Já
foram feitas reuniões com dirigentes, delegados e associados nos
núcleos do Grande Porto, Beja, Entroncamento, Évora, Leiria/Monte Real e
Viseu. Estão ainda em preparação reuniões idênticas nos núcleos de
Lamego/Vila Real, Chaves, Tavira, Estremoz.
Para
além destas reuniões, têm acontecido almoços informais em unidades da
área de Lisboa e estão igualmente em preparação reuniões para
localidades nos arredores de Lisboa.
Tudo isto com o objectivo de sensibilizar para a importância da participação no VI Encontro Nacional de Sargentos.
Em quase todos estes núcleos estão a ser organizados transportes em autocarros, com vista a reduzir os custos de viagem.
Estamos
entretanto a preparar o esboço de um documento para ser discutido em
todos os núcleos e que servirá de base à discussão a desenvolver durante
os trabalhos do VI Encontro.
A
actividade associativa nos últimos anos, por via dos consecutivos
ataques à Condição Militar, tem sido desenvolvida na base da resposta a
acontecimentos. Está na hora dos Sargentos porem em cima da mesa as suas
propostas, a sua visão de como as Forças Armadas melhor podem servir o
País, de como a sua Carreira se pode e deve desenrolar, em aspectos que
se prendem desde a formação inicial, à certificação profissional, à
estrutura remuneratória e condições de higiene e segurança no trabalho, à
regulamentação uniforme de serviços de escala, ao cumprimento efectivo
das leis de protecção à família, parentalidade, etc.
Perante
a indefinição, perante o alimentar contínuo de rumores, perante a
degradação agravada das suas condições de vida, os Sargentos de Portugal
têm que dar um sinal forte que não compactuarão com este estado de
coisas.

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