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terça-feira, 24 de novembro de 2015

Quem nos vai governar...

“Sou teimoso e persistente. Não desisto com facilidade”, costuma dizer de si próprio. Aos 54 anos, António Luís Santos da Costa chega ao lugar que já foi de Mário Soares, António Guterres e José Sócrates. É o 13º primeiro-ministro desde 1976

Ministro das Finanças: doutorado em Harvard, polémico, liberal

Mário Centeno, 48 anos, o economista que coordenou o grupo de peritos que elaborou o cenário macroeconómico e as propostas que serviram de base à vertente económica do programa de governo do PS, já deixou de ser um ilustre desconhecido para a maioria dos portugueses.

Ministro-adjunto: Eduardo Cabrita, o homem de mão de Costa

Ministro dos Negócios Estrangeiros: Santos Silva, um homem polivalente

Ministra da Presidência: Maria Manuel Leitão Marques, a senhora “Simplex”

Tem 63 anos e é professora catedrática da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra e investigadora do Centro de Estudos Sociais (CES) da mesma universidade. Casada com um dos 'pais' da Constituição, Vital Moreira, começou a sua atividade política no MES (Movimento de Esquerda Socialista), mas foi com o PS que chegou a assumir responsabilidades governativas. Curiosamente, foi António Costa quem sugeriu o seu nome em 2005 para assegurar a megatarefa de reformar o Estado.

Ministra da Justiça: Francisca Van Dunem, uma das surpresas de Costa

Francisca Van Dunem é um nome de topo entre os magistrados portugueses. Procuradora-geral-adjunta, que dirige atualmente a procuradoria-geral distrital de Lisboa, é conhecida pelo seu espírito reservado. Será a primeira magistrada a assumir funções ministeriais depois de Laborinho Lúcio, nos anos oitenta.

Ministra da Administração Interna: Constança Urbano de Sousa, a segunda vez com Costa

Constança Urbano de Sousa, 48 anos, é investigadora, especialista em Segurança e Justiça da União Europeia, imigração e direito de asilo. Em 2005, António Costa, então ministro de Estado e da Administração Interna, chamou-a para o assessorar juridicamente nestas questões. Foi das suas mãos que saiu o anteprojecto da (então) nova lei da nacionalidade, que entrou em vigor em dezembro de 2006. Agora, Costa chama-a novamente, mas para ministra.

Ministro da Defesa: Azeredo Lopes, de comunicador para a tropa

Fez quase toda a sua carreira na Academia, na área do Direito e das ciências jurídico-políticas. A partir de 2002, acumula a docência na Universidade Católica do Porto com a participação no Grupo de Trabalho do Serviço Público de Televisão, uma ideia do então ministro da Presidência do Governo de Durão Barroso, Nuno Morais Sarmento, para reformar a televisão pública.

Ministro do Planeamento: Pedro Marques, um dos homens da reforma de 2007 da Segurança Social

Pedro Marques é economista e foi secretário de Estado de Vieira da Silva no Ministério da Segurança Social (entre 2005 e 2011, nos dois governos Sócrates). Participou, ao lado de Vieira da Silva, na reforma da Segurança Social de 2007, que, entre outras coisas, introduziu o fator de sustentabilidade que faz depender a pensão da esperança de vida.

Ministro da Economia: Manuel Caldeira Cabral, economista de Seguro e Costa

Manuel Caldeira Cabral, 47 anos, economista e professor da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, era há muito dado como ministeriável num governo do PS, tanto com António Costa como ainda com António José Seguro, sendo-lhe apontada a pasta da Economia.

Ministro da Segurança Social: Vieira da Silva, de volta ao lugar onde foi feliz

José António Vieira da Silva, 62 anos, licenciado em Economia pelo Instituto Superior de Economia e Gestão, atual deputado (cabeça-de-lista) pelo círculo eleitoral de Santarém, é o novo ministro do Trabalho, da Solidariedade e Segurança Social. Volta ao lugar que ocupou no primeiro governo de Sócrates, entre 2005 e 2009, e onde levou a cabo uma das mais importantes reformas estruturais realizadas no país.

