Porque deixou ele a politica activa?
Jorge Coelho recebeu, no primeiro ano como administrador executivo do Grupo Mota-Engil, um prémio de 202 758 euros. A este montante, o ex-ministro da Obras Públicas junta um salário-base de 500 mil euros. Tudo somado, Jorge Coelho ganhou, em 2009, um ordenado mensal de 50 197 euros (vezes 14 meses), o que representa um ganho diário de 1917 euros. Segundo o relatório sobre as práticas de governo societário divulgado ontem, Coelho é o elemento do Conselho de Administração que mais ganha dentro do Grupo Mota-Engil. Mais que o próprio António Mota, fundador e presidente da empresa.
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Dias Loureiro e Jorge Coelho accionistas de gestora de um fundo financiado por fraude ao IVA
05.12.2008 - 20:43 Por António Arnaldo Mesquita, Cristina Ferreira, Vítor Costa
Manuel José Dias Loureiro e Jorge Coelho são accionistas da Valor Alternativo, uma sociedade anónima gestora que administra e representa o Fundo de Investimento Imobiliário Valor Alcântara, que foi constituído com imóveis adquiridos com o produto de reembolsos ilícitos de IVA, no montante de 4,5 milhões de euros.
(Luís Ramos (arquivo)
Dias Loureiro, actual Conselheiro de Estado e ex-administrador de empresas no grupo Banco Português de Negócios, possui 30,5 por cento do capital da sociedade, através da DL Gestão e Consultores e Jorge Coelho, ex-dirigente do PS e ex-ministro, detém 7,5 por cento através da Congetmark. O accionista maioritário da Valor Alternativo é Rui Vilas, com 62 por cento. Vilas trabalhou na Fincor, a corretora que criou o Banco Insular em Cabo Verde e que foi comprada no início da década pelo Banco Português de Negócios.
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