pin na lapela e chega.
Já trazem o pin na lapela e chega.
O ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, foi passar os últimos dias do ano ao Rio de Janeiro, Brasil, e esteve num dos mais luxuosos hotéis da Cidade Maravilhosa, o emblemático Copacabana Palace*.
Mas não foi o único. O ex-administrador do BPN Banco Português de Negócios, Dias Loureiro, e
o ex-ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento
Regional, José Luís Arnaut, também lá estiveram.
É a chamada repartição dos sacrifícios que o Passos Coelho gosta tanto de
falar. Uns fazem o sacrifício de passar por dificuldades e até miséria e fome,
outros, o de ir para hotéis de luxo em Copacabana festejar o Ano Novo.
Claro que há os que têm pouco para festejar em relação ao ano que finda e
menos a esperar do que aí vem enquanto outros só se podem congratular pela
forma como lhes correu a vida em 2012 e pelas perspectivas que 2013 lhes
oferece.
Festejam o aumento das suas riquezas pessoais, das negociatas, das
privatizações, dos tachos e até da simpatia de uma justiça que lhes
permite continuarem impunes perante casos como o do BPN.
*A diária no Copacabana Palace, custa um mínimo de 600 euros e o preço médio por dormida é de 800 euros, sem incluir taxas de serviços de hotel ou pequeno-almoço.
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