Ministro da Saúde: Adalberto Campos Fernandes, o médico que contestou o “caminho mais fácil”

 Os socialistas voltam a entregar a pasta da Saúde a um médico. Depois de Ana Jorge, pediatra, é agora a vez de Adalberto Campos Fernandes, especialista em saúde pública. Esteve ao lado de António José Seguro e foi escolhido por António Costa para coordenar a área da Saúde no programa de Governo. Chega a ministro com 57 anos e poucos dias depois de obter o doutoramento. Defendeu a tese de que "a combinação público-privado" tem "ganhos de eficiência, mas não necessariamente melhoria da saúde".

 

Ministro da Educação: Tiago Brandão Rodrigues, um dos mais novos de sempre

Depois de 15 anos a estudar e a trabalhar no estrangeiro, o cientista Tiago Brandão Rodrigues, investigador na área do cancro, voltou este ano a Portugal a convite de António Costa. Aos 38 anos, aceitou trocar um lugar na prestigiada Universidade de Cambridge para concorrer como cabeça-de-lista do PS por Viana do Castelo às legislativas do passado dia 4 de outubro. Nunca foi militante do partido, mas sempre se considerou "um homem de esquerda". E é num governo socialista, apoiado pelos partidos da esquerda, que chega agora à pasta da Educação.

Ministro do Ensino Superior e da Ciência: o regresso do “discípulo” de Gago

Durante seis anos, nos dois governos de Sócrates, foi secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do ex-ministro Mariano Gago, entretanto falecido. O currículo é extenso – licenciou-se em Engenharia Mecânica no Técnico, doutorou-se no Imperial College (Reino Unido), foi professor visitante em Harvard (EUA) e regressou ao Técnico, onde é professor catedrático e director do Centro de Estudos, Inovação, Tecnologia e Políticas de Desenvolvimento, In+.

Ministro do Ambiente: João Matos Fernandes, um homem de “consensos” para acalmar a crispação nas águas

João Matos Fernandes é o homem do "lobby" do norte que vai ocupar a pasta do Ambiente, que passa a ser também da Mobilidade no Governo de António Costa. 
O engenheiro civil, de 48 anos, deixa agora o cargo de presidente do conselho de administração da empresa Águas do Porto para tutelar o ministério que enfrenta a crispação dos autarcas devido à reestruturação do setor das águas. É público que tem sido um crítico deste processo. Mas, diz quem o conhece, "é um homem de consensos e cumprirá diciplinadamente o que o Governo determinar". No programa do PS consta que a reestruturação das águas não deve ser feita contra a vontade dos autarcas e Matos Fernandes "perfila-se para o diálogo".

Ministro da Agricultura: Capoulas Santos, o regresso do “melhor eurodeputado” da área

Luís Manuel Capoulas Santos será o novo ministro da Agricultura no Governo liderado por António Costa, assumindo uma pasta que conhece bem: foi secretário de Estado da Agricultura entre 1995 e 1998 e ministro da Agricultura de 1998 a 2002.

Ministra do Mar: Ana Paula Vitorino, do betão para o oceano

Eleita para a Assembleia da República pelo círculo do Porto, Ana Paula Vitorino prepara-se agora para assumir a pasta que estava nas mãos de Assunção Cristas: será a ministra do Mar no novo Executivo de António Costa, depois de quatro anos a fazer oposição ao Governo de Pedro Passos Coelho.
Ana Paula Vitorino, 53 anos, é licenciada em Engenharia Civil, com um mestrado em Transportes. E foi nesta última área que mais se notabilizou, ao assumir o cargo de secretária de Estado dos Transportes no primeiro Governo de José Sócrates (entre 2005 e 2009).

Ministro da Cultura: João Soares, finalmente o Governo

Se "filho de peixe sabe nadar", o provérbio aplica-se a dobrar a João Soares. Filho de Maria Barroso e de Mário Soares, a política corre-lhe nas veias desde sempre. Aos 16 anos, ainda no liceu, começa a dar o rosto na luta contra a ditadura formando a comissão Pró-Associação dos Liceus, que reclamava mais direitos para os estudantes.

Pedro Nuno Santos

O futuro secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares

Mariana Vieira da Silva, secretária de estado adjunta de Costa

É dos elementos da nova geração socialista que apoia António Costa. Mariana Vieira da Silva, 37 anos, filha do antigo e novamente ministro Vieira da Silva, socióloga de profissão, já conhece os corredores do poder.

Miguel Prata Roque: um crítico da venda da TAP na secretaria de Estado da Presidência do Conselho de Ministros

O especialista em Direito Administrativo Miguel Prata Roque, que integrou o primeiro Governo de José Sócrates como adjunto do ministro dos Assuntos Parlamentares entre 2005 e 2007, é o novo secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros.
Doutorado em Ciências Jurídico-Políticas e professor na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Miguel Prata Roque foi até 2014 assessor do gabinete de juízes do Tribunal Constitucional.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

UM AMIGO MEU, PESCADOR ... !

Um amigo pescador, veio com esta conversa:

- Um dia fui pescar, atirei o anzol e apanhei um tubarão.

Quando o retirei da água e o puxei para a areia, veio um jacaré a
nadar, saiu da água e tentou abocanhar o meu tubarão na praia.

Aí, dei-lhe uma paulada na cabeça dele e ele fugiu...

               Acreditavam? Claro que não!


AGORA VEJAM O VÍDEO ! E depois digam que os pescadores são uns aldrabões...

video

MAIS UMA PÉROLA DO GOVERNO PAF - DUPLA NEELEMAN/PEDROSA SEM DINHEIRO

TAP: MAIS UMA PÉROLA DO GOVERNO PAF DUPLA NEELEMAN/PEDROSA SEM DINHEIRO

- Leiam este post do Dieter Dellinger, uma história "edificante" e bem "mafiosa"...
Aconteceu o que toda a gente sabia.

Segundo o Expresso de hoje, os novos "donos" da TAP não têm dinheiro nem crédito bancário para reformar ou pagar a dívida financeira da TAP à CGD, BCP.

Deutsche Bank e BIP que ascende a 646,7 milhões de euros, dos quais 515,9 milhões com um prazo de pagamento inferior a um ano.

A TAP foi vendida por 10 milhões de euros apenas, menos de 10% do custo do avião mais barato da companhia, com a a condição de assumirem a dívida. Como não têm dinheiro, andam a negociar o prolongamento da dívida para sete anos e pretendem contratar novas dívidas para investimento de tesouraria. Nos tais 52 novos aviões ninguém fala.

Sucede que a banca exige uma garantia do Estado português de modo a que se as prestações da dívida não forem pagas na devida data serão os contribuintes portugueses a entrar com o dinheiro.
A Atlantic Gateway pediu 120 milhões de euros aos bancos e não os consegue obter.
A banca nacional e estrangeira não acredita no Neeleman, cujas empresas têm prejuízo, e, menos ainda, no Pedrosa que só lá está para enganar a União Europeia, fingindo que é o capitalista maioritário.

Enfim, o mercado da aviação comercial tornou-se extremamente concorrencial e a TAP tem um clientela de emigrantes portugueses que preferem dar um pouco mais dinheiro pelo bilhete para voarem numa companhia nacional.

O grande problema da TAP foi o Pinto ter negociado a aquisição de combustível a longo prazo por meio de Swaps e estar ainda a pagá-lo ao preço antigo quando o petróleo estava a mais de 100 dólares o barril e ninguém sabe quanto isso custa e quando acabam esses Swaps.


Saliente-se ainda que o Estado só pode conceder algum aval à TAP com autorização de Bruxelas.

domingo, 22 de novembro de 2015

Ano da foice...


Esta é uma homenagem à turma de cabelos brancos.



Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, porque era impossível a alguém da velha geração entender esta geração.
- Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo!", o estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo. 
Nós, os jovens de hoje, crescemos com Internet, celular, televisão, aviões a jacto, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas naves espaciais tendo visitado Marte.
Nós temos energia nuclear, carros eléctricos e a hidrogénio, computadores com grande capacidade de processamento e....,
- fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.
O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:
- Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens porque estávamos ocupados em inventá-las.
E você, um pelintra arrogante dos dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?

Foi aplaudido de pé!

Conversas do tempo...


Receita de Bacalhau com Cerveja

Hora do Jantar
Ingredientes:

Bacalhau, azeite, pimentão, alho, cebola, batata, sal, cerveja e mulher.

Como preparar:  

Ponha a mulher na cozinha com os ingredientes e feche a porta...

Beba cerveja durante duas horas e depois peça para o bacalhau lhe ser servido.



É uma delícia e quase não dá trabalho!

Vinheta da inspeção do veículo – Deixa de ser necessária a colocação no pára-brisas.

Vinheta da inspecção do veículo



– Deixa de ser necessária a colocação no pára-brisas. Com a entrada em vigor do Decreto-Lei nº 144/2012 de 11/07, deixou de ser obrigatório a afixação da vinheta de inspecção periódica obrigatória no pára-brisas do veículo. Esta obrigação, dizia respeito ao nº 1 do artigo 8º do Decreto-Lei n.º 554/99, de 16/12, sendo punida com coima de 30 a 150 €.
No entanto, esse diploma foi revogado pelo Decreto-Lei n.º 144/2012, de 11/07, que regula as inspeções técnicas periódicas, as inspecções para atribuição de matrícula, e as inspecções extraordinárias de veículos a motor e seus reboques.
O n.º 1 do art.º 9 do Decreto-Lei nº 144/2012, elimina a obrigatoriedade da vinheta destacável, passando a dispôr que “para comprovar a realização das inspecções periódicas é emitida pela entidade gestora do centro uma ficha de inspeção por cada veículo inspeccionado.” Assim, a comprovação da inspeção periódica deixou de ser efetuada através da vinheta, a qual era afixada no interior do veiculo no canto inferior do para-brisas ou, na falta deste, noutro local bem visível.
Atualmente, no exercício da fiscalização apenas será exigido ao condutor a exibição da ficha de inspeção do veiculo. Quando o condutor não seja portador da ficha de inspeção, é punido com a coima de 60 a 300 € prevista no art.º 85.º do Código da Estrada, salvo se a apresentar no prazo de 8 dias à autoridade indicada pelo agente de fiscalização, caso em que é sancionado com coima de 30 a 150 €.
A falta de inspeção periódica ou extraordinária, quando obrigatórias, é punida com coima de 250 a 1250 €, salvo quando se tratar de motociclo, triciclo ou quadriciclo, em que a coima é de 120 a 600 € 

SABIA ISTO DA SÍRIA?

SABIA ISTO DA SÍRIA?



Síria
País no Médio Oriente Síria, oficialmente República Árabe da Síria é um país localizado na Ásia Ocidental. O território sírio de jure faz fronteira com o Líbano e o Mar Mediterrâneo a oeste; a Turquia ao norte; o Iraque a leste; a Jordânia ao sul e Israel ao sudoeste.
Ásia População: 22,85 milhão (2013) 
Língua oficial: Língua árabe 
Governo: República unitária, Semipresidencialismo

A família Assad pertence ao Islão tolerante da orientação Alawid.
As mulheres sírias têm os mesmos direitos que os homens ao estudo, à saúde e à educação.
Na Síria as mulheres não são obrigadas a usar burca. A Chária (lei Islâmica) é inconstitucional.
A Síria é o único país árabe com uma constituição laica e não tolera os movimentos extremistas islâmicos.
Cerca de 10% da população síria pertence a alguma das muitas confissões cristãs presentes desde sempre na vida política e social.
Noutros países árabes a população cristã não chega a 1% devido à hostilidade sofrida.
A Síria é o único país do Mediterrâneo que continua proprietário da sua empresa petrolífera, que não quis privatizar.
A Síria tem uma abertura à sociedade e cultura ocidentais como nenhum outro país árabe.
Ao longo da história houve cinco Papas de origem síria. A tolerância religiosa é única na zona.
Antes da guerra civil era o único país pacífico da zona, sem guerras nem conflitos internos.
A Síria é o único país árabe sem dívidas ao Fundo Monetário Internacional.
A Síria foi o único país do mundo que admitiu refugiados iraquianos sem nenhuma discriminação social, política ou religiosa.
Bashar Al Assad tem um suporte popular extremamente elevado.
Sabia que a Síria possui uma reserva de petróleo de 2500 milhões de barris, cuja exploração está reservada a empresas estatais?
Talvez agora consiga compreender melhor a razão de tanto intere$$e da guerra civil na Síria e de quem a patrocina...

Vejamos:

A Guerra Civil Síria[75] (às vezes referida como Revolta Síria ou ainda Revolução Síria;[76] em árabe: الحرب الأهلية السورية) é um conflito interno em andamento na Síria, que começou como uma série de grandes protestos populares em 26 de janeiro de 2011 e progrediu para uma violenta revolta armada em 15 de março de 2011, influenciados por outros protestos simultâneos no mundo árabe.[77] Enquanto a oposição alega estar lutando para destituir o presidente Bashar al-Assad do poder para posteriormente instalar uma nova liderança mais democrática no país, o governo sírio diz estar apenas combatendo "terroristas armados que visam desestabilizar o país".[78] Com o passar do tempo, a guerra deixou de ser uma simples "luta por poder" e passou também a abranger aspectos de natureza sectária e religiosa, com diversas facções que formam a oposição combatendo tanto o governo quanto umas às outras. Assim, o conflito acabou espalhando-se para a região, atingindo também países como Iraque e o Líbano, atiçando, especialmente, a rivalidade entre xiitas e sunitas.[79]
Foi iniciada como uma mobilização social e midiática, exigindo maior liberdade de imprensadireitos humanos e uma nova legislação.[80] A Síria tem estado em estado de emergência desde 1962, que efetivamente, suspendeu as proteções constitucionais para a maioria dos cidadãos. Hafez al-Assad esteve no poder por trinta anos, e seu filho, Bashar al-Assad, tem mantido o poder com mão firme nos últimos dez anos. As manifestações públicas começaram em frente ao parlamento sírio e a embaixadas estrangeiras em Damasco.[81
[75]  "Exclusive: Syria now an "internal armed conflict" - Red Cross". [76] "Syria's uprising: From rocks to RPGs",CNN.
[77] "The country formerly known as Syria"".
[78]  "Syria's civil war: key facts, important players"".
[79]  Syria explained: How it became a religious war CNN.
[80]  "Syrian Uprising Continues Despite Crackdown" Spiegel.de.[81] Sírios exigem liberdade, direitos humanos e fim do estado de emergência (em inglês) Al Jazira (4 de fevereiro de 2011).


Moda no Irão para 2014 from Spartakos on Vimeo.

Mas quem se espanta que isto está (ou pode) a acontecer.

O texto abaixo é atribuído a uma médica checa que trabalha num hospital de Munique.

Tudo verdade?Mas quem se espanta que isto está (ou pode) a acontecer.
A Migração na Alemanha
"OKTOBERFEST" MULTICULTURAL EM MUNIQUE?
Procurei notícias sobre como teria se desenvolvido, este ano, a tradicional OKTOBERFEST, em Munique. Estava marcada para acontecer entre 19 e setembro e 4 de outubro. Ao mesmo tempo, estavam chegando, diariamente, 10 mil refugiados, à estação ferroviária central da cidade. Nada vi nos noticiários. Nem o Google esclarece alguma coisa.
Em compensação, encontrei o texto de uma carta que uma médica tcheca escreveu a um amigo. Ela é anestesiologista e trabalha num hospital de Munique. Veja o que está acontecendo no atual ambiente multicultural da Alemanha, segundo o que ela relata e eu traduzi do inglês.
“Ontem tivemos uma reunião sobre como a situação aqui e em outros hospitais de Munique ficou insustentável. As clínicas não conseguem lidar com emergências e assim começam a enviar tudo para os hospitais.
Muitos muçulmanos estão recusando ser tratados por funcionários do sexo feminino e, nós, as mulheres, estamos nos recusando a trabalhar entre animais, especialmente africanos. As relações entre a equipe e os migrantes está indo de mal a pior. Desde o último fim de semana, migrantes que vão a hospitais têm que ser acompanhados por policiais.
Muitos migrantes têm AIDS, sífilis, tuberculose aberta e muitas doenças exóticas que, aqui na Europa, nem sabemos como tratar. Se recebem uma receita, aprendem na farmácia que têm que pagar em dinheiro. Isto leva à explosão de insultos inacreditáveis, especialmente quando se trata de remédios para crianças. Eles abandonam as crianças com o pessoal da farmácia e dizem: Então, curem-nas vocês! Portanto, a polícia não tem que proteger apenas clínicas e hospitais, mas também grandes farmácias.
Só podemos perguntar: Onde estão todos aqueles que, nas estações de trem e na frente das câmeras de TV, mostram cartazes de boas-vindas?Sim, por enquanto as fronteiras foram fechadas, mas um milhão deles já está aqui e, definitivamente, não seremos capazes de nos livrar deles.Até agora, o número de desempregados, na Alemanha, era de 2,2 milhões. Agora vai ser 3,5 milhões. A maioria destas pessoas é completamente não-empregável. Um mínimo deles tem alguma educação.
E mais: suas mulheres não fazem coisa alguma. Estimo que uma em dez está grávida. Centenas de milhares trouxeram consigo lactentes e crianças menores de seis anos desnutridas e negligenciadas. Se isto continuar, e a Alemanha reabrir suas fronteiras, eu voltarei para casa, na República Tcheca. Ninguém vai poder me segurar aqui, nem com o dobro do salário. Eu vim para a Alemanha e não para África ou Oriente Médio.
Mesmo o professor que dirige o nosso departamento falou da tristeza em ver a mulher da limpeza fazendo seu serviço, há anos por 800 Euros, e depois encontrar homens jovens estendendo a mão, querendo tudo de graça e, quando não conseguem, se alteram.
Eu realmente não preciso disso! Mas estou com medo de, se voltar, encontrar o mesmo na República Tcheca. Se os alemães, com os seus recursos, não conseguem lidar com isto, lá seria o caos total. Ninguém que não tenha tido contato com eles pode ter uma ideia de que espécie de animais que são, especialmente os da África, e como os muçulmanos agem com soberba religiosa sobre a nossa equipe.
Por ora, nosso pessoal ainda não foi reduzido, em consequência das doenças trazidas para cá, mas, com centenas de pacientes todos os dias, isso é apenas uma questão de tempo.
Num hospital perto do Rheno, os migrantes atacaram a equipe a facadas, depois de trazerem um recém-nascido de 8 meses, que estava à beira da morte, arrastado através de meia Europa, durante três meses. A criança morreu, depois de de dois dias, apesar de ter recebido os melhores cuidados, numa das melhores clínicas pediátricas da Alemanha. O médico teve que passar por cirurgia e duas enfermeiras foram para a UTI. Ninguém foi punido. A imprensa local é proibida de noticiar. Nós ficamos sabendo por e-mail.
O que teria acontecido a um alemão, se ele tivesse esfaqueado um médico e duas enfermeiras? Ou se ele tivesse jogado sua própria urina, infectada por sífilis, no rosto da enfermeira e a ameaçado de contaminação? No mínimo, iria ser preso imediatamente e depois processado. Com esse povo,  até agora, nada aconteceu.
Então, pergunto: onde estão todos aqueles que saudaram sua vinda e os recepcionaram, nas estações ferroviárias? Sentados, bonitos em casa, curtindo suas organizações não-lucrativas, aguardando ansiosamente os próximos trens e o próximo lote de dinheiro em pagamento dos seus préstimos como recepcionistas???!!!
Se fosse por mim, eu arrebanharia todos esses recepcionistas e os traria primeiro aqui, para a ala de emergência do hospital, para agirem como atendentes, depois para um alojamento de migrantes, para que possam cuidar deles lá mesmo, sem policiais armados, sem cães policiais, que hoje podem ser encontrados em todos os hospitais da Baviera, e sem ajuda médica.”
Eis o teor do desabafo desta profissional, que nos pode dar uma ideia do que está sendo preparado, como futuro, através da multiculturação, que está sendo impingida aos povos do velho continente, principalmente à Alemanha.
Toedter
Uma coisa é a solidariedade e outra .....outra é a ingenuidade !


Meditem....












Perfeitamente explícito... coitados de nós todos... coitado de Portugal.

Entendi perfeitamente
 
Não entrem em descompensação após a leitura...
  
Do nº. 7 do preâmbulo do novo Código do Procedimento Administrativo, aprovado pelo Decreto-Lei nº 4/2015, acabado de entrar em vigor,apreciem a parte final

... "No n.º 2 do artigo 57.º, além de se deixar absolutamente claro o caráter jurídico dos vínculos resultantes da contratação de acordos endoprocedimentais, configura-se uma possível projeção participativa procedimental da contradição antro e pré procedimental e exo ou pós procedimental de pretensões de particulares ou simulativas pessoais nas relações jurídico-administrativas multipolares, polipolares ou poligonais  multidimensionais." ...

ALERTA A QUEM CONDUZ


Bonito bonito....????? Sim, o equipamento do FCP

FC PORTO
Dragões com o equipamento mais bonito da Liga dos Campeões
09:59 - 22-10-2015

O equipamento principal do FC Porto foi eleito o mais bonito dos 32 que marcam presença nesta edição da Liga dos Campeões.

Num ranking elaborado pelo diário inglês The Telegraph, a camisola dos `dragões´ e a respetiva marca (New Balance) é elogiada pela sua «limpeza», dado não ter publicidade visível na parte frontal, e pelos detalhes das riscas na parte inferior.

Nesta competição estética, o Benfica está no 12º lugar, com um equipamento visto como «algo régio e seguro de si», sendo que Paris Saint-Germain e Barcelona seguem-se ao FC Porto no `top-3´. O Astana, do Cazaquistão, fecha a lista, com uma «infeliz combinação de amarelo berrante e azul claro».

Ranking dos equipamentos mais bonitos da Liga dos Campeões, pelo The Telegraph:

1º FC Porto
2º Paris Saint-Germain
3º Barcelona
4º Bayer Leverkusen
5º PSV Eindhoven
6º Lyon
7º Zenit
8º Manchester City
9º AS Roma
10º CSKA Moscovo
11º Sevilha
12º Benfica
13º Manchester United
14º BATE Borisov
15º Chelsea
16º Shakhtar Donetsk
17º Bayern Munique
18º Borussia Monchengladbach
19º Atlético Madrid
20º Juventus
21º Real Madrid
22º Olympiakos
23º Valência
24º Arsenal
25º Dínamo Kiev
26º Dínamo Zagreb
27º Malmo FF
28º Maccabi Telavive
29º Gent
30º Galatasaray
31º Wolfsburgo
32º FC Astana

ISABEL SOARES FILHA DO MÁRIO SOARES

ISABEL SOARES 
FILHA DO MÁRIO SOARES

Incomensurabilidade
Terá passado pela cabeça de António Costa que a aproximação do PS à esquerda poderia ser um processo simples, linear, para aplicação imediata e sem consequências de maior para o seu partido?

A incomensurabilidade é um conceito importante em ciência e filosofia. Diz-nos que não se podem comparar ou somar de alguma forma coisas que são qualitativamente diferentes. Mas em política, a julgar pelos nossos políticos e comentadores, tudo é comparável e todas as diferenças são encaixáveis numa qualquer bitola comum.
A primeira vez que senti um forte desconforto com esta tendência para comparar coisas que na minha modesta opinião são incomparáveis, foi há muitos anos, quando via o Professor Marcelo Rebelo de Sousa dar notas aos políticos. Ficava abismada e irritada quando ele dava, por exemplo, um catorze a Álvaro Cunhal e um quinze a Cavaco Silva ou a Mário Soares, ou vice-versa, e nunca consegui livrar-me da má impressão que tal espectáculo me causava. Não pelo valor das notas em si, mas pelo facto de ele por no mesmo plano realidades (no caso, pessoas) que não tinham nada de comum entre si. E achava profundamente deseducativo e indutor de erro tal perspectiva, para mais divulgada amplamente numa televisão generalista.
Ao longo do tempo fui tendo em diversas ocasiões a mesma sensação de desconforto, e ainda bastante recentemente isso aconteceu quando ouvi de vários comentadores políticos de diversos quadrantes elogios à actuação de Mariana Mortágua na Comissão de Inquérito ao caso BES. Como se qualquer posição expressa por um qualquer político pudesse ser descontextualizada do resto das suas posições e avaliada isoladamente.
Volto a sentir o mesmo desconforto no momento actual com a aparente facilidade com que se admite constituir uma maioria de esquerda para governar, somando os votos dos respectivos partidos. Não me estou a referir aos dirigentes partidários dos partidos em questão, porque esses não me surpreendem quando tentam chegar ao poder de qualquer maneira. Isso só mostra que nos últimos quatro anos alguma coisa foi feita para mudar Portugal, e é isso que eles querem travar.
Refiro-me a alguns comentadores e a gente comum. Somar os votos de partidos diferentes após as eleições pode ser legítimo ou não. No caso de partidos relativamente próximos em termos de matriz ideológica, cultural, ética e de tradição não vejo nenhum problema com isso. Já quando se trata de partidos com uma matriz substancialmente diferente e que ao longo da sua história estiveram frequentemente em barricadas opostas, como é o caso dos três partidos da esquerda portuguesa actual, a minha opinião é outra.
Aquilo que separa partidos da social-democracia europeia, como o Partido Socialista, dos partidos de matriz marxista-leninista ou comunista, é muito profundo, ou, pelo menos, julgava eu que era. É toda uma história e uma postura cultural, ética, de valores básicos sobre a organização económica, social e política da sociedade que estão em causa. É impossível que não haja muitos eleitores socialistas a sentirem-se desconfortáveis com a actual aparentemente fácil aproximação entre o PS e o PCP e BE.
Os votos destes três partidos não são, nunca foram e não serão adicionáveis, pelo menos, num futuro próximo, ou eu estou muito enganada. Seria muito mau sinal se um processo desses acontecesse de forma linear, sem muitas curvas e contra-curvas, sem voltas e reviravoltas.
O PS carrega, talvez mais do que qualquer outro partido em Portugal, espero eu, a menos que tenha sofrido alguma forma de amnésia colectiva, o que foi a nossa história e a história da Europa do último século, e em particular dos últimos quarenta anos, com todos os seus conflitos, alguns deles profundos e violentos. E para além disso, tem muitos militantes provenientes do PC, o que neste aspecto pode ser uma faca de dois gumes.
Estes factos não podem deixar de dotar o PS com o lastro de complexidade íntima que lhe permita resistir a algum dirigente menos avisado e mais simplista como parece ser o caso de António Costa.

Terá passado pela cabeça de António Costa que a aproximação do PS à esquerda poderia ser um processo simples, linear, com resultados rápidos, para aplicação imediata e sem consequências de maior para o seu partido? Se for isso que vier a acontecer, é um muito mau sinal de degradação da vida pública portuguesa.

A MINHA MÚSICA

